Pr. Carlos Pinheiro

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Pr. William Alves

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Pr. Reinaldo Rosário

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Pr. Delson Campos

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Pr. Luciano Alves

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Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Crescio Rezende

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Pr. Emerson Stevanelli

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Pr. Regino Barros

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Pr. Joaquim Neto

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Raphael Batista

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Pr. Dionatan Freitas

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Neilton Rocha

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Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Wesley Santos

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Como funcionam os microchips implantados sob a pele que permitem pagar sem dinheiro ou cartão

"Tenho péssima memória", diz ele à BBC. Por isso decidiu implantar esse pequeno dispositivo que permite que ele não entre em pânico se esquecer as chaves de casa.

É o mesmo tipo de chip que está virando tendência na Suécia e em outros países ocidentais como Alemanha, Austrália e Nova Zelândia, onde há várias iniciativas para promover essa tecnologia futurista.

Um sistema "conveniente"

Um RFID, ao contrário de um código de barras, permite acesso remoto à informação que contém. Usa-se em dispositivos antirroubo, em estações de esqui e também nos chips de identificação para animais domésticos.

Também estão presentes na maioria dos smartphones e passaportes eletrônicos.

Mas nos últimos anos, seu uso em humanos ganhou ainda mais relevância. A Suécia lidera essa tendência.

O assunto começou a render manchetes em 2015, quando a Epicentes, uma empresa de tecnologia baseada em Estocolmo, causou certa polêmica ao anunciar que implantaria os chips nos seus funcionários.

Com um giro da mão, eles poderiam entrar no prédio, usar a máquina copiadora e pagar café.

"O maior benefício é a conveniência", diz o cofundador e diretor da companhia, Patrick Mesterton, em 2017. "Permite substituir muitas coisas, como o cartão de crédito ou as chaves".

 

Pagar com a mão

 

O chip permite realizar pagamentos contactless (sem contato), uma prática especialmente comum na Suécia, onde apenas 1% do valor de todas as transações foram feitas com dinheiro.

 

Algumas dessas transações são feitas em trens.

 

A companhia nacional de trens SJ, a maior do país, é a primeira do mundo a aceitar esse tipo de pagamento.

Quando passa o cobrador, alguns passageiros apenas colocam a mão perto do smartphone do funcionário, que está com o aplicativo aberto. A passagem impressa parece coisa do passado.

Cada pessoa que tem um microchip como esse na mão deve se inscrever no site da companhia para obter um número e poder pagar.

Stephen Ray, diretor de comunicação da SJ, conhece o sistema muito bem, e ele próprio tem um chip na mão.

A tela do celular do funcionário indica que o passageiro tem uma passagem comprada. Ali ele vê o número e o nome da pessoa.

 

"Opcional"

 

"A única informação que a SJ lê do microchip é o número de membro do programa de fidelização", diz Ray à BBC Mundo.

"Esse número não é confidencial e a privacidade dos clientes fica garantida, a nosso ver", acrescenta ele.

Por ora, essa tecnologia só é usada na empresa para viagens regionais. Mas o plano é ampliar o alcance.

Ainda assim, Ray acha que "nunca será obrigatório" para os clientes implantar o chip e que "é só um serviço opcional que ainda consideramos um teste".

Stephen diz que a ideia é que essa iniciativa se estenda para outras áreas e outros tipos de pagamento da vida cotidiana, como um cartão de crédito.

No entanto, nem todos são a favor do chip ou têm uma visão tão otimista sobre ele.

"Essa tecnologia reduz o número de cartões e dispositivos de que precisamos, os miniaturiza e faz com que nunca os percamos", disse Libberton à BBC News Mundo.

Mas o microbiólogo diz que fica preocupado com como os chips podem deixar vulnerável a privacidade e a segurança de seus usuários.

"À medida que esses chips são adotados em mais serviços digitais, revelarão mais dados. É um ponto frágil no que diz respeito à segurança", afirma.

"Imagina se você usa para destrancar sua casa ou acessar sua conta bancária. Temo que a conveniência permita acesso mais fácil a dados importantes."

E deixa uma pergunta no ar: "Os riscos serão ainda maiores quando começarem a incorporar dados biológicos nos chips. Se uma empresa sabe mais que você sobre sua própria saúde, quais serão as implicações éticas?"

 

Fonte: BBC

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