Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Weslley Santos

Pr. Weslley Santos

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Willian Alves

Pr. Willian Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Alexandre Teodoro

Pr. Alexandre Teodoro

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Polícia do Irã diz que não usou força letal em protestos

Após o Irã admitir que foi o responsável pela queda de um avião civil com 176 pessoas a bordo, milhares de manifestantes foram às ruas do país para protestar contra o governo. A polícia diz ter recebido ordens de não atirar contra os manifestantes, mas há relatos de que tiros foram disparados para dispersa-los.

Em vídeos publicados na internet, manifestantes pediam a renúncia do Líder Supremo, aiatolá Ali Khamenei, e o chamavam de mentiroso. Outros vídeos mostravam pessoas rasgando imagens do general Qasem Soleimani, morto após uma operação dos Estados Unidos que tinha o intuito de elimina-lo. Em uma universidade, os manifestantes se recusaram a pisar sobre a bandeira americana e a de Israel.

Em um comunicado, Hossein Rahimi, chefe de polícia de Teerã, disse que “nos protestos, a polícia não atirou de forma nenhuma, porque os policiais da capital foram ordenados a mostrar comedimento”. Além da capital, as cidades de Shiraz, Esfahan, Hamedan e Orumiyeh também tiveram manifestações.

Mas a revolta que se formou na opinião pública iraniana, poucos dias após do funeral de Soleimani ter atraído milhares de pessoas às ruas, veio após o governo negar, via porta-vozes e ministros, a culpa pela queda do avião que matou todos a bordo nos arredores de Teerã.

A admissão da culpa ocorreu somente três dias após o abate. Neste meio termo, somente os governos do Canadá e do Reino Unido (que possuíam nacionais dentro do voo) mudaram de opinião quanto ao motivo da queda. Já a Ucrânia foi o único país que esperou uma posição iraniana e tratando o assunto com precaução.

Enquanto as tensões entre estados Unidos e Irã estarem diminuindo após uma semana de iminência de guerra, Teerã enfrenta as tensões sociais se elevando dentro de seu território. Em menos de três meses, a população foi às ruas para protestar contra o governo.

Em novembro de 2019, as ruas foram tomadas em protesto contra um novo pacote econômico elaborado pelo governo que tinha o objetivo de contornar a crise gerada pelas sanções dos Estados Unidos principalmente no setor do petróleo. Na época, centenas foram mortos e outros milhares ficaram feridos.

(Com Reuters)

Fonte: VEJA

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