Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Após recorde, dólar opera em queda e chega a 4,18 reais

dólar segue em baixa nesta sexta-feira 14, mas chegou a bater os 4,20 reais. Às 10 horas a moeda americana registrava alta de 0,245%. Vinte minutos depois, às 10h20, começou a cair e chegou a 4,18 reais, recuo de 0,374%.

Na véspera, a cotação chegou ao maior valor desde o Plano Real em 1994, atingindo 4,199 reais. A máxima, até então, era de 4,18 reais, em 23 de setembro de 2015, quando o país passava pelo processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da corretora Treviso, disse que esse sobe e desce do mercado deve ocorrer durante o pregão dessa sexta-feira. Segundo ele, os investidores estão “testando o Banco Central” para ver se há alguma intervenção e com isso colocar mais volume para ser negociado no mercado.

“Infelizmente, essa insegurança no mercado vai permanecer, enquanto não tivermos um cenário mais claro na eleição para presidente da República. Vamos ficar nessa instabilidade até a definição do primeiro turno e, se forem para a disputa candidatos que os investidores julgam inadequados, esse sobe e desce continua”, disse Galhardo.

Segundo ele, o cenário externo, com a Rússia aumentando os juros para 7,50% ao ano, não está influenciando o mercado por aqui. “O Brasil está resguardado pelas reservas que tem, com cerca de 400 bilhões de dólares, isso alivia a nossa situação. Só precisamos de um respiro na economia, mas enquanto não se define a questão eleitoral isso não acontece. Isso tem causado insegurança nos investidores, e nós é que acabamos pagando a conta”, afirmou

Fonte: VEJA


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