Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Joaquim Neto

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Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

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Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Wesley Santos

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Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

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Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Luciano Alves

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Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Neilton Rocha

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Pr. Regino Barros

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Muro menor é a opção de Trump para evitar nova paralisia do governo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem em suas mãos as alternativas para evitar a retomada da paralisação do governo federal, no dia 15, e para postergar o prazo de conclusão do acordo comercial com a China. Ambas as medidas são cruciais para tranquilizar os mercados e reduzir os efeitos da guerra comercial que a Casa Branca iniciou contra Pequim no ano passado.

Com os elementos necessários para tomar as duas decisões, porém, Trump preferiu esquivar-se de anúncios nesta terça-feira, 12, e criar suspense.

Para o primeiro tópico, legisladores democratas e republicanos alcançaram na noite de quinta-feira um acordo de princípios sobre a exigência de Trump de recursos orçamentários para a construção de um muro de 1.600 quilômetros na fronteira com o México, a um custo de 5,7 bilhões de dólares. A recusa dos democratas já levou os Estados Unidos a enfrentar mais de 30 dias de paralisia do governo federal.

O acordo prevê uma construção mais modesta, de 88 quilômetros, com a liberação de 1,37 bilhão. “Se eu estou feliz à primeira vista? Eu acabo de ver isso. A resposta é não. Não estou. Eu não estou feliz”, disse, antes de uma reunião de gabinete na Casa Branca.

Trump não vetou, de antemão, a ideia. Mas insistiu ter outros meios melhorar a verba proposta pelo Congresso. Ele já ameaçou com a declaração de estado de emergência no país como meio de obter, por decreto, os recursos.

“O muro finalmente será construído, de qualquer forma”, disse, referindo-se à sua promessa de campanha que será cobrada por seus eleitores em 2020, quando se lançar para a reeleição.

O acordo, porém, tem de ser votado pelo Congresso e ratificado por Trump. O líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, disse que o acordo é “certamente uma boa notícia”. “Ele fornece novos fundos para quilômetros de novas barreiras de fronteira”, afirmou.

Chuck Schumer, o principal senador democrata, concordou.”Embora os detalhes ainda não tenham sido definidos, o acordo provisório representa um caminho para o nosso país, longe de outra rodada de negociações complicadas (… e) de uma temida paralisação do governo”, disse Schumer.

China

Na seara comercial, Trump, afirmou nesta terça-feira que poderia prorrogar um pouco o prazo de 1º de março para a conclusão de um acordo com a China. Mas prefere não fazer isso para, antes, reunir-se com o presidente chinês, Xi Jinping, para selar o pacto em algum momento.

Autoridades dos Estados Unidos chegaram à capital chinesa nesta terça-feira para mais uma rodada de  negociações com o objetivo de evitar outro aumento das tarifas de importação de lado a lado. Trump admitiu que consideraria a prorrogação do prazo se os negociadores chegarem perto da conclusão do acordo.

“Estamos indo muito bem lá na China”, disse Trump.

Os Estados Unidos e a China deram uma trégua de 90 dias na sua guerra comercial para tentar chegar a um acordo.  Se os dois lados não chegarem a um acordo até 1º de março, as tarifas de importação subirão de 10% para 25% sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses desembarcados nos Estados Unidos. A China tenderá a regir com a elevação de tarifas sobre 60 bilhões de dólares em bens norte-americanos importados.

(Com AFP e Reuters)

Fonte: VEJA


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