Pr. Joaquim Neto

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Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

BC reduz projeção de alta do PIB deste ano para 1,4%

Banco Central (BC) reduziu sua projeção para o crescimentodo Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. Agora, a autoridade monetária acredita que o país crescerá 1,4%, e não mais 1,6%. A nova estimativa está presente no Relatório Trimestral de Inflação, publicado nesta quinta-feira, 27.

“Dados recentes relativos à atividade e ao mercado de trabalho ratificaram a perspectiva de crescimento mais gradual do que aquele esperado no início do ano”, diz o BC.

O relatório também chama a atenção para os efeitos da paralisação no setor de transporte e da Copa do Mundo, que aconteceram entre maio e junho deste ano. O BC entende que o país, principalmente a indústria, se recuperou rapidamente dos efeitos negativos, mas que eles ainda afetam a confiança dos empresários e dos consumidores.

“Os indicadores de confiança de empresários e consumidores da FGV mostraram recuperação moderada após a paralisação, permanecendo, porém, em patamares inferiores aos observados no período anterior ao evento. A evolução recente da confiança corrobora a perspectiva de moderação nas decisões de consumo, produção e investimento ao longo dos próximos trimestres.”

Ipea

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) foi outro órgão federal que rebaixou sua expectativa de crescimento. Nesta quinta, o Ipea publicou sua Carta de Conjuntura, na qual estima uma alta de 1,6% para o PIB. Na última, a projeção estava em 1,7%.

“A relativamente baixa taxa de crescimento esperada para este ano (1,6%) e a elevada volatilidade macroeconômica derivam das mesmas fragilidades estruturais da economia: estagnação da produtividade e desequilíbrio fiscal”, diz a carta do instituto.

desequilíbrio fiscal, segundo o Ipea, é o principal fator de risco para o crescimento, afirma. O órgão ressalta que a dívida pública está em trajetória de alta não sustentável, o que “tem gerado incertezas que afetam as decisões de investimento e consumo de mais longo prazo e aumentam o risco financeiro percebido pelos investidores”.

Fonte: VEJA


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