Pr. Marcelo Torres

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Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Márcio Candido

Pr. Márcio Candido

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Fábio Henrique

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Pr. Márcio Silva

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Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Ademir Pereira

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Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Luciano Alves

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Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Weslley Santos

Pr. Weslley Santos

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

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Pr. Alexandre Teodoro

Pr. Alexandre Teodoro

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Dionatan Freitas

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Nota de R$ 200: comerciantes avaliam impactos da novidade e temem problemas com troco

O Banco Central (BC) lançou, na quarta-feira (dia 2), a nova cédula de R$ 200, que tem como cores predominantes o cinza e o marrom e é do mesmo tamanho que a nota de R$ 20. E mesmo sem ter muitos exemplares circulando ainda, a existência dela já pede ao comércio algumas adaptações. Gabriel Nunes, dono do Café Flamengo, por exemplo, já avalia o quanto precisará deixar no caixa do negócio para trocos.

— Todo dia de noite, a gente recolhia parte do faturamento. Na manhã seguinte, tinha R$ 400 no caixa, para dar troco e eventualmente pagar algum fornecedor, como o de gelo. Agora, vamos ter que pensar em ter mais dinheiro disponível no caixa, que é uma quantia que não podemos usar e fica mais exposta — diz o comerciante.

O cafézinho do dia é pago em dinheiro por 20% dos clientes, segundo Gabriel. E a possibilidade de chegarem notas de R$ 200 no negócio pode trazer outro problema, segundo ele: engarrafamento na fila.

— É uma situação delicada, pois a gente não quer gerar uma embolação na hora do pagamento, quando a pessoa está indo embora. Também não quer enchê-la de moedas. Mas talvez a gente tenha que dar R$ 180 de troco de uma vez. Será uma preocupação também saber se a nota entregue pelo cliente é verdadeira ou não. Temos aqui a caneta que verifica isso, mas na correria, é algo que nem sempre a gente consegue usar. O receio existe, ainda mais por ser uma nota nova — avalia.

Os empreendedores que vendem produtos baratos são os mais apreensivos com a novidade.

— Pois para dar troco fica horrível. Nem sempre vamos ter e, com isso, podemos perder venda — analisa Tatiana Cristina, dona da Taty Make Moda Fitness, que monta uma barraca no bairro do Andaraí, na Zona Norte do Rio, e atende clientes por delivery em bairros próximos.

Seus produtos custam a partir de R$ 3, e isso contribui para que 70% das vendas feitas por ela sejam pagas em dinheiro, mesmo aceitando cartão. Na Cardoso Brownie, em Mesquita, Baixada Fluminense, os doces partem de R$ 10, e o problema se repete.

— Trabalho com delivery e iFood e, às vezes, o cliente não quer pagar pelos aplicativos. Então, pede troco para R$ 50 ou R$ 100. Agora, vamos ter que nos preparar para o possível pagamento com a nota de R$ 200, que vai levar todo o dinheiro trocado do caixa. Imagina uma compra de R$ 30 sendo paga com uma nota de R$ 200 — diz Mônica Cardoso, acrescentando: — Teremos que enviar essa quantia alta, que vai ficar circulando num envelope no bolso de um motoboy pela cidade.

Conforme o tíquete médio dos clientes aumenta, a preocupação dos donos de negócios diminui. No posto de gasolina Palácio Guanabara, os clientes gastam, em média, R$ 70 a cada ida ao estabelecimento. E apenas 10% dos pagamentos são feitos em dinheiro.

— A nota de R$ 200 não nos preocupa muito, pois os abastecimentos, em sua grande maioria, são pagos com cartão ou pelo aplicativo. Ainda vejo uma vantagem, que é a redução do volume de dinheiro na pista, pois ao recebermos duas notas de R$ 200, já jogaremos no cofre e, assim, reduziremos o volume em mãos — conta Ederson Carvalho, encarregado de pista.

Na Sissi Chic, loja de roupas em Copacabana, os gastos dos clientes ficam em torno de R$ 75. Apenas de 5% a 8% são pagos em dinheiro.

— As pessoas compram muito no cartão. Então, essa questão de troco não me preocupa — pontua Vania Nascimento, dona da loja.

Fonte: Extra Globo


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