Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

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Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Wesley Santos

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Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Neilton Rocha

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Pr. Danilo Queiroz

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Pr. Delson Campos

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Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Joaquim Neto

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Emerson Stevanelli

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Pr. Danyel Pagliarin

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Anvisa aprova nova medicação para tratamento do câncer de mama

O Herzuma, biossimilar do trastuzumabe, tem a capacidade de bloquear a multiplicação das células cancerígenas, sem atingir as células sadias.

câncer de mama é uma das neoplasias mais comuns entre as mulheres. No Brasil, o percentual de novos casos por ano chega a 29%, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Por causa disso, muitas farmacêuticas têm voltado seus esforços na produção de medicamentos capaz de combater a doença. Esta semana, por exemplo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o Herzuma, um medicamento biossimilar do trastuzumabe, indicado para o tratamento do câncer de mama HER2+, que são tumores agressivos capazes de se desenvolver muito mais rápido em comparação com outras formas de cânceres mamários.

Herzuma é um anticorpo monoclonal considerado uma terapia-alvo, ou seja, tem a capacidade de bloquear a multiplicação das células cancerígenas, sem atingir as células sadias. A medicação é recomendada tanto para casos de câncer de mama em estágio inicial como para metastáticos, mesmo para as mulheres que já tenham recebido outras terapias. Além disso, o novo biossimilar pode ser utilizado em diferentes fases do tratamento: após cirurgia, quimioterapia e radioterapia ou em conjunto com esses tratamentos e outra medicações para a doença.

“Essa modalidade de câncer de mama corresponde a 20% dos tumores diagnosticados. [Portanto,] a possibilidade de ampliar o acesso da paciente é fundamental para garantir um tratamento moderno, seguro e eficaz para uma doença cada vez mais presente no dia a dia das mulheres”, comentou Heraldo Marchezini, CEO da Biomm, farmacêutica brasileira que, em parceria com a sul-coreana Celltrion Healthcare (CHTC), traz a novidade para o Brasil.

O próximo passo é receber a aprovação da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), que analisará o preço do produto antes que ele possa ser comercializado no Brasil. De acordo com Marchezini, todo esse processo deve acontecer nos próximos meses e em breve o medicamento estará disponível para comercialização, permitindo uma nova opção de tratamento para a paciente brasileira.

Mercado de biossimilares

Os biossimilares são produtos biológicos produzidos a partir de moléculas criadas com organismos vivos. Eles diferem das medicações químicas tradicionais, mas são muito parecidos com os produtos de referência. Essas versões costumam ter um preço mais acessível, o que ajuda a ampliar o acesso dos pacientes à substâncias de alta tecnologia que proporcionam melhor qualidade de vida às pacientes.

O primeiro biossimilar do trastuzumabe foi aprovado pela Anvisa no ano passado. O Zedora, produzido pela farmacêutica Libbs, também é indicado para o câncer de mama HER2+ inicial e metastático. Antes dele, o único medicamento disponível para essa modalidade de câncer de mama era o Herceptin, da Roché.

Desde o lançamento do primeiro biossimilar, outros medicamentos da categoria foram lançados, permitindo crescimento de 11% no acesso ao tratamento com o trastuzumabe. A ampliação da concorrência também ajudou a reduzir o preço médio da molécula isolada em 13%. 

Câncer de mama

De acordo com o Ministério da Saúde, o câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres de todo o mundo, depois do câncer de pele não melanoma. A doença atinge mulheres acima dos 35 anos, com incidência progressiva, especialmente após os 50. Entretanto, estudos mostram que o número de pacientes jovens têm crescido globalmente, o que preocupa especialistas. No Brasil, por exemplo, a atual taxa de incidência em mulheres abaixo dos 35 anos está entre e 4% e 5% – há algum tempo este índice era de 2%. 

Portanto, ampliar o acesso é fundamental para garantir tratamento de qualidade para todas as mulheres que sofrem com a doença.

Fonte: VEJA


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