Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. David Scarinci

Pr. David Scarinci

Sede Estadual – PA   [email protected]

Pr. Jean Vilela

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Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Neilton Rocha

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Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Luciano Alves

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Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

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Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Márcio Candido

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Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Ademir Pereira

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Delson Campos

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Pr. Marcelo Torres

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Pr. Alexandre Teodoro

Pr. Alexandre Teodoro

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Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

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Pr. Wadson Medeiros

Pr. Wadson Medeiros

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Pr. Weslley Santos

Pr. Weslley Santos

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Pr. Carlos Pinheiro

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Famílias estão indo menos ao mercado e gastando 30% mais, aponta pesquisa

Uma pesquisa elaborada pela Sodexo Benefícios e Incentivos entre março e junho de 2020 e divulgada recentemente mostra que os consumidores do Estado do Rio passaram a ir menos vezes a supermercados, atacadistas e açougues: entre o momento atual e o anterior à pandemia, os cidadãos fluminenses reduziram em 22,77% a frequência de ida às compras. Em contrapartida, as famílias aumentaram em 29,44% o valor médio gasto com o uso do cartão-alimentação nesses estabelecimentos.

O responsável pela área de Estabelecimentos da Sodexo, Antônio Alberto Aguiar, avalia que o cenário desafiador impacta diretamente no bolso dos consumidores. André Braz, economista da Fundação Getulio Vargas (FGV), acrescenta que muitos alimentos tiveram grandes reajustes nos últimos 12 meses até março de 2021.

Neste período, o arroz subiu 63,56%, o feijão preto teve aumento de 51,03%, e as carnes ficaram 31% mais caras. Além disso, o óleo de soja apresentou variação de 81,73%, e o preço do leite longa vida registrou alta de 15,75%, segundo dados do IBGE, responsável pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Esses itens essenciais ficaram bem mais caros, e qualquer ida ao mercado pode representar um gasto elevado. Apesar disso, o resultado da pesquisa também tem relação com a mudança de hábito de consumo dos brasileiros na pandemia.

Para evitar a exposição ao coronavírus, as pessoas reduziram as idas aos supermercados e passaram a fazer listas de compras mais extensas, para que a dispensa ficasse cheia por mais tempo.

A professora de Economia e coordenadora dos mestrados do Ibmec/RJ, Ana Beatriz Mello, diz que a redução das idas às compras também pode ser justificada pela disseminação dos e-commerces dos mercados.

Já a alta do tíquete médio pode ter ocorrido porque, ao respeitar o isolamento social e adotar o home office, as idas a restaurantes foram substituídas por refeições em casa.

— Com mais gente em casa, não dá para pedir delivery para todo mundo o tempo todo. Dividir uma pizza é fácil, mas dividir o prato do dia a dia com quatro, cinco pessoas é complicado. Fica caro. Então, foi preciso reforçar a dispensa — completa Braz.

Fonte: Extra Globo


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