Número de casos de Covid sobe 262% no Brasil em duas semanas

Do último domingo (13) até este sábado (19), foram contabilizados 95.272 novas infecções; entre os dias 30 de outubro e 5 de novembro, foram 26.304 registros.

O número de contaminações pelo coronavírus no Brasil teve alta de 262,2% em duas semanas, segundo dados divulgados neste sábado (19) pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Do último domingo (13) até este sábado, foram contabilizados 95.272 novos casos de Covid-19 no país. Entre os dias 30 de outubro e 5 de novembro, foram 26.304 registros.

Na semana passada, de 6 a 12 de novembro, foram confirmadas 61.564 infecções pelo coronavírus. Na comparação com esta semana, houve uma elevação de 54,7%.

Apesar do aumento expressivo no número de casos, a quantidade de óbitos pela Covid-19 subiu em um ritmo mais lento em duas semanas. Foram 251 mortes entre 30 de outubro e 5 de novembro. Nesta semana, foram 266 mortes. A alta, portanto, foi de 5,97%. Na comparação com a semana passada (312 óbitos), houve queda de 14,74%.

Nas últimas 24 horas, o Brasil teve 13 mortes e 7.714 novos casos de Covid-19. A média móvel de óbitos em sete dias está em 38, enquanto a de casos está em 13.610.

Desde o início da pandemia, o país soma 688.917 mortos pelo coronavírus. O total de infecções confirmadas passou de 35 milhões neste sábado.

Tendência de alta

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) informou na sexta (18) que registra uma tendência de crescimento moderado dos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), na tendência de longo prazo, em 12 estados: Alagoas, Amazonas, Ceará, Goiás, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.

De acordo com a Fiocruz, os casos de Covid-19 correspondem a 47% dos resultados positivos para vírus respiratórios associados à síndrome respiratória grave.

Fonte: CNN BRASIL

Coreia do Sul busca cooperação da China e Rússia contra testes da Coreia do Norte

Coreia do Sul pediu nesta, segunda-feira (21), a “cooperação ativa” da China e da Rússia para impedir que a Coreia do Norte conduza novos testes de mísseis, horas antes de uma reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre o lançamento-teste de um míssil balísitco intercontinental da Coreia do Norte.

O enviado nuclear da Coreia do Sul, Kim Gunn, conversou com os embaixadores da China e da Rússia em Seul, disse o Ministério das Relações Exteriores em comunicado, e pediu-lhes que ajudem a responsabilizar a Coreia do Norte por suas “provocações”.

A reunião do Conselho de Segurança foi agendada a pedido dos Estados Unidos depois que a Coreia do Norte lançou na semana passada um míssil capaz de atingir o continente americano.

“Kim pediu cooperação ativa da China e da Rússia, membros permanentes do Conselho de Segurança, e para que desempenhem papéis construtivos para impedir a Coreia do Norte de novas provocações e fazê-la voltar ao diálogo”, disse o ministério.

A Coreia do Norte realizou um número sem precedentes de lançamentos de mísseis balísticos este ano e Washington alertou por meses que poderia realizar um teste de bomba nuclear, o primeiro desde 2017, a qualquer momento.

O presidente dos EUA, Joe Biden, se encontrou com seu colega chinês, Xi Jinping, na semana passada e disse que Pequim tem a obrigação de tentar convencer a Coreia do Norte a não retomar os testes nucleares.

Um alto funcionário do governo dos EUA disse no início deste mês que Washington acredita que a China e a Rússia têm influência para persuadir a Coreia do Norte a não retomar os testes de bombas nucleares.

Fonte: CNN BRASIL

Fiocruz e Butantan estão entre os principais produtores mundiais de vacina, diz OMS

Relatório da OMS aponta que as instituições brasileiras estão entre os 15 principais fabricantes de imunizantes, considerando requisitos associados ao faturamento em 2021.

Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Butantan estão presentes no ranking dos 15 principais produtores mundiais de vacinas, de acordo com levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O relatório “Global Vaccine Market” considera requisitos associados ao faturamento em 2021. No documento, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, afirma que embora a Covid-19 tenha destacado a relevância das vacinas, ressaltou também as desigualdades no acesso aos imunizantes.

“Os países de baixa renda lutam para acessar as vacinas que estão em demanda em todo o mundo. Por exemplo, a vacina contra o papilomavírus humano, que protege contra o câncer do colo do útero, foi introduzida em apenas 41% dos países de baixa renda, enquanto salva vidas em 83% dos países de alta renda. Embora os preços tendam a ser escalonados de acordo com a renda, são necessários mais esforços para aliviar as disparidades de preços”, diz Adhanom.

Segundo o relatório da OMS, o Butantan está entre os 10 produtores de vacinas com maior faturamento, excluindo imunizantes contra Covid-19, e é responsável por 1% do faturamento mundial do mercado. No período analisado, o instituto forneceu um total de 100 milhões de doses de vacinas como gripe, hepatite A, hepatite B, dTpa (difteria, tétano e coqueluche) e raiva. Toda a receita obtida é utilizada para a pesquisa e desenvolvimento de novos imunizantes, como dengue e chikungunya.

Para o Butantan, a inclusão no documento ajuda a consolidar a posição do instituto como um produtor global de imunobiológicos e reflete a sua expansão para além do território brasileiro, exemplificada por ações como a recente exportação de vacinas contra a gripe para países como Equador e Uruguai.

“É um resultado importante que coloca o Butantan ainda mais em evidência, principalmente como o principal produtor da América Latina. Isso se deve, principalmente, ao fornecimento de doses da vacina da influenza para as campanhas de vacinação do Uruguai, Equador e Nicarágua, que ocorreu neste ano”, diz o diretor de Parcerias Estratégicas e Novos Negócios do Butantan, Tiago Rocca, em comunicado.

Já a Fiocruz, por meio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), aparece entre os 15 produtores de imunizantes.

O portfólio de vacinas da fundação é composto por 12 produtos, incluindo os imunizantes contra a Covid-19, febre amarela, poliomielite, e a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola).

Em média, 120 milhões de doses são entregues anualmente ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Com a vacina contra o coronavírus, este número aumenta ainda mais. De 2017 a 2021 foram entregues mais de 701 milhões de doses de vacinas à população brasileira.

Fonte: CNN BRASIL

Uso indiscriminado contribui para tornar antimicrobianos ineficazes, alerta OMS

Campanha da OMS, que começa nesta sexta-feira (18), destaca que o aumento no número de microrganismos resistentes aos medicamentos coloca em risco a saúde humana.

Os antimicrobianos, medicamentos utilizados para prevenir, controlar e tratar doenças infecciosas em humanos, animais e plantas, estão se tornando cada vez mais ineficazes. O alerta é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que promove a partir desta sexta-feira (18) e até o dia 24 de novembro a Semana Mundial do Uso Consciente de Antibióticos. A campanha realizada anualmente destaca que o aumento no número de microrganismos resistentes aos medicamentos coloca em risco a saúde de humanos e de animais, representando uma das maiores ameaças à saúde global atualmente. De acordo com a OMS, o problema está associado diretamente ao uso excessivo e incorreto dos fármacos disponíveis para o tratamento de infecções.

A resistência aos antimicrobianos ocorre quando bactérias, vírus, fungos e parasitas não respondem mais aos compostos disponíveis. Como resultado da resistência aos medicamentos, os antibióticos e outros agentes antimicrobianos tornam-se ineficazes e infecções comuns tornam-se difíceis ou impossíveis de tratar, aumentando o risco de disseminação de doenças, casos graves e mortes.

O desenvolvimento de um novo antibiótico pode levar de 10 a 15 anos e custar mais de US$ 1 bilhão. Em 2019, quase 5 milhões de mortes humanas em todo o mundo foram associadas à resistência bacteriana. Dessas, 1,3 milhão de óbitos foram diretamente atribuíveis ao problema.

A OMS alerta que em um cenário de alto impacto, a resistência reduzirá o PIB anual global em 3,8% até 2050. Se não for controlada, na próxima década, pode resultar em um déficit do PIB de US$ 3,4 trilhões anualmente e empurrar mais 24 milhões de pessoas para a pobreza extrema.

Prevenção

Antimicrobianos administrados a humanos, animais e plantas entram em contato com o meio ambiente e fontes de água por meio de águas residuais, lixo, escoamento e esgoto.

Com isso, os medicamentos entram em contato com microrganismos presentes na natureza. Quando expostos às substâncias, parte deles adquire mecanismos de resistência – o que significa que, quando forem expostos novamente ao antimicrobiano, eles podem permanecer vivos, ampliando o processo de resistência.

Entre as medidas de prevenção, a OMS enfatiza que os medicamentos não utilizados não deve ser descartados em banheiros, lixeiras ou depósitos de lixo.

Em março, um grupo de líderes globais sobre o tema pediu que os países reduzam a quantidade de resíduos antimicrobianos que acabam indo para o meio ambiente. Os especialistas destacam a necessidade de novos estudos e da implementação de medidas para o descarte com segurança dos resíduos provenientes dos sistemas de saúde humana e animal, de alimentos e da indústria.

A OMS aponta que manter os animais saudáveis ​​também é uma medida importante para reduzir a necessidade de tratamento antimicrobiano em primeiro lugar. O uso indiscriminado de medicamentos em práticas agropecuárias e hospitalares tem contribuído para o aumento da resistência, como explica a pesquisadora Ana Paula Assef, do Laboratório de Pesquisa em Infecção Hospitalar do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), no Rio de Janeiro.

“A rotina hospitalar, por exemplo, conta com uma série de procedimentos invasivos que são portas de entrada para as bactérias – como a utilização de ventilação mecânica e de cateteres venosos. Em consequência ao aumento das infecções hospitalares associadas a esses instrumentos, o uso de antibióticos é intensificado, o que promove a seleção de bactérias resistentes nesse ambiente”, diz.

De acordo com a OMS, lavar as mãos antes de cozinhar e manter as áreas de preparação de alimentos limpas pode ajudar a prevenir a propagação de micróbios resistentes a medicamentos. O acesso a água potável, saneamento e higiene (WASH, em inglês) em residências e unidades de saúde também pode reduzir a necessidade de antibióticos para tratar a diarreia em até 60%. A estratégia ajuda a prevenir infecções resistentes a medicamentos, salva vidas e reduz os custos com saúde, segundo a OMS.

O tratamento de fluxos de resíduos de origem municipal, agrícola e industrial também são consideradas medidas preventivas importantes, uma vez que a poluição induzida pela ação humana exacerba a resistência antimicrobiana no meio ambiente.

Fonte: CNN BRASIL

Líder mundiais condenam lançamento de míssil da Coreia do Norte

Este se tornou um ano recorde para o programa de mísseis do país com armas nucleares.

Coreia do Norte disparou o que parecia ser um míssil balístico intercontinental, disse a Coreia do Sul nesta sexta-feira (18), um dia depois de lançar um míssil menor e alertar sobre “respostas militares mais ferozes” aos Estados Unidos, aumentando sua presença de segurança regional.

Este se tornou um ano recorde para o programa de mísseis do país com armas nucleares, depois que o Norte retomou os testes de ICBMs pela primeira vez desde 2017 e quebrou sua moratória autoimposta sobre lançamentos de longo alcance enquanto as negociações de desnuclearização paralisavam.

A Guarda Costeira do Japão disse que o míssil provavelmente caiu no mar a cerca de 210 quilômetros a oeste de Hokkaido. O primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, disse que não houve relatos de danos, mas que os repetidos lançamentos de mísseis do Norte não podem ser tolerados.

Segundo ele, o míssil parece ter caído dentro da zona econômica exclusiva do Japão.

Os ICBMs são a arma de maior alcance da Coreia do Norte e são projetados para transportar uma ogiva nuclear até qualquer local nos Estados Unidos.

Um dia antes, a Coreia do Norte disparou um míssil balístico de curto alcance enquanto seu ministro das Relações Exteriores, Choe Son Hui, alertou sobre “respostas militares mais ferozes” aos movimentos dos EUA para aumentar sua presença militar, dizendo que Washington estava fazendo uma “aposta da qual se arrependerá”.

Em um comunicado divulgado pela mídia estatal, Choe condenou a cúpula trilateral de domingo dos Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão, durante a qual os líderes desses países criticaram os testes de armas de Pyongyang e prometeram maior cooperação em segurança.

Outros líderem mundiais se manifestaram sobre o ocorrido e condenara a ação norte-coreana.

“Este lançamento é uma violação descarada de várias resoluções do Conselho de Segurança da ONU e aumenta desnecessariamente as tensões e os riscos de desestabilizar a situação de segurança na região”, disse um porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA. “A porta não se fechou para a diplomacia, mas Pyongyang deve cessar imediatamente suas ações desestabilizadoras e, em vez disso, escolher o engajamento diplomático”, acrescentou o porta-voz em um comunicado.

A vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, convocou uma reunião de líderes mundiais em Bangcoc nos bastidores de uma cúpula regional para discutir o lançamento de mísseis da Coreia do Norte, disse uma autoridade da Casa Branca.

“Esses lançamentos de mísseis balísticos múltiplos sem precedentes minam nossa segurança. São ações imprudentes”, disse Albanese, falando em uma reunião de líderes do Japão, Coreia do Sul, Canadá e Nova Zelândia convocada pela vice-presidente dos EUA, Kamala Harris. “Estamos com o mundo e, de fato, com nossos aliados, opondo-nos e condenando esta ação nos termos mais fortes possíveis… E estamos prontos para fazer parte de uma resposta global a isso”.

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, em uma reunião especial em Bangcoc, disse que se juntou a aliados na condenação do lançamento de um míssil pela Coreia do Norte, que ele chamou de claras violações das resoluções do Conselho de Segurança da ONU.

Fonte: CNN BRASIL

Pela primeira vez, astronautas da Nasa se aventuram fora da estação espacial

Caminhada espacial desta terça-feira (15) é a primeira da Nasa desde março e a estreia dos astronautas Josh Cassada e Frank Rubio fora das instalações.

As coisas estão prestes a ficar agitadas na Estação Espacial Internacional (EEI). Na manhã desta terça-feira (15), astronautas da agência espacial norte-americana, Nasa, deram início à primeira de uma série de caminhadas espaciais de fim de ano.

Caminhantes espaciais de primeira viagem, os astronautas da Nasa Josh Cassada e Frank Rubio começaram sua excursão fora da estação espacial às 11h14 pelo horário de Brasília, com cobertura ao vivo no site da agência. A previsão é de que o evento dure cerca de sete horas.

Cassada está vestindo o traje espacial com listras vermelhas como tripulante extraveicular 1, enquanto Rubio está no traje não marcado como tripulante extraveicular 2.

Os astronautas montarão um suporte no lado estibordo da treliça da estação espacial. O hardware que será instalado durante a caminhada espacial foi entregue à estação espacial em 9 de novembro a bordo da espaçonave Cygnus da Northrop Grumman, que entregou sua carga com segurança, apesar de apenas um de seus dois painéis solares ser implantado após o lançamento.

Esse hardware permitirá a instalação de mais painéis solares de lançamento, chamados iROSAs, para aumentar a potência da estação espacial. Os dois primeiros painéis solares de implantação foram instalados fora da estação em junho de 2021. No total, seis iROSAs foram planejados e provavelmente aumentarão a geração de energia da estação espacial em mais de 30% quando todos estiverem operacionais.

Durante mais duas caminhadas espaciais em 28 de novembro e 1º de dezembro, uma equipe de dois astronautas desenrolará e instalará outro par de painéis solares assim que o hardware de montagem estiver no lugar. Os painéis solares serão entregues na próxima missão de reabastecimento comercial SpaceX Dragon, atualmente prevista para lançamento em 21 de novembro.

As caminhadas espaciais fazem parte da rotina da tripulação da estação espacial, pois mantêm e atualizam o antigo laboratório orbital, mas a caminhada espacial de terça-feira é a primeira da Nasa desde março. As caminhadas espaciais da agência foram interrompidas depois que o astronauta da Agência Espacial Europeia Matthias Maurer terminou sua primeira caminhada espacial com água em seu capacete.

Uma fina camada de umidade que excedeu a quantidade normal e esperada foi descoberta no capacete de Maurer quando ele retornou à câmara de ar após uma caminhada espacial de quase sete horas. Maurer rapidamente tirou o capacete, em um evento considerado “por pouco” pela Nasa, e amostras de água, hardware do traje e o próprio traje espacial foram devolvidos à Terra para investigação. Funcionários da Nasa determinaram que o traje não apresentava falhas de hardware.

“A causa da água no capacete foi provavelmente devido ao desempenho do sistema integrado, onde muitas variáveis, como o esforço da tripulação e as configurações de resfriamento da tripulação, levaram à geração de quantidades comparativamente maiores do que o normal de condensação dentro do sistema”, de acordo com o blog da Nasa.

“Com base nas descobertas, a equipe atualizou os procedimentos operacionais e desenvolveu um novo hardware de mitigação para minimizar cenários em que o desempenho integrado resulta em acúmulo de água, enquanto absorve qualquer água que apareça. Essas medidas ajudarão a conter qualquer líquido no capacete para continuar mantendo a tripulação segura”.

Funcionários da Nasa deram o “sinal verde” para a retomada das caminhadas espaciais após a conclusão da revisão em outubro.

A equipe de investigação desenvolveu técnicas para gerenciar as temperaturas no traje e adicionou novas bandas de absorção ao capacete, disse Dina Contella, gerente de integração de operações do Programa da Estação Espacial Internacional.

As peças finas de cor laranja foram colocadas em diferentes partes do capacete, que já foi testado em órbita pelos astronautas dentro da estação espacial.

“Nós pegamos vários modelos diferentes disso e a tripulação a bordo jogou água ao redor, essencialmente tentou injetar água no capacete na mesma taxa que seria o pior caso. E descobrimos que essas almofadas eram muito, muito eficaz”, disse Contella.

A caminhada espacial de terça-feira permitirá que a tripulação teste as novas almofadas enquanto trabalham fora da estação espacial antes das caminhadas espaciais mais complexas de instalação de painéis solares nas próximas semanas.

Enquanto isso, uma caminhada espacial russa está programada para ocorrer na quinta-feira (17). Os cosmonautas Sergey Prokopyev e Dmitri Petelin começarão sua caminhada às 11h, pelo horário de Brasília, para trabalhar do lado de fora do módulo de laboratório multiuso Nauka. A dupla preparará um radiador para transferência do módulo Rassvet para Nauka durante sua caminhada espacial de sete horas, que também será transmitida ao vivo no site da Nasa.

Fonte: CNN BRASIL

Polônia entra na pauta do G20 após míssil atingir a fronteira com Ucrânia

Autoridades polonesas confirmaram que projétil é de “fabricação russa”; até o momento, não está claro quem foi o responsável pelo lançamento.

A situação da Polônia entrou em pauta em Bali, na Indonésia, onde os líderes mundiais estão reunidos para a cúpula do Grupo dos 20 (G20) nesta quarta-feira (16).

Durante a manhã, no horário local, o presidente dos EUA, Joe Biden, realizou uma reunião de emergência com representantes de algumas nações sobre o míssil de fabricação russa que atingiu o território polonês na terça-feira (15).

Além de Biden, o chanceler alemão Olaf Scholz, o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau, o presidente francês Emmanuel Macron, a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni, a primeiro-ministro japonês Fumio Kishida, o primeiro-ministro britânico Rishi Sunak, a presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen e o Conselho Europeu Presidente Carlos Michel estavam na reunião emergencial.

Uma discussão oficial do G20 ainda deve ocorrer nesta quarta-feira. Antes do encontro de emergência, o governo de Macron informou que o presidente francês havia convocado conversas sobre o tema ao grupo.

“O presidente entrou em contato com a liderança polonesa e está sendo informado sobre a evolução da situação”, disse o porta-voz do governo francês.

O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, também fez menção à proposição de uma reunião do G20 sobre o assunto.

“Vou propor uma reunião de coordenação na quarta-feira com os líderes da UE [União Europeia] presentes ao G20 aqui em Bali”, disse Michel em um tweet após conversar com o primeiro-ministro da Polônia, Mateusz Morawiecki.

O projétil de origem russa atingiu a Polônia em uma região próxima à fronteira com a Ucrânia, matando duas pessoas. Até o momento, não há confirmação sobre quem lançou o míssil.

À CNN, uma fonte da defesa afirmou que a França está sendo “extremamente cautelosa” e que as autoridades não comentariam até que pudessem “analisar todas as informações disponíveis”.

Os representantes do Grupo dos 20 (G20) — composto pelas maiores economias do mundo — iniciaram as conversas na terça-feira e devem retomar as discussões nesta quarta, em Bali, na Indonésia.

Essa é a primeira cúpula desde o início do confronto entre a Rússia e a Ucrânia, em 24 de fevereiro. Antes mesmo dos acontecimentos de hoje, a guerra estava entre os principais tópicos a serem abordados pelos líderes mundiais.

Ainda pela manhã, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, discursou virtualmente ao G20 — a convite do país anfitrião, uma vez que a Ucrânia não integra o grupo.

Zelensky apresentou um plano de paz com dez pontos para acabar com os confrontos com a Rússia em seu território.

“Estou convencido de que agora é a hora em que a guerra destrutiva russa deve e pode ser interrompida”, afirmou, antes de Moscou lançar diversos mísseis contra diferentes cidades na Ucrânia nesta terça-feira.

Antes dos ataques, o presidente da Fifa (Federação Internacional de Futebol Associado), Gianni Infantino, fez um apelo por um cessar-fogo na guerra na Ucrânia durante a Copa do Mundo. O maior torneio de futebol do mundo tem início no próximo dia 20.

Contexto

Duas pessoas morreram após uma explosão na Polônia nesta terça-feira (15), em uma região próxima à fronteira com Ucrânia.

Embora o ministério das Relações Exteriores polonês tenha confirmado que a explosão foi causada por um “míssil de fabricação russa”, até o momento não está claro de onde veio o projétil.

Vale ressaltar que, desde 1999, a Polônia integra a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Segundo o artigo 4º do tratado, “as partes se consultarão sempre que, na opinião de qualquer uma delas, a integridade territorial, a independência política ou a segurança de qualquer uma das partes estiver ameaçada”.

Depois das notícias sobre a explosão na Polônia, o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, falou com o presidente polonês, Andrzej Duda, por telefone e disse que é “importante que todos os fatos sejam estabelecidos”.

“Apresentei minhas condolências pela perda de vidas. A Otan está monitorando a situação e os Aliados estão consultando de perto. É importante que todos os fatos sejam apurados”, disse Stoltenberg em uma publicação no Twitter.

O Ministério da Defesa russo negou envolvimento, afirmando que “não houve ataques contra alvos perto da fronteira do estado ucraniano-polonês”.

*Com informações da CNN e da Reuters

Fonte: CNN BRASIL

PL contesta dados da eleição e sugere desconsiderar votos em urnas antigas

Documento elaborado por consultoria contratada pelo partido do presidente Bolsonaro se baseia em análise e inteligência de dados.

O PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, contesta dados das Eleições 2022 e sugere desconsiderar votos em urnas antigas utitlizadas no primeiro e no segundo turnos. O argumento se baseia num documento elaborado por uma consultoria contratada pela legenda. O relatório obtido pelo R7 diz que a versão do texto é preliminar e se baseia em análise e inteligência de dados.

R7 tenta contato com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)  para comentar o relatório preliminar do partido. De acordo com o documento, que também questiona uma suposta parcialidade do TSE, os arquivos Log de Urna dos equipamentos modelo UE2020 foram gerados corretamente, com o valor correto do código de identificação da urna eletrônica.

No entanto, aponta que todos os arquivos Log de Urna das urnas eletrônicas de modelos de fabricação diferentes do modelo UE2020, ou seja, modelos 2009, 2010, 2011, 2013 e 2015, exibem um valor hipotético no lugar do valor correto do código de identificação da urna eletrônica, tornando “impossível vincular cada arquivo Log de Urna com a respectiva urna física”.

Ainda segundo o documento, “a urna eletrônica apresenta falha de funcionamento e confirma que utilizou uma versão de código dos programas diferente da versão utilizada nas urnas eletrônicas modelo UE2020, lacrada em cerimônia pública no TSE”.

“Nesta perspectiva técnica, não é possível validar os resultados gerados em todas as urnas eletrônicas de modelos 2009, 2010, 2011, 2013 e 2015, resultados estes que deveriam ser desconsiderados na totalização das eleições no segundo turno, em função do mau funcionamento desta urnas”, diz trecho do documento.

O que diz o partido

Por meio de sua assessoria, o PL afirmou que o trabalho de fiscalização do partido termina apenas em dezembro. “Ainda não foi divulgada qualquer versão final de relatório, temos estudos em andamento”, afirma a nota.

Fonte: R7

Nasa confirma lançamento da missão Artemis I nesta quarta-feira (16)

Essa será a terceira vez em que a equipe da agência espacial tenta lançar o foguete em direção à Lua.

Nasa confirmou que realizará uma nova tentativa de lançamento da missão Artemis I nesta quarta-feira (16). Essa será a terceira vez em que os cientistas da agência tentam lançar o foguete.

Parte de um programa da Nasa para retomar a exploração humana da Lua, a Artemis I é uma missão não-tripulada que antecede uma série de missões espaciais.

Nessa primeira etapa, o propósito é testar o foguete SLS, a espaçonave Orion e todos os seus subsistemas para garantir que o conjunto é seguro o suficiente para levar humanos à Lua novamente.

“Os principais objetivos da Artemis I são demonstrar os sistemas da Orion em um ambiente de voo espacial e garantir uma reentrada, descida, mergulho e recuperação seguras antes do primeiro voo com a tripulação na Artemis II”, explica um comunicado no site oficial da missão.

Ainda nesta terça-feira (15), a agência estadunidense começa a cobertura da operação, a partir do momento de carregamento do foguete.

A janela de duas horas para o lançamento abre na quarta-feira às 3h04, no horário de Brasília.

Nas primeiras tentativas, a equipe envolvida no projeto teve que desistir de lançar o foguete após problemas com vazamentos de combustível, além da passagem do furacão Ian pela Flórida — forçando o foguete a desocupar a plataforma de lançamento e seguir para a segurança.

A missão completa levará 25 dias, 11 horas e 36 minutos, percorrendo uma distância de 1,3 milhão de milhas.

Fonte: CNN BRASIL

237 concursos públicos abertos. 28 mil vagas. Salários até R$ 35 mil

Semana cheia de concursos públicos. Pelo menos 237 estão com inscrições abertas em todo o país, para todos os níveis de escolaridade. São 27,9 mil vagas, no total.

O maior concurso é o da Polícia Militar do Estado de São Paulo, com 2.700 vagas. As inscrições terminam no próximo mês, em 20 de dezembro. Veja o edital.

Outro destaque, para quem mora em qualquer parte do Brasil é o concurso do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As inscrições estão abertas até o final do dia. O processo oferece 154 vagas para Agente de Pesquisas e Mapeamento em 23 municípios de diversos estados e outras três vagas para Supervisor de Coleta e Qualidade em municípios do Paraná. Veja o edital.

Já o maior salário dos concursos abertos é o do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro. São cinco vagas para um salário de até R$ 35.462,22. Veja o edital.

Pelo menos seis concursos, totalizando 329 vagas, começam a receber inscrições nesta segunda-feira ou nesta terça-feira (15), dia de feriado da Proclamação da República.

O G1 publicou e a gente compartilha com você:

Concursos abertos

Prefeitura de Diamantina (MG)
Inscrições: até 18/11/2022
12 vagas
Salários de até R$ 5.631,19
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital

Prefeitura de São Sebastião (SP)
Inscrições: até 24/11/2022
38 vagas
Salários de até R$ 1.692,60
Cargos de nível fundamental
Veja o edital

Prefeitura de Medeiros (MG)
Inscrições: até 14/12/2022
62 vagas
Salários de até R$ 13.000,00
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital

Prefeitura de Doresópolis (MG)
Inscrições: até 14/12/2022
29 vagas
Salários de até R$ 8,900,00
Cargos de nível fundamental, médio, técnico e superior
Veja o edital

Prefeitura de São Francisco de Sales (MG)
Inscrições: até 13/12/2022
62 vagas
Salários de até R$ 3.094,13
Cargos de nível fundamental, médio e superior
Veja o edital

Polícia Militar do Ceará
Inscrições: até 21/12/2022
113 vagas
Salários de até R$ 8.084,05
Cargos de nível superior
Veja o edital

A lista completa dos concursos abertos você pode acessar aqui.

Com informações do g1

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Fonte: SóNotíciaBoa