Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Weslley Santos

Pr. Weslley Santos

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Alexandre Teodoro

Pr. Alexandre Teodoro

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Marcelo Torres

Pr. Marcelo Torres

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Márcio Candido

Pr. Márcio Candido

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – PR [email protected]

Doze mil israelenses confinados por engano

Deu errado a tentativa do governo israelense de rastrear, pelo telefone, pessoas que tiveram contato com infectados pelo novo coronavírus. Cerca de 30 mil foram obrigados a fazer quarentena após receberem uma mensagem do Shin Bet, a agência de segurança israelense, como forma de conter o novo surto da doença. Mas a maioria foi confinada por engano, conforme admitiu o diretor da agência em audiência no Parlamento.

Doze mil, dos 20 mil israelenses que recorreram da decisão, acabaram sendo liberados do isolamento forçado, explicou Nadav Argaman. Grande parte alegava que não estava perto na hora ou no local referidos na mensagem de texto pelo Shin Bet.

Polêmico e criticado por grupos de direitos à privacidade, o sistema se revelou falho para este tipo de monitoramento em massa. O próprio diretor do Shin Bet foi contrário à sua reativação, após ter sido suspenso em junho, sob o argumento de que as tecnologias tinham como alvo operações de contraterrorismo e não o rastreamento maciço de cidadãos israelenses.

A agência de segurança israelense pagou um preço alto pelo seu uso na medida em que precisou divulgar seus métodos intrusivos, avaliam as pesquisadoras Tehilla Shwartz Altshuler e Rachel Hershkowitz, do Instituto de Democracia de Israel, em artigo publicado no Brookings Institution. Até o início da pandemia de Covid-19 o programa era secreto e só foi revelado por ser implementado para rastrear a propagação do vírus.

Diante do aumento da taxa de infecções -- 1.300 novos casos nas últimas 24 horas -- o governo tomou novas medidas drásticas, bloqueando bairros e restringindo aglomerações. Ressuscitou também, com o aval do Parlamento, o sistema de monitoramento digital, dando acesso ao Shin Bet dos telefones celulares de todos os seus cidadãos.

Após receber o aviso de que esteve em contato com alguém com Covid-19, quem não obedece à ordem da quarentena de 14 dias paga multa ou pode até ser preso pelo mesmo número de dias. O sistema falho ainda gerou outra distorção improdutiva: para burlar o confinamento, que consideravam injusto, os israelenses começaram a sair de casa sem o celular.

Fonte: G1


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