Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Eike Batista é preso novamente em operação da Lava Jato no Rio

O empresário Eike Batista foi preso na manhã desta quinta-feira 8 em operação da Lava Jato no Rio de Janeiro. Dois mandados de prisão, expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do RJ, são cumpridos pela Polícia Federal na cidade, além de quatro de busca e apreensão.

A ordem de prisão contra Eike é temporária (tem o prazo máximo de cinco dias, podendo ser renovada). Nova fase da Lava Jato, a Operação Segredo de Midas busca provas relativas à manipulação do mercado de capitais e à lavagem de dinheiro.

O blog Radar informa que o empresário foi detido novamente por causa da delação premiada do banqueiro Eduardo Plass, que colocou Eike como o elemento oculto em operações de compra de ações participações societárias realizadas por uma de suas empresas. Os investigadores, entretanto, avaliam que a delação não deve provocar grandes reviravoltas no universo político.

Eike, que chegou a ser o homem mais rico do Brasil, foi preso pela primeira vez em 2017, por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Ele permaneceu detido por cerca de três meses, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, até seguir para prisão domiciliar por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes em abril daquele ano.

A defesa de Eike se manifestou por meio de nota: “O advogado Fernando Martins informa que assim que obtiver acesso aos autos e motivos que fundamentaram a prisão de Eike Batista apresentará recurso, porque certamente essa nova ordem de prisão, assim como a anterior, carece de amparo legal.”

Em maio, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) condenou o empresário a pagar 536 milhões de reais por considerá-lo culpado pelo crime de “insider trading” ao negociar ações da petroleira OGX de posse de informação privilegiada. Além da multa financeira, a decisão também proibiu o empresário de atuar como administrador de companhia aberta ou no conselho fiscal por sete anos.

O processo, aberto em 2014, buscava apurar se Eike, na figura de acionista controlador e presidente do conselho de administração da OGX Petróleo, obteve lucro em cima de informações privilegiadas, vendendo ou comprando ações da OGX, antes que decisões importantes fossem divulgadas ao mercado.

Em julho deste ano, um leilão arrecadou 236,8 mil reais em bens da família do empresário. Foram arrematados dois jet skis, um carro blindado e um jet boat. O valor dos lances estavam com desconto de 20% por se tratar de uma segunda oferta.

Em 2018, Eike Batista foi condenado pela primeira vez a trinta anos de prisão pelo juiz Marcelo Bretas. Na sentença, ele oi considerado culpado dos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro, por sua participação em um esquema de propinas pagas ao então governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (MDB). Segundo a sentença, ele repassou 16,5 milhões de dólares (o equivalente a 64,4 milhões de reais pelo câmbio atual) ao esquema criminoso do ex-governador.

Fonte: VEJA

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