Pr. Dionatan Freitas

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Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

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Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

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Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

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Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Wesley Santos

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Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

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Dia das Crianças: mesmo com nome sujo, consumidor vai comprar presente

A maioria dos consumidores deve comprar presentes neste Dia das Crianças, segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Um terço dos que pretendem gastar está com o pagamento das contas em atraso. Desse total, 69% estão com o nome sujo.

De acordo com a pesquisa, 22% admitiram que assumem despesas acima das suas possibilidades financeiras. Entre os que compraram presentes ano passado, 23% ficaram com o nome sujo justamente devido às compras do Dia das Crianças  16% ainda estão nesta situação.

Entre os motivos alegados para comprar, 37% responderam que sentem a pressão das crianças para conseguir os presentes desejados. O presidente da Ri Happy, Héctor Núñez, afirma que os pais brasileiros gostam de presentear os filhos com presentes. “O setor de brinquedos é mais resiliente à crise que outras categorias. Parte disso pode ser explicado porque os pais brasileiros gostam de presentear os filhos, não apenas no Natal. Eles costumam dar mimos para os filhos no dia a dia.”

De acordo com o levantamento, 24% planejam gastar menos com o presente do Dia das Crianças do que no ano passado. As principais explicações para o freio no consumo são o orçamento apertado (34%), o desejo de economizar (24%), o desemprego (18%) e outras prioridades (9%). Só 8% dizem que pagarão contas atrasadas.

Para 2018, a expectativa é de que o varejo movimente cerca de 9,4 bilhões de reais. No total, cada consumidor deve desembolsar, em média, 187 reais com presentes.

Embora os consumidores estejam cautelosos, a pesquisa mostra que cerca de um terço (30%) pretende comprar dois presentes e 25% apenas um.

A economista do SPC Brasil, Marcela Kawauti, alerta que os consumidores só devem ir às compras se o orçamento permitir e não houver contas em atraso. “Mesmo que os valores pareçam baixos, todo esforço deve ser direcionado ao pagamento das dívidas. Já para quem está com as contas em dia, a recomendação é planejar os gastos e pagar à vista.”

O que vão comprar

A pesquisa mostrou que os produtos que mais devem ser comprados são: roupas e calçados (38%), bonecas (37%), aviões e carrinhos de brinquedo (21%).

Pesquisa do IBOPE Conecta, encomendada pelo Mercado Livre, diz que um terço dos consumidores procurarão brinquedos sem distinção de gênero para presentear neste Dia das Crianças. Isso significa que 33% dos adultos não avaliarão características como cor, antes de comprar o produto.

Outros 15% afirmaram que a compra de presentes sem gênero é uma possibilidade. Entre os entrevistados, os brinquedos de montar foram os mais citados (36%) como opção para a data. Em seguida, aparecem os artigos de moda (24%), brinquedos de controle remoto (16%), ursos de pelúcia (14%) e livros (13%).

Fonte: VEJA


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