Pr. Weslley Santos

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Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. David Scarinci

Pr. David Scarinci

Sede Estadual – PA   [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Wadson Medeiros

Pr. Wadson Medeiros

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Alexandre Teodoro

Pr. Alexandre Teodoro

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Marcelo Torres

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Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Márcio Candido

Pr. Márcio Candido

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

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Como eliminar a ansiedade, que atinge 9,3% dos brasileiros

Entenda como é possível eliminar os gatilhos de ansiedade para aumentar a produtividade da mente sem prejudicá-la.

Sensação de inquietude, apreensão sem porquê, pequenos gatilhos que geram desconforto. Tudo parece bem, mas dentro de você há uma apreensão que te toma por dentro. A ansiedade é uma das doenças mais incapacitantes do século segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo influenciada pelo modo de vida moderno. Mas, se a sociedade atual contribui para o quadro, como driblar a rotina e evitar crises?

O Brasil possui o maior índice de pessoas ansiosas, os dados apontam que 19 milhões de brasileiros têm a qualidade de vida comprometida pela condição, número que representa 9,3% da população do país. “A preocupação é que esses índices que já eram altos antes da pandemia, estejam ainda piores, haja vista o que o mundo está enfrentando”, diz a fisiologista Débora Garcia.

Sociedade como gatilho

A formatação da sociedade e as pressões que ela exerce também não ajudam a melhorar os gatilhos. “Quer arrumar outro emprego e se sente preso no que faz agora. Sabe que precisa cuidar melhor de você, só que a mente é tão sabotadora que você está sempre se cobrando pelo que não fez. Perfeccionismo e auto exigência te atrapalham. Gostaria de produzir mais e ter tempo para si mesmo, só que se perde em seus pensamentos. Todas essas são condições que caracterizam a mente ansiosa”, explica.

Segundo Débora, a maior parte dos problemas são resultado de estados internos, ou seja, da mente e emoções, mas essa chave pode ser virada. “Diversas ferramentas podem reduzir esses efeitos. Uma delas é a prática meditativa, que vai ajudar o indivíduo a aumentar a concentração, já que a ela ajuda a ativar as regiões tencionais do cérebro”, comenta.

No contexto de pandemia, onde o cenário gera comportamentos relacionados ao medo e a cobrança, assim como a perda dos limites entre o público (trabalho e responsabilidade) e o privado (família, amigos e lazer), os cuidados precisam ser redobrados. 

“Estamos muito acostumados e sermos exigidos. Mas com isso acabamos sendo negligentes com os nossos limites. Lazer e descanso também precisam ser prioridades. Não se trata de uma perda de tempo, pois é um ato essencial para a produtividade e a saúde da mente. Somos seres humanos e há vários setores na vida, o trabalho é apenas um deles”, alerta.

Mesmo sendo um cenário que é construído a partir de influências externas, a especialista em fisiologia aponta que é possível contornar os gatilhos. E, com isso, prevenir os efeitos colaterais do problema por meio de técnicas de autocontrole emocional e autoconhecimento.

Fonte: lifestyle.r7


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