Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

'Coletes amarelos' levam milhares às ruas na França

No país das grandes manifestações e protestos, uma mobilização fugiu do formato habitual e surpreendeu o governo da França.

Milhares de pessoas vestindo coletes amarelos (em francês, “gilets jaunes”,

em referência ao acessório que todo motorista precisa levar no carro) foram

às ruas e estradas do país nos dois últimos sábados para reclamar dos preços

dos combustíveis.

Mas não só. Queixam-se da carga tributária, da suposta indiferença do “presidente dos ricos” Emmanuel Macron, da qualidade dos serviços públicos e da possível revisão do regime de aposentadoria. Declaram afinidade pela ultradireita, mas também pelo Partido Comunista.

A pauta difusa e o modus operandi aludem a dois movimentos que marcaram o Brasil: os protestos de junho de 2013 e a greve dos caminhoneiros de maio passado. Não há líderes claros, e os sindicatos não estão (ao menos explicitamente) envolvidos na organização, muito ancorada em mensagens e convocatórias em redes sociais.

Além disso, a grande imprensa é esconjurada pelos participantes, que chegam a agredir repórteres.

Há vândalos infiltrados. No sábado (24), depredaram equipamentos públicos, lojas e cafés em Paris. Por todo o país, cerca de 105 mil pessoas se reuniram em 1.600 pontos, contra 280 mil em 2.000 aglomerações uma semana antes. O número de presos e feridos também caiu —no dia 17, uma manifestante morreu atropelada.

O governo Macron, pouco afeito a concessões diante de manifestações, conta com o esgarçamento natural da mobilização. Mas o movimento exibe resiliência. Já lançou um chamado “terceiro ato” para o próximo sábado (1º).

Fonte: Folha


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