Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Marcelo Torres

Pr. Marcelo Torres

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Alexandre Teodoro

Pr. Alexandre Teodoro

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Weslley Santos

Pr. Weslley Santos

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Márcio Candido

Pr. Márcio Candido

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Mercado financeiro baixa para 3,58% a previsão de inflação para 2020

Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central revisaram ligeiramente para baixo a previsão para a inflação em 2020. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira, 13, a previsão é que o indicador feche o ano em 3,58%, enquanto na semana passada a previsão era de 3,60%. A aposta do mercado é que os preços desacelerem e fiquem abaixo do patamar de 2019.

A previsão está abaixo da meta prevista pelo governo para este ano, que é de 4%. Porém, há uma margem de tolerância de um ponto e meio porcentual para baixo ou para cima. Essa foi a primeira edição do boletim após os resultados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2019, que fechou em 4,31%, pouco acima do centro da meta e também maior que a última previsão do mercado, de 4,13%. Segundo o IBGE, responsável pela divulgação do resultado da inflação, o IPCA de 2019 aumentou por causa da disparada no preço das carnes no fim do ano.

A previsão para o crescimento da economia ficou estável nesta semana. A projeção é que o Produto Interno Bruto do país feche o ano em 2,3%. Caso se confirme, será o maior crescimento desde 2013, quando o Brasil registrou PIB de 3%. Os resultados de 2019 serão conhecidos em março, mas a expectativa do mercado é que o país tenha crescido 1,17%, pouco acima do resultado de 2018, de 1,10%.

Outros indicadores

O mercado manteve a previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, no fim de 2020 em 4,5% ao ano. Atualmente, a taxa de juros já está nesse patamar, o menor da história. Com isso, o mercado segue prevendo juros estáveis no ano que vem. O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne no início de fevereiro para definir sobre a política monetária em 2020 e, em sua última reunião, fez mistério para onde pode caminhar a taxa.

No câmbio, o mercado financeiro projeta que o dólar termine 2020 vendido a 4,04 reais, abaixo dos 4,08 reais da semana anterior. Na última sexta-feira, a moeda americana fechou o pregão cotada a 4,10 reais. A expectativa é que a assinatura de um acordo entre EUA e China pressione menos o valor da moeda americana.

Fonte: VEJA

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