Pr. Márcio Candido

Pr. Márcio Candido

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Marcelo Torres

Pr. Marcelo Torres

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Alexandre Teodoro

Pr. Alexandre Teodoro

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Wadson Medeiros

Pr. Wadson Medeiros

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. David Scarinci

Pr. David Scarinci

Sede Estadual – PA   [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Weslley Santos

Pr. Weslley Santos

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Para conter inflação, juros básicos podem ter maior alta em 21 anos

O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) se reúne na próxima semana para decidir qual será a taxa básica de juros vigente na economia brasileira até o final de outubro. Com os recentes saltos da inflação, algumas projeções já sinalizam para a maior alta da Selic desde 2002.

A decisão pela variação recorde após quatro avanços consecutivos dos juros, que levaram a Selic ao atual patamar de 5,25% ao ano, deve levar em conta as surpresas trazidas pela alta disseminada da inflação dos últimos meses.

Somente em agosto, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 0,87% e registrou a maior alta para o mês dos últimos 21 anos. No acumulado dos últimos 12 meses, a variação dos preços encostou nos 10%, patamar já superado em oito capitais brasileiras.

A alternativa pela elevação da taxa de juros é o instrumento de política monetária mais utilizado para reduzir a inflação. Isso acontece porque os juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam outras alternativas de investimento.

Nesta terça-feira (14), o presidente do BC, Roberto Campos Neto, afirmou que o plano da autoridade monetária para combater a inflação mira horizonte mais longo e vai "fazer o que for necessário" para devolver o índice de preços à meta estabelecida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). Ainda assim, ele disse que o BC não terá reações precipitadas a cada novo dado inflacionário.

"A gente tem um instrumento na mão que vai ser usado da forma como ele precisa ser usado e a gente entende que a gente pode levar a Selic até onde precisar ser levada para que a gente tenha uma convergência da meta no horizonte relevante", afirmou Campos Neto em evento do banco BTG Pactual.

Entre as instituições financeiras ouvidas pelo BC, a mediana das expectativas até o final da semana passada apontam que a Selic vai subir para 6,25% ao ano, resultado de uma nova variação de 1 ponto percentual. No entanto, já existem apostas de que a alta dos juros será de até 1,5 ponto percentual, o que elevaria a taxa básica de juros a 6,75% ao ano.

O superintendente da assessoria econômica da ABBC (Associação Brasileira de Bancos), Everton Pinheiro de Souza Gonçalves, avalia que o veredito do BC deve elevar a taxa Selic em 1,25 ponto percentual na próxima quarta-feira (22), para 6,5% ao ano.

"A deterioração do balanço de riscos em relação à reunião anterior para inflação exige um aperto maior. Desse modo a nossa expectativa é de aumento de 1,25 ponto. Além disso, devem ocorrer mais elevações nas próximas reuniões do Copom, fechando o ano em 8,5%", prevê Gonçalves.

Desde o início do século, a Selic só subiu mais de 1 ponto percentual em duas oportunidades, em junho de 2001 (de 16,75% ao ano para 18,25% ao ano) e em dezembro de 2002 (de 22% ao ano para 25% ao ano).

Em posição semelhante à do último relatório Focus, a chefe de economia da Rico, Rachel de Sá, afirma que o Copom deve manter o mesmo ritmo do último encontro e elevar a Selic para 6,25% ao ano, o que resultaria em um novo aumento dos juros nas próximas reuniões do grupo.

"Por enquanto, a nossa visão é de que a Selic vai terminar o ano em 7,25% ao ano, mas essa projeção tem viés de alta, que estamos observando com bastante cuidado, porque não achamos que o Banco Central precisa acelerar o passo das movimentações", afirma Rachel.

Fonte: R7

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