Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Mercado financeiro prevê taxa básica de juros a 4,75% neste ano

Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central reduziram a previsão da taxa básica de juros da economia, a Selic, para este ano. Segundo análises compiladas no Boletim Focus desta segunda-feira, 30, a taxa de juros deve encerrar 2019 a 4,75% ao ano, novo patamar histórico. Na semana passada, a previsão era de 5%. Hoje, a Selic está em 5,5% ao ano.

Economistas consultados por VEJA já estimavam a Selic a 4,75% ao ano logo após o corte do Comitê de Política Monetária (Copom) em meados de setembro. O Copom é um órgão do Banco Central responsável pela definição da Selic e a condução da política monetária do país. A próxima definição sobre a taxa de juros está marcada para 30 de outubro e há um último encontro no ano agendado para dezembro. Este ano, o comitê já baixou 1 ponto porcentual na taxa básica de juros.

Na ata da reunião de setembro, o comitê sinalizou que deve continuar a baixar a taxa de juros para estimular a economia. No entanto, afirmou que é importante que as reformas, como a da Previdência e tributária, aconteçam.  

Além da revisão da Selic, os analistas consultados pelo Banco Central cortaram pela sétima semana consecutiva a estimativa da inflação para este ano. A projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,44% para 3,43% ao ano. O IPCA projetado pelo Focus está abaixo do centro da meta deste ano, definida em 4,25% pelo Conselho Monetário Nacional. A taxa, no entanto, está dentro da margem de erro, que é de 1,5 ponto percentual para baixo ou para cima (2,75% a 5,75%). Para 2020, o mercado manteve a estimativa do IPCA em 3,80%. No próximo ano, a meta da inflação é de 4%, com tolerância entre 2,5% e 5,5%. Os economistas também baixaram de 3,80% para 3,79% a previsão do IPCA para 2020.

PIB e dólar

O Focus também manteve as estimativas para o PIB do país. Em 2019, a economia brasileira deve expandir 0,87%, segundo os analistas de mercado financeiro consultados pelo BC. Para o ano que vem, a projeção é de alta de 2%. O PIB é a soma de todos os produtos e serviços produzidos em um país.

O próprio Banco Central tem uma perspectiva mais otimista, de alta de 0,90% no ano. O governo federal estima que o PIB cresça 0,85% ao ano. Qualquer uma das projeções, no entanto, representa retração da economia, já que o PIB de 2018 foi de 1,1%. O indicador é divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os analistas consultados pelo Banco Central também alteraram a previsão para o dólar comercial ao fim do ano. A estimativa do mercado é que a moeda termine 2019 vendida a 4 reais e na semana anterior a estimativa era de 3,95 reais. Os patamares ainda estão abaixo da cotação atual. Na sexta-feira, o dólar fechou vendido a 4,16 reais. Para 2020, a projeção é de que o dólar feche o ano em 3,91 reais – na semana passada era de 3,90 reais.

Fonte: VEJA

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