Pr. Weslley Santos

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Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Ademir Pereira

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Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Alexandre Teodoro

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Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

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Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Márcio Candido

Pr. Márcio Candido

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

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Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

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Pr. Marcelo Torres

Pr. Marcelo Torres

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Wadson Medeiros

Pr. Wadson Medeiros

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. David Scarinci

Pr. David Scarinci

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Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

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Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

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Após 6 altas seguidas, vendas do comércio caem 0,1% em novembro

As vendas do comércio varejista caíram 0,1% em novembro, na comparação com outubro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)impactadas principalmente pelo recuo nas vendas dos supermercados em meio à alta da inflação. O resultado interrompeu uma sequência de 6 altas seguidas.

O resultado veio abaixo do esperado. A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 0,40% na comparação mensal e de avanço de 4,90% sobre um ano antes.

Setor ainda acumula alta no ano de 2020

No acumulado entre janeiro e novembro, o setor ainda registra alta de 1,2%. Em 12 meses, manteve avanço de 1,3% em novembro, sinalizando estabilidade no ritmo das vendas em relação a outubro.

No acumulado de 2020, as atividades com melhor desempenho foram móveis e eletrodomésticos (11,6%) e artigos farmacêuticos, medicinais, ortopédicos e de perfumaria (7,7%).

Pelo conceito varejo ampliado, que inclui "Veículos, motos, partes e peças" e de "Material de construção", o volume de vendas cresceu 0,6% em relação a outubro e 4,1% na comparação com novembro de 2019. No acumulado no ano e nos últimos 12 meses, ainda há queda, de 1,9% e de 1,3%, respectivamente.

Veja o desempenho de cada uma das atividades em novembro

-Combustíveis e lubrificantes: -0,4%

-Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: -2,2%

-Tecidos, vestuário e calçados: 3,6%

-Móveis e eletrodomésticos: -0,1%

-Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: 2,6%

-Livros, jornais, revistas e papelaria: 5,6%

-Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: 3%

-Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 1,4%

-Veículos, motos, partes e peças: 3,5% (varejo ampliado)

-Material de construção: -0,8% (varejo ampliado)

-Impacto da inflação nas vendas

Das 8 atividades investigadas pelo IBGE, 5 cresceram na comparação com o outubro, porém hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que têm peso de cerca de 45% no índice geral, apresentaram retração de 2,2%, pressionando o resultado de novembro. na comparação com outubro.

Segundo o gerente da pesquisa, foi o desempenho dos hiper e supermercados, prejudicados sobretudo pela inflação, que impediu a percepção do impacto positivo da Black Friday no resultado mensal do setor.

Black Friday impulsiona alta na comparação com 2019

Embora as vendas tenham ficado praticamente estáveis em relação à outubro, houve alta na comparação com novembro do ano passado, refletindo também as promoções da Black Friday.

Segundo o IBGE, a Black Friday impacta principalmente as atividades de outros artigos de uso pessoal, móveis e eletrodomésticos, além de equipamentos de escritório, informática e comunicação. Sendo que, em novembro, essas duas primeiras atividades tiveram um desempenho bem superior ao do ano anterior, ao contrário dos equipamentos de escritório e informática, que ficaram 9,9% abaixo do mesmo período de 2019.

"Esses resultados também refletem o fato de as pessoas estarem ficando mais em casa”, destacou Santos.

Ele enfatizou, ainda, que da taxa de 3,4% de crescimento das vendas do setor nesta base de comparação, 3,1 p.p. foram de impacto direto da Black Friday.

Perspectivas

Após o forte tombo no 1º semestre, o comércio tem sido um dos destaque de recuperação da economia, tendo retomado já em agosto o patamar pré-pandemia, mas mostrou perda de fôlego na reta final do ano.

Na quarta-feira, o IBGE mostrou que o setor de serviços cresceu 2,6% em novembro, mas ainda se encontra 3,2% abaixo do patamar de fevereiro. Já a indústria cresceu 1,2% em novembro, mas acumula queda de 5,5% na parcial de 2020.

Analistas avaliam que o setor varejista passou a enfrentar um cenário mais desafiador em 2021 diante da maior cautela dos consumidores em meio a um cenário ainda complicado do mercado de trabalho e com o término dos auxílios do governo. O Índice de Confiança do Comércio (ICOM), por exemplo, recuou pelo terceiro mês seguido em dezembro.

Os economistas do mercado financeiro estimam um tombo do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,37% em 2020, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Para 2021, projetam uma alta de 3,41%.

Os analistas do mercado passaram a projetar também uma Selic em 3,25% no final de 2021 e em 4,75% em 2022.

Fonte: G1


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