Pr. Crescio Rezende

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Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

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Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

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Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

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Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. William Alves

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Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Delson Campos

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Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Joaquim Neto

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Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Márcio Silva

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Luciano Alves

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Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

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Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

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Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – BA   [email protected]

Jornada exaustiva de marido levou coreana a criar prisão 'de mentira'

Jornada exaustiva de marido levou coreana a criar prisão 'de mentira'

Foi inspirada na jornada de trabalho exaustiva de seu marido que a sul-coreana Noh Ji-Hyang decidiu fundar o projeto "Prison Inside Me" ("Prisão Dentro de Mim", em tradução livre), que fica na cidade de Hongcheon, ao norte da Coreia do Sul: "Ele dizia que preferia passar uma semana confinado numa solitária para descansar e se sentir melhor". As informações são da agência de notícias Reuters.

O marido de Noh era um procurador que trabalhava mais de 100 horas por semana frequentemente. Graças à iniciativa de sua mulher, sul-coreanos hoje podem recorrer a prisões "de mentira" para escapar das cobranças da vida cotidiana.

Desde que foi fundado, alguns anos atrás, o "Prison Inside Me" já recebeu mais de 2.000 "detentos" — muitos deles assistentes de escritórios e estudantes estressados que buscam por momentos de alívio em meio ao dia a dia atribulado do trabalho ou da faculdade.

"Eu estava muito ocupada", afirmou a assistente de escritório Park Hye-ri, 28, presa em uma cela falsa de 5 m². "Eu não deveria nem estar aqui, dado o volume de trabalho que me espera lá fora. Mas decidi fazer uma pausa e refletir sobre uma vida melhor", completou. Ela desembolsou 90 dólares (aproximadamente 324 reais) para passar 24h trancafiada.

Na prisão de mentira, as regras são rígidas: não há permissão para conversar com outros detentos e celulares ou relógios devem ficar do lado de fora.

Os clientes recebem um uniforme azul, um colchão de ioga, conjunto para chá, uma caneta e um caderno. Eles dormem no chão e têm acesso a um pequeno banheiro sem espelho.

O cardápio para os detentos inclui batata-doce ao vapor e shake de banana para o jantar. Para o café da manhã, é servido mingau de arroz.

Após a desaceleração da economia hipertecnológica e voltada para a exportação da Coreia do Sul, os ambientes de trabalho e de ensino se tornaram supercompetitivos em uma onda que alguns experts apontam contribuir para altos índices de estresse e suicídio.

Os sul-coreanos trabalharam uma média de 2.024 horas em 2017, ficando atrás apenas dos mexicanos e costarriquenhos, segundo uma pesquisa feita em 36 países pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

Para ajudar as pessoas a trabalharem menos sem perder seus rendimentos, o governo aumentou o valor do salário mínimo e reduziu o limite legal de horas de trabalho de 68 para 52 por semana. Economistas temem, entretanto, que as medidas diminuam empregos em vez de criá-los.

A cofundadora Noh Ji-Hyang relata que muitas pessoas têm medo de passar 24 ou 48 horas em uma jaula de mentira até tentar. "Depois de uma estadia, eles dizem que aqui não é uma prisão, que prisão de verdade é o local para onde irão retornar", conclui.

Fonte: R7


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