Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Hackers vazam mensagens privadas de brasileiros no Facebook

Mensagens privadas de mais de 81 000 usuários do Facebook foram vazadas por hackers russos. As contas afetadas são da Ucrânia, Rússia, Inglaterra, Estados Unidos, Brasil e de outros países. As informações foram divulgadas pela BBC.

As mensagens de uma única conta eram vendidas a 10 centavos de dólar. Os hackers alegam ter acesso a mais de 120 milhões de perfis, mas especialistas procurados pela BBC apontam que o número é duvidoso. “É improvável que o Facebook não tenha percebido uma violação tão grande”, afirmou a empresa de segurança Digital Shadows.

O vazamento veio a público em setembro deste ano, quando um usuário ofereceu as mensagens em um fórum da internet. Sob o apelido FBSaler, ele comentou: “Vendemos informações pessoais de usuários do Facebook. Nossa base de dados tem 120 milhões de contas”.

Além das 81 000 contas com mensagens vazadas, que foram confirmadas pela Digital Shadows, os hackers possuíam dados de outros 176 000 perfis neste caso, as informações incluíam e-mail e telefone e poderiam ser obtidas na própria conta do usuário, desde que ela fosse pública.

Procurado por VEJA, o Facebook informou que o vazamento não é de sua responsabilidade. Segundo a rede social, os hackers tiveram acesso aos dados a partir de extensões de navegadores maliciosos. O recurso estaria monitorando a atividade de usuários na plataforma e enviava detalhes pessoais e conversas privadas aos hackers.

A empresa ainda disse que tomou medidas para impedir que outras contas sejam afetadas. “Nós entramos em contato com criadores de navegadores para assegurar que extensões maliciosas não estejam mais disponíveis para download”, afirmou. “Também estamos trabalhando com as autoridades para tirar do ar o site que vendia informações de contas do Facebook. Encorajamos as pessoas a verificarem as extensões de seus navegadores instaladas e remover aquelas em que não confiam totalmente”.

Escândalos de segurança

O Facebook vem acumulando problemas de segurança que comprometem os dados de seus usuários. No mais recente, em outubro deste ano, uma falha de segurança permitiu o roubo de informações de 30 milhões de pessoas cadastradas.

Na época, a plataforma explicou que uma mudança de código abriu brecha para o ataque hacker. A alteração foi realizada na ferramenta deuploadde vídeo em julho de 2017, impactando a aba “Ver Como” a funcionalidade permite que os usuários visualizem o próprio perfil como se fossem os demais membros da rede social.

O maior escândalo da empresa, entretanto, aconteceu em março quando reportagem doThe New York Times revelou que aCambridge Analytica, consultoria que participou da campanha de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, obteve dados de 50 milhões de usuários. A consultoria teria usado informações da rede social para ajudar Trump a vencer a eleição em 2016. A companhia afirma não ter feito nada de ilegal.

Dois dias depois, o fundador da rede social, Mark Zuckerberg, admitiu que a rede social errou e se desculpou. “Temos a responsabilidade de proteger seus dados, se não pudermos, não merecemos servi-los”, escreveu Mark Zuckerberg na primeira reação pública desde que o escândalo veio à tona. 

Fonte: VEJA


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