Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Alexandre Teodoro

Pr. Alexandre Teodoro

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Márcio Candido

Pr. Márcio Candido

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Marcelo Torres

Pr. Marcelo Torres

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Weslley Santos

Pr. Weslley Santos

Sede Estadual – AL [email protected]

Polícia de MG investiga possível sabotagem de ex-funcionário de cervejaria

A Polícia Civil de Minas Gerais trabalha com a hipótese de um ex-funcionário da cervejaria Backer estar envolvido na contaminação da cerveja Belorizontina com a substância tóxica dietilenoglicol. A possível evidência é um boletim de ocorrência por ameaça de morte registrado por um supervisor da empresa contra um funcionário demitido em 19 de dezembro. Sem entrar em detalhes da investigação, a corporação diz oficialmente que trabalha com todas as possibilidades. Uma coletiva de imprensa para prestar esclarecimentos sobre o caso foi convocada para as 10h desta segunda-feira, 13.

Em nota, a Polícia Civil informou que a pessoa que registrou o boletim de ocorrência não voltou à delegacia para dar continuidade à ação penal. Por essa razão, o processo não avançou. “Tendo em vista que a pessoa que registrou o referido boletim não foi à delegacia representar pela continuidade da ação penal, não foi instaurado Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO, registro de infrações de menor potencial ofensivo)”, explicou. “Independentemente deste fato, a Polícia Civil não descarta nenhuma possibilidade”, acrescentou.

Os peritos do Instituto de Criminalística trabalharam no fim de semana na análise de amostras de cerveja recolhidas na Backer na última quinta-feira, 9. Os laudos ficarão prontos nos próximos dias. As autoridades suspeitam que lotes de cervejas produzidas pela fábrica mineira podem ter sido contaminadas pela substância dietilenoglicol e intoxicado consumidores. Uma pessoa morreu e os outras nove continuam em tratamento.

Tóxico, o dietilenoglicol costuma ser usado em sistemas de refrigeração devido a suas propriedades anticongelantes. Exames realizados pelo Instituto de Criminalística comprovaram a presença da substância em amostras da cerveja Belorizontina, da Backer (lotes L1-1348 e L2-1348), que foram recolhidas nas residências de pacientes internados. A Backer garante que não utiliza a substância em nenhuma etapa do processo de fabricação de seus produtos.

(Com Agência Brasil)

Fonte: VEJA

bannerMemorial

Aguarde Novas Atualizações