Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Marcelo Torres

Pr. Marcelo Torres

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Weslley Santos

Pr. Weslley Santos

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Wadson Medeiros

Pr. Wadson Medeiros

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Alexandre Teodoro

Pr. Alexandre Teodoro

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Márcio Candido

Pr. Márcio Candido

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. David Scarinci

Pr. David Scarinci

Sede Estadual – PA   [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

AstraZeneca nega baixa eficácia da vacina de Oxford em idosos

Após a mídia alemã informar durante o fim de semana que a vacina anti-covid desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca teria uma eficácia menor de 10% em idosos acima de 65 anos, a empresa se pronunciou oficialmente sobre o caso.

Segundo a farmacêutica, os dados apresentados nas matérias dos jornais Handelsblatt Bild estão "completamente errados".

Já o ministro da Saúde da Alemanha, Jens Spahn, informou que as reportagens "são pura especulação" e que o governo não teme a aprovação do imunizante AZD 1222 - afirmando ainda que o valor de 8% de eficácia foi feito por uma confusão de dados.

Conforme Spahn, o estudo mostra que "cerca de 8% dos participantes nos testes de eficácia da AstraZeneca tinham entre 56 e 69 anos, e três a quatro por cento tinham acima dos 70".

"Isso não é o número da eficácia de apenas 8% entre idosos", acrescentou o ministro.

No entanto, tanto o governo alemão como diversos cientistas já se manifestaram preocupados com o fato de poucos idosos terem sido incluídos na fase 3 de testes. O problema, inclusive, foi destacado no estudo publicado pela revista científica The Lancet no início de dezembro.

Outra dúvida sobre a eficácia da vacina da Oxford/AstraZeneca vem pelo fato de ter ocorrido um erro durante os testes, em que um grupo recebeu duas doses completas do imunizante e outro recebeu uma dose e meia. No primeiro, a eficácia global foi de 62% e, no segundo, foi de 90% - dando uma média de 70,4% de prevenção.

No fim de dezembro, pouco antes do governo do Reino Unido ser o primeiro a dar a aprovação para uso emergencial da vacina, o CEO da AstraZeneca, Pascal Soriot, informou em entrevista ao The Sunday Times que foi encontrada "uma fórmula vencedora" que "garante" uma eficácia de 95% na prevenção da covid-19" e de "100% contra formas graves".

É esperado que a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) dê a liberação para uso emergencial da AZD 1222 até o fim desta semana. No entanto, de acordo com as matérias dos jornais alemães, o governo de Berlim está preocupado que a autorização não seja dada aos maiores de 65 anos - apenas para outros grupos prioritários.

Além do Reino Unido, a vacina Oxford/AstraZeneca já está sendo aplicada no Brasil, na Índia, na Argentina, entre outros. E, em todos, a liberação foi para maiores de 18 anos sem limite de idade.

Fonte: R7


bannerMemorial

Aguarde Novas Atualizações