Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Cabral pede desculpas ao Juiz Marcelo Bretas e nega dossiê

O ex-governador do estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), pediu desculpas ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, e negou ter participado da montagem de um suposto dossiê para prejudicar o juiz. Cabral depôs nesta última quarta-feira (8), em audiência da Operação Fatura Exposta, que investiga pagamentos de propinas de empresas do setor de saúde a políticos e integrantes do governo de Cabral.

“Eu até me exaltei, e o senhor me desculpa, naquela situação. Não há nada meu pessoal contra o senhor. Estão falando aí de um dossiê. Imagina, eu jamais faria. Eu nunca fiz isso com ninguém, ainda mais preso. Não é da minha índole, eu jamais agiria dessa maneira”, disse Cabral, em referência à denúncia de que ele teria mandado levantar informações sobre Bretas e sua esposa na Polícia Civil.

Cabral negou que tivesse recebido vantagens em propinas pagas por empresas fornecedoras de produtos e serviços hospitalares, envolvendo o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), dirigido à época pelo médico Sérgio Côrtes, que depois foi seu secretário de Saúde e também se encontra preso. Disse que desconhecia quaisquer irregularidades nesse esquema e garantiu que o dinheiro que recebeu de empresários foi referente a caixa dois de campanhas políticas.

Ao final do interrogatório, que durou cerca de 45 minutos, Cabral apertou a mão de Bretas. Por causa de desavença na última audiência, quando Cabral revelou conhecer detalhes da vida da família de Bretas, o juiz chegou a pedir sua transferência para um presídio federal, o que só não ocorreu pela concessão de um habeas corpus pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A versão de Cabral foi contestada, porém, pelo seu ex-assessor de governo Carlos Miranda, interrogado logo em seguida, e que confirmou o pagamento recorrente de valores de empresas da área médica a Cabral e Côrtes. Segundo Miranda, que era responsável por arrecadar o dinheiro da propina, o valor girou em torno de 16 milhões de reais durante os oito anos em que Cabral ficou a frente do governo do Rio, entre 2007 e 2014.

Fonte: VEJA


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