Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Bilhetes Únicos fraudados com até R$ 250 em créditos são vendidos a R$ 100 em SP

Bilhetes Únicos fraudados com até R$ 250 em créditos são vendidos a R$ 100 pela internet e na porta de estações movimentadas de São Paulo.

A reportagem do Bom Dia SP encontrou diversas ofertas de bilhetes fraudados nas redes sociais. Em uma comunidade virtual, que conta com mais de 100 mil inscritos, há desde anúncios de cartões com R$ 230 custando menos que a metade do valor até compradores em busca de bilhetes vazios.

Alguns fornecedores foram contatados. Um deles respondeu por áudio que havia parado momentaneamente de vender. “Campeão, o que está acontecendo: com essa virada aí para R$ 4,30, teve uma atualização no sistema, e todos os programa [de desbloqueio clandestino] que o pessoal tinha travaram todos os bilhetes”, disse. “Aí você compra, usa três, quatro dias e seu bilhete vai bloquear."

Um dos vendedores que seguem na ativa marcou de entregar um bilhete fraudado na Estação Tatuapé do Metrô, às 15h30 da quarta-feira passada (16). Ele, porém, não apareceu. Mesmo assim, não foi difícil encontrar quem venda o cartão fraudado na própria estação.

A reportagem perguntou a um vendedor se ele tinha cartão cheio. “Você queria com quanto o bilhete?”, questionou. “Sei lá. Com mais de R$ 220 para compensar. Tu tem com mais de R$ 220?”, perguntou o repórter. “Tenho de R$ 220, R$ 230.”

O vendedor disse que só conseguiria um cartão cheio no dia seguinte, mas, cinco minutos depois, voltou com um bilhete com R$ 218 em créditos. Ele vendeu a R$ 100. “Se caso supor bloquear, você pode me ligar, me mandar mensagem”, disse. O cartão funcionou normalmente. Ele está em nome de uma mulher cujo nome não será revelado.

Nova venda

O vendedor que não apareceu na estação Tatuapé entrou em contato pelas redes sociais dizendo que estaria no dia seguinte, quinta (17), às 15h30, na estação Vila Matilde do Metrô. Ao contrário do dia anterior, dessa vez ele apareceu.

O cartão oferecido não tinha o nome de ninguém. Ele estava carregado com R$ 250,40 em créditos e foi comprado por R$ 100.

A reportagem questionou sobre o que poderia ser feito quando os créditos acabassem. “Só me dá o toque que eu carrego de novo. Eu trago outro carregado e pego esse”, afirmou o vendedor.

Outras fraudes

Outros fraudadores preferem "alugar" o bilhete. Na frente da estação Prefeito Celso Daniel da CPTM, em Santo André, na Grande São Paulo, eles oferecem passagem a R$ 3,50 – R$ 0,80 mais barata que a tarifa oficial, de R$ 4,30.

A operação é rápida: o vendedor recebe o dinheiro do passageiro e entrega o cartão. Depois que o passageiro passa pela catraca, o cartão é devolvido através de uma grade, na saída da estação.

Os vendedores agem sem cerimônia bem ao lado de uma unidade da Polícia Militar e sob a vigilância de uma câmera, que registra tudo.

O vaivém na porta da estação é intenso e o comércio clandestino de passagens não para. Um passageiro que não sabia que estava sendo gravado comprou o bilhete dos vendedores. O repórter abordou o homem já dentro do vagão e o questionou sobre a compra irregular.

"É um erro, mas R$ 4,30 a condução, se você colocar num mês, é um bom dinheiro que o governo ganha. Mas também tem que ver a procedência desses bilhetes. Nós não sabemos se os malucos roubam, se os malucos fazem umas fraudes monstras aí”, disse.

O que diz o secretário de Mobilidade e Transportes

O novo secretário de Mobilidade e Transportes da Prefeitura de São Paulo, Edson Caram, disse que aposta num novo programa para acabar com as fraudes.

“Pretendemos em um ano, no máximo um ano e meio, estar com um sistema novo, e já com este sistema, independente do que estiver de cartão na rua, fraude zero”. “Ele vai mudar exatamente toda a sistemática do que tem hoje, então você vai ter uma forma muito mais difícil de tetar fraudar um sistema que, praticamente, vai ser impenetrável”, completou.

Fonte: G1


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