Pr. Ademir Pereira

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Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Delson Campos

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Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Neilton Rocha

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Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Márcio Silva

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Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Joaquim Neto

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Pr. Dionatan Freitas

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Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Marcelo Torres

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Pr. Regino Barros

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Pr. Luciano Alves

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Weslley Santos

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Pr. Jean Vilela

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Irã fracassa em pôr satélite em órbita

Irã lançou neste domingo, 9, um satélite no espaço “com sucesso”, mas não conseguiu colocá-lo em órbita, em um revés por seu programa espacial que os Estados Unidos acusam de encobrir o desenvolvimento de seus mísseis.

“O Simorgh (foguete) lançou com sucesso o satélite Zafar no espaço, mas o lançador não atingiu velocidade suficiente para colocar o satélite na órbita desejada”, disse Ahmad Hoseini, porta-voz do Ministério da Defesa, segundo uma fonte de televisão.

O ministro iraniano de telecomunicações Mohamad Javad Azari Jahromi admitiu no Twitter que o lançamento “falhou”. “Mas somos IMPARÁVEIS! Temos outros grandes satélites iranianos por vir!”, acrescentou.

O satélite foi lançado às 19h15 (horário local, 12h45 horário de Brasília) e cumpria os planejados “90% de sua trajetória”, com 540 km de altura, disse Hoseini. “Com a ajuda de Deus e as melhorias que faremos nos próximos lançamentos, essa parte da missão também se desenvolverá bem”, disse .

“Atingimos a maioria dos objetivos que tínhamos e adquirimos dados e, em um futuro próximo, analisando esses dados, prosseguiremos para as próximas etapas”, afirmou Hoseini.

Provocação

Esse lançamento, que os Estados Unidos chamaram de “provocação”, ocorreu em um contexto de tensões entre Teerã e Washington, depois que os Estados Unidos se retiraram unilateralmente de um acordo sobre o programa nuclear iraniano em maio de 2018, e restabeleceram uma série de sanções contra a República Islâmica.

Os Estados Unidos acusam o Irã de violar a resolução 2231 do Conselho de Segurança da ONU, que determina que “não se realize nenhuma atividade ligada a mísseis balísticos projetados para transportar cargas nucleares, o que inclui disparos de projéteis que utilizam a tecnologia desses mísseis”.

O programa de satélites da República Islâmica preocupa os ocidentais, mas o chefe da agência espacial nacional, Morteza Berari, afirmou que o Irã defende o “uso pacífico do espaço”. “Todas as nossas atividades no campo espacial são transparentes”, afirmou.

O satélite lançado pesava 113 quilos e deveria ser capaz de fazer 15 voltas completas por dia em torno da Terra. Ele deveria ser colocado em órbita a 530 km da Terra pelo lançador Simorgh, que não conseguiu atingir a velocidade necessária para fazê-lo.

Sua “missão principal” era “coletar imagens”, em particular para estudar e prevenir terremotos, “prevenir desastres naturais” e desenvolver a agricultura.

O chefe da agência espacial iraniana também indicou que sua organização planeja concluir a construção de “cinco outros satélites antes do final do ano [iraniano] de 1399”, ou seja, março de 2021.

Novo míssil balístico

Neste domingo, a Guarda Revolucionária, o exército ideológico do regime, também lançou um míssil balístico de curto alcance que, segundo ela, poderia ser impulsionado por um reator de “nova geração” projetado para colocar satélites em órbita.

“As conquistas reveladas hoje são a nossa chave para entrar no espaço”, disse o general Hossein Salami, chefe da Guarda, revelando o míssil e o novo reator, equipado com um “bico móvel” permitindo “manobrabilidade além da atmosfera”.

Em janeiro de 2019, Teerã fracassou em colocar em órbita seu satélite Payam, que as autoridades disseram ter como objetivo coletar dados ambientais.

Neste domingo, respondendo a um tuíte perguntando o que o Irã faria se o lançamento de Zafar falhar, o ministro Jahromi disse: “Vamos tentar novamente”. O lançamento de Zafar acontece dois dias antes do 41º aniversário da Revolução Islâmica e quase duas semanas antes das eleições legislativas.

Fonte: VEJA

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