Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

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Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

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Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Construtor de ossos

A aprovação de um novo medicamento nos Estados Unidos é a esperança para os 200 milhões de pessoas em todo o mundo portadoras de osteoporose

A osteoporose é silenciosa. Não há dor nem sintomas — até que os ossos se tornam tão frágeis que podem partir-se como gravetos. A doença afeta 200 milhões de pessoas no mundo, 10 milhões só no Brasil. O pesadelo assombra principalmente as mulheres que já passaram pela menopausa. Uma em cada três mulheres com mais de 50 anos tem a doença. Entre os homens da mesma faixa etária, um em cada cinco é afetado. Os medicamentos tradicionais atuam de duas maneiras distintas, uma ou outra, separadamente: ou diminuem o ritmo de perda dos ossos ou estimulam a formação de massa óssea. A boa notícia é que, depois de quase vinte anos sem novidades, deu-­se um salto na semana passada.

Na terça-feira 9, a FDA, órgão americano que regula os medicamentos, concedeu o aval para a comercialização do romosozumabe. Desenvolvida pelos laboratórios Amgen e UCB, a substância é o primeiro remédio que funde as duas funções terapêuticas: desacelera a degradação e, ao mesmo tempo, aumenta a massa óssea. Esse ineditismo só foi possível a partir do entendimento de uma mutação genética rara que deixa seus portadores com ossos tão densos que nunca se quebram.

A droga é indicada para os casos mais severos: mulheres na pós-menopausa com alto risco de fraturas. A molécula atua bloqueando os efeitos da esclerostina, uma proteína que impede o crescimento excessivo dos ossos. O romosozumabe reduz o risco de fratura vertebral em 48% e nos quadris em 38%, em comparação com a terapia-­padrão. Nos estudos clínicos da nova droga, os pacientes apresentaram um aumento de 15% na densidade da coluna. Diz Charlles Heldan de Moura Castro, presidente da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo: “É um ganho comparável àquele do início da adolescência”. O tratamento consiste em doze doses do remédio, uma por mês. Os efeitos adversos incluem dores nas articulações e na cabeça e aumento no risco cardiovascular. Nos EUA, uma dose custa o equivalente a 7 300 reais. No Brasil, o medicamento só deve ser aprovado em 2020.

Fonte: VEJA


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