Pr. Marcelo Torres

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Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. David Scarinci

Pr. David Scarinci

Sede Estadual – PA   [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Márcio Candido

Pr. Márcio Candido

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Alexandre Teodoro

Pr. Alexandre Teodoro

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Weslley Santos

Pr. Weslley Santos

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Wadson Medeiros

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Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Ademir Pereira

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TSE admite atraso na apuração, mas diz que problema não afetará resultado

BRASÍLIA — O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que a demora na divulgação dos resultados da eleição este ano se deve à lentidão no processo de totalização dos votos. De acordo com o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, o problema não irá prejudicar o resultado do pleito.

— Houve um atraso na totalização dos resultados, por força de um problema técnico que foi exatamente o seguinte: um dos núcleos de processadores do computador que processa a totalização falhou e foi preciso repará-lo. Essa é a a razão técnica pela qual houve o atraso — disse Barroso, acrescentando:

— A ideia de que a demora possa trazer consequência para o resultado não faz nenhum sentido.

Inicialmente, a Corte havia divulgado que não havia problema na totalização, mas uma falha na comunicação entre o sistema que computa os votos e o que divulga os resultados. Essa informação foi corrigida.

Esta eleição é a primeira em que a totalização dos dados é feita toda pelo TSE, e não por cada um dos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Segundo a Corte, isso traria algumas vantagens, como economia e segurança.

Em coletiva de imprensa na noite de hoje, Barroso afirmou que a mudança foi feita antes de ele assumir o TSE e que ela pode ter relação com o problema.

— Não foi uma decisão minha. Eu tomei posse, já estava dessa forma. Eu não tive simpatia por essa opção, mas foi a opção estabelecida, e foi a que segui. Possivelmente, por ser uma novidade, pode estar na origem da instabilidade que sofremos — disse.

Segundo a Corte, o problema está sendo resolvido pelos técnicos, mas não foi dada uma previsão de quando isso ocorrerá. Ele disse também que "é possível" que a redução no número de servidores do TSE pode ter influenciado na lentidão.

O ministro Edson Fachin, que será presidente do TSE em 2022, disse que a centralização ocorreu por questões econômicas e, especialmente, por recomendação da área de segurança.

— Essa centralização da totalização se deu por uma opção sim de economicidade, mas especialmente por recomendações da área de segurança. E o TSE chamou para si essa responsabilidade. E, em vez de espargi-la por 27, desenvolvemos os afazeres necessários para cumprirmos com esse ônus. O ônus sempre tem consequência, mas optamos por segurança e higidez, em vez de celeridade — explicou.

No fim da noite, quando a maior parte dos resultados já era conhecido, Barroso voltou a falar com a imprensa. Ele agradeceu aos servidores da Justiça Eleitoral e afirmou que "a única consequência do problema foi uma demora de 3 horas".

No sábado, o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, disse que, com a centralização da apuração no TSE, foi possível baixar os custos. Além disso, como não há mais 27 possíveis alvos de ataque, a vulnerabilidade diminuiu. Janino destacou que datacenter do TSE tem certificados internacionais de segurança.

Fonte: O Globo

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