Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Caixas-pretas de avião que caiu na Etiópia são recuperadas

As caixas-pretas do avião da Ethiopian Airlines que caiu neste domingo 10foram recuperadas nesta segunda-feira, 11, segundo a companhia aérea. Ao todo, 157 pessoas, de 35 nacionalidades, estavam a bordo. Não houve sobreviventes.

Pouco depois de decolar, a aeronave caiu perto da cidade de Bishoftu, a 42 quilômetros da capital da Etiópia, Adis Abeba. Após o acidente, os órgãos de aviação da China, Indonésia e Ilhas Cayman decidiram suspender o uso dos aviões Boeing 737 Max 8.

O modelo é o mesmo que caiu na Indonésia em 29 outubro do ano passado, deixando 189 mortos. A aeronave pertencia à companhia Lion Air e tinha três meses de uso — a investigação ainda não chegou a uma conclusão sobre a causa da tragédia.

Os dispositivos recuperados do avião da Ethiopian Airlines nesta segunda são o gravador de voz da cabine do piloto e o gravador digital de dados de voo, segundo a empresa.

Os grupos de salvamento, incluindo vários estrangeiros, ainda estão na região tentando recuperar os corpos e determinar as causas do acidente.

A Etiópia vive nesta segunda luto oficial pelas vítimas do acidente, entre as quais figuram 32 quenianos, nove etíopes, 18 canadenses, oito italianos, oito chineses, oito americanos, sete britânicos e sete franceses, entre outras nacionalidades.

Além disso, também viajavam na aeronave 22 funcionários de diferentes agências da ONU, segundo informou a diretora-executiva da ONU-Habitat, Maimunah Mohd Sharif, em mensagem de condolências.

O avião, adquirido em novembro de 2018, decolou do aeroporto internacional de Adis Abeba às 8h38 local (2h38, em Brasília) de domingo e desapareceu dos radares às 8h44 horas (2h44, em Brasília).

A companhia explicou que o piloto tinha avisado à torre de controle que estava tendo “dificuldades” e pediu autorização para retornar ao aeroporto da capital etíope, instantes antes da perda de sinal.

A Ethiopian Airlines é a maior companhia aérea da África, com uma reputação considerada ótima em matéria de segurança aérea.

O último acidente registrado desta companhia ocorreu em 25 de janeiro de 2010, quando um Boeing 737-800 caiu no Mar Mediterrâneo, pouco depois de ter iniciado uma viagem desde Beirute rumo a Adis Abeba, o que provocou a morte de 90 pessoas.

Aeronaves Boeing 737 Max 8

Logo após o acidente, a Ethiopian Airlines e o governo da China anunciaram a suspensão de todos os voos com aeronaves do modelo Boeing 737 Max 8.  Nesta segunda, as autoridades de aviação da Indonésia e das Ilhas Cayman decidiram seguir o mesmo caminho.

Desde o acidente da Lion Air, o 737 Max enfrenta ceticismo por parte da comunidade aeroespacial. O programa apresentou problemas ainda na fase de desenvolvimento.

Em maio de 2017, a Boeing interrompeu os testes de voo dos 737 Max devido a problemas de qualidade do motor produzido pela CFM International, empresa de propriedade conjunta da Safran Aircraft Engines e GE Aviation.

O último acidente representa um grande golpe para a Boeing, cujos aviões Max são a última versão do 737, sua aeronave mais vendida de todos os tempos, com mais de 10 mil aparelhos produzidos.

A fabricante divulgou estar “profundamente entristecida” com o acidente da Ethiopian Airlines, e acrescentou que uma equipe técnica auxiliará nas investigações.

(Com EFE)

Fonte: VEJA

 

bannerMemorial

Dom. dia 24/03, às 8h Reunião do Santo Jejum   SEDE AMAZONAS           Av. Djalma Batista, 214 - Nsa. das Graças - Manaus - AM