Pr. Neilton Rocha

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Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Jean Vilela

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Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Weslley Santos

Pr. Weslley Santos

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Wadson Medeiros

Pr. Wadson Medeiros

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Alexandre Teodoro

Pr. Alexandre Teodoro

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. David Scarinci

Pr. David Scarinci

Sede Estadual – PA   [email protected]

Pr. Marcelo Torres

Pr. Marcelo Torres

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Márcio Candido

Pr. Márcio Candido

Sede Estadual – PE [email protected]

Juros do cartão em fevereiro recuam após 4 altas seguidas

A taxa de juros do cartão de crédito teve leve recuo em fevereiro após quatro altas seguidas, chegando a 326,7% ao ano no mês. Por outro, a taxa do cheque especial acelerou, pelo quarto mês consecutivo, e custava 124,9% ao ano no mesmo período. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Banco Central. Esses percentuais são as médias de juros cobrados pelos bancos dos clientes que tomam dinheiro emprestado nas duas modalidades, as mais caras do mercado.

No caso do cartão de crédito, uma dívida de R$ 1.000 tomada em fevereiro de 2021 vai se tornar, de forma hipotética, em um saldo devedor de R$ 4.267 com a taxa média praticada pelos bancos brasileiros. Portanto, a dívida vai mais do que quadruplicar em 12 meses.

Já no caso do cheque especial, a mesma dívida de R$ 1.000 vai saltar para R$ 2.249 dentro de um ano. Ou seja, o débito vai mais do que dobrar.

Opção mais em conta

O crédito consignado, aquele que tem desconto na folha de pagamento do funcionário, é uma das linhas de empréstimo mais baratas do mercado e se apresenta como alternativa para o cheque especial e o cartão de crédito.

A taxa de juros nessa linha de crédito praticamente se manteve estável, na média, baixando de 18,9% para 18,8% ao ano na passagem de janeiro para fevereiro. É a melhor opção para quem precisa de dinheiro emprestado.

No mesmo exemplo da dívida hipotética de R$ 1.000, se feita no crédito consignado, passaria a custar R$ 1.188 depois de um ano.

Para servidores públicos, a taxa é ainda menor e atinge 16,2% no crédito consignado. Para os beneficiários do INSS, (aposentados e pensionistas) a taxa em fevereiro ficou em 21,2%. E aos trabalhadores da iniciativa privada, o índice médio foi de 30,3% ao ano no mês passado.

Todas perderam ritmo no mês passado e, portanto, continuam sendo as melhores alternativas para quem precisa de dinheiro emprestado.

Fonte: R7


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