Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Joaquim Neto

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Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

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Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Danyel Pagliarin

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Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

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Postos recebem combustível e paralisação começa a perder força

A paralisação dos caminhoneiros começa a dar sinais de enfraquecimento nesta quarta-feira (30) após dez dias de protestos em diversos estados do país contra o aumento do óleo diesel.

As filas para reabastecer veículos diminuem aos poucos nos postos, mas a estimativa das distribuidoras é de que ao menos uma semana será necessária para a normalização do abastecimento.

"Situação está se normalizando em SP", diz presidente do Sincopetro

Ainda há centenas de pontos de concentração de caminhões nas estradas brasileiras, mas com menor número de veículos envolvidos. As Forças Armadas afirmam que foram transportadas 35% das necessidades do país durante a terça-feira (29).

Os militares negam concordar com os pedidos de intervenção que aparecem nos protestos. O chefe do Estado Maior Conjunto, almirante Ademir Sobrinho, disse que as Forças Armadas "seguem o que está na Constituição: democracia."

Na terça-feira (29), a prefeitura da capital paulista anunciou que, a partir desta quarta-feira, liberaria a circulação de caminhões, com até três eixos traseiros, com combustíveis e derivados em horário integral na cidade de São Paulo.

Protesto persiste, mas combustível começa a chegar aos postos do país

O transporte público da cidade permanece estável. De acordo com a SPTrans, responsável pelos ônibus de São Paulo, por volta das 7h30 desta quarta-feira (30), 69% da frota de veículos estavam nas ruas da cidade.

Para o Serviço de Atendimento Especial (Atende) que é uma modalidade de transporte gratuito, destinado às pessoas com autismo, surdocegueira ou deficiência física severa, as quais tenham vínculo à cadeira de rodas, a frota segue em 100%.

Aeroportos

A Infraero, empresa estatal que administra 54 aeroportos no Brasil, monitora o abastecimento de combustível de aviação por parte dos fornecedores que atuam nos terminais. A empresa alertou aos operadores de aeronaves que avaliem seus planejamentos de voos para que cada um possa definir sua melhor estratégia de abastecimento de acordo com o estoque disponível nos terminais de origem e destino.

De acordo com informações da estatal, nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira, sete aeroportos registraram falta de combustível: São José dos Campos (SP), Uberlândia (MG), Campina Grande (PB), Juazeiro do Norte (CE), Palmas (TO), Imperatriz (MA) e Londrina (PR). 

Abastecimento no Ceagesp

Aos poucos a situação está se normalizando com a chegada de novos caminhões de alimentos. De acordo com os comerciantes, as frutas demoram um pouco mais para chegar porque vem de lugares mais distantes do Norte e Nordeste. O abacaxi, por exemplo, vem do Pará. Sem saber quando seria o último dia de paralisação, os produtores não estavam fazendo a colheita por medo de os produtos estragarem.

Rodovias

O tráfego está fluindo normalmente em todas as rodovia do Sistema Anchieta-Imigrantes nesta manhã de quarta-feira, informou a Ecovias, concessionária que administra o sistema paulista. Até por volta das 7h, não havia registro de manifestações ou bloqueios.

Na Grande SP, a rodovia Anhanguera foi bloqueada com barricada de fogo na altura do Trevo Jaraguá, em Osasco, por volta das 5h30 desta quarta-feira, por integrantes da Ocupação Esperança em Osasco e do Movimento Luta Popular - em manifestação de apoio à greve dos caminhoneiros e dos petroleiros. Por volta das 7h, apenas a pista local apresentava problemas.

Estados

Rio de Janeiro

Manifestantes ainda ocupam trechos de rodovias estaduais do Rio de Janeiro na manhã desta quarta-feira (30). De acordo com a PRF, um pequeno número de caminhoneiros segue concentrado em frente à Reduc (Refinaria Duque de Caxias), na Baixada Fluminense. Já na Presidente Dutra, em Seropédica, homens do Exército foram enviados para dar apoio aos motoristas que quiserem deixar o local.

Nesta manhã, o cenário na Ceasa apresentou melhora: havia movimentação apenas no pátio dos produtores locais. Os alimentos que são enviados de outros estados ainda enfrentam dificuldades para chegar. A central de distribuição já registrou redução nos preços, mas o valor médio ainda está longe do normal.


A situação também começa a melhorar nos postos de gasolina. O Sindcomb, sindicato municipal da categoria, informou que o transporte de combustível já está sendo feito sem escolta policial, o que acelera o abastecimento dos postos. A entrega de material continuará initerruptamente no feriado desta quinta-feira (31) e durante o fim de semana.


Apesar da melhora registrada no abastecimento e na mobilidade urbana, a capital fluminense entra no quinto dia em estágio de atenção, em virtude do transporte público.

Mato Grosso

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou informações nas primeiras horas desta quarta-feira (30) de que alguns locais de aglomeração de caminhoneiros estão sendo desmobilizados em Mato Grosso. Uma ação conjunta entre Polícia Federal (PF) e Exército Brasileiro já teria dispersado motoristas que ocupavam pontos em Rondonópolis e no Distrito Industrial, área que corresponde a Cuiabá.

Espírito Santo

De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), há 26 pontos de manifestações no início da manhã dessa quarta-feira (3), mas nenhuma via está bloqueada. Além disso, são 1.228 manifestantes. De acordo com o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado do Espírito Santo (Sindipostos-ES), 75% dos postos de combustíveis da Grande Vitória e 50% no interior já estão recebendo gasolina, diesel, dentre outros produtos.

Rio Grande do Sul

Há pelo menos 92 pontos de manifestação em rodovias federais e estaduais. Os principais trechos são: RS-040: no km 64, em Capivari do Sul, nos km 04, 18, 26 e 36 em Viamão, RS-030: nos km 44 e 54, em Santo Antônio da Patrulha e no km 85, em Osório, RS-118: no km 21, em Gravataí, RS-240: no km 31, em Montenegro, no km 19, em Capela Santana. As rodovias federais com pontos de protestos são BR 116, BR 285, BR 392, BR 386.

Santa Catarina

Existem pontos de manifestção nos acostamentos das rodovias, porém, não há registros de lentidão nos trechos. Os protestos ocorrem na BR 101, km 6 Norte, em Guaruva, km 25 Norte, Joinville e km 75 Sul, em Araquari. 

Rondônia

O estado também registra pontos de bloqueio nessa quarta-feira (30). São 6 pontos de manifestação na cidade de Ariquemes, com 190 caminhões. Em Vilhena, há três  pontos com 2.500 caminhões. Na capital Porto Velho, há um ponto de protesto com 500 caminhões.

Em Ji-Paraná, cerca 450 caminhões fazem protestos. Hoje pela manhã, saíram 73 caminhões da cidade Candeias do Jamari, a 25 km de Porto Velho, para distribuição de combustível e cargas perecíveis para cidades do interior. Porto Velho não está com problemas de abastecimento.

Pará

Em Belém, há bloqueios no Km 24, da BR 316. No interior do estado, também há um ponto de bloqueio na cidade de Mosqueiro. A falta de combustível afetou principalmente as cidades de Marabá, Castanhal, Altamira. Além dessas, há mais 17 cidades impactadas pelo desabastecimento. 

*Estagiária do R7 RJ, sob supervisão de Raphael Hakime

Fonte: VEJA


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