Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Márcio Candido

Pr. Márcio Candido

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Alexandre Teodoro

Pr. Alexandre Teodoro

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Marcelo Torres

Pr. Marcelo Torres

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Weslley Santos

Pr. Weslley Santos

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Governadores farão reunião para discutir coronavírus e Bolsonaro

Os 27 governadores do Brasil farão uma reunião no final da tarde desta quarta-feira, 25, para discutir a pandemia de coronavírus e a crise política desencadeada por pronunciamentos do presidente Jair Bolsonaro, que tem criticado as ações adotadas pelos estados nos últimos dias.

Segundo o governador João Doria (PSDB), a reunião, que será feita por videoconferência das 16h às 18h, foi convocada em razão da “gravidade da situação do país” e do “comportamento do presidente da República”.

Será a primeira reunião conjunta de todos os governadores desde o início da crise causada pelo avanço do novo coronavírus.

Após o pronunciamento da noite da terça-feira 24, o presidente Jair Bolsonaro afirmou, na saída do Palácio da Alvorada, que “alguns poucos governadores, em especial os do Rio [Wilson Witzel] e São Paulo [João Doria]” e autoridades municipais estão tomando medidas “além da normalidade”. “São verdadeiros donos de seus estados e municípios, proibindo o tráfego de pessoas, tráfego de rodovias, fechando empresas e comércios”, acrescentou. 

Bolsonaro também afirmou que pedirá ao Ministério da Saúde que mude a recomendação de isolamento social para manter em quarentena apenas idosos e pessoas com doenças prévias. Na avaliação de Bolsonaro, “é preciso botar povo para trabalhar e preservar idosos”, pois, caso contrário, pode haver “caos” e o “colapso financeiro”, o que, segundo o presidente, pode fazer com que o Brasil saia “da normalidade democrática”.

Pouco depois, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), fez um duro pronunciamento, com críticas às declarações de Bolsonaro. Caiado afirmou que Bolsonaro foi “irresponsável” e criticou duramente os termos “gripezinha” e “resfriadinho”, usados pelo presidente para classificar os sintomas do coronavírus. A doença já matou 46 pessoas no Brasil e mais de 19.000 em todo o mundo.

“Tanto na política como na vida, a ignorância não é uma virtude”, disse Caiado, em entrevista coletiva no Palácio das Esmeraldas. A frase usada pelo governador faz referência a uma fala de 2016 do ex-presidente americano Barack Obama contra o populismo manifestado pelo então candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump.

“Não posso admitir e nem concordar com um presidente que vem a público sem ter consideração com seus aliados, sem ter respeito. Fui aliado de primeira hora durante todo o tempo, mas não posso admitir que venha agora, um presidente da República, lavar as mãos e responsabilizar outras pessoas pelo colapso econômico e pela falência de empregos que amanhã venham a acontecer. Não faz parte da postura de um governante. Um estadista tem que ter a coragem de assumir as dificuldades. Se existem falhas na economia, não tente responsabilizar outras pessoas. Assuma sua parcela”, disse Caiado.

Fonte: VEJA

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