Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

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Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

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Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

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Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Wesley Santos

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Pr. Crescio Rezende

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Márcio Silva

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Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Neilton Rocha

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Pr. Luciano Alves

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Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

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Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Raphael Batista

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Pr. William Alves

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Tragédia em Brumadinho completa um mês com 134 desaparecidos

Rompimento de estrutura soterrou instalações da mineradora Vale; Corpo de Bombeiros estima mais até três meses de trabalhos de buscas.


 

Passado um mês da tragédia causada pelo rompimento da barragem do Córrego do Feijão, da mineradora Vale, em Brumadinho (MG), os trabalhos de buscas tentam localizar 134 desaparecidos. O número de mortos confirmados chega a 176. O rompimento da estrutura por volta das 12h20 de 25 de janeiro espalhou 12 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração.

O mar de lama soterrou instalações da área administrativa da empresa — como o refeitório, que era usado pelos funcionários no horário de almoço — destruiu uma pousada e atingiu o rio Paraopeba. Para evitar contaminação, o governo de Minas Gerais proibiu o consumo de água do rio.

A barragem era classificada pela Agência Nacional de Mineração (AMN) como uma estrutura de “baixo risco” em relação à possibilidade de haver algum desastre e rompimento da estrutura. Por outro lado, segundo informações do Cadastro Anual de Barragens, o dano potencial que seu rompimento poderia causar era classificado como alto.

No domingo 24, ocorreram manifestações em Brumadinho e em Belo Horizonte para homenagear os mortos. Pela estimativa do Corpo de Bombeiros, os trabalhos de resgate e de localização de vítimas deverão se estender por mais dois ou três meses.  Para a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o rompimento é o pior desastre em uma barragem em todo o mundo na última década.

Oito profissionais da Vale ligados à segurança da estrutura seguem presos. Para o Ministério Público de Minas Gerais, não foi acidente, mas “crime doloso” (com intenção) e, por isso, é preciso investigar até a cúpula da Vale. Uma das linhas de apuração envolve descobrir quem detinha informações sobre a barragem antes do rompimento.

Pagamentos

Mediante acordo com o MP, a Vale pagará mensalmente o valor equivalente a um salário mínimo a cada morador adulto de Brumadinho durante um ano. A empresa concordou com parte das propostas dos procuradores, de representantes dos atingidos pela tragédia e do governo.

Duas tentativas de acordo anteriores haviam fracassado. Nesta nova negociação, o valor será, por mês, 998 reais (um salário mínimo) por adulto, 499 reais (meio salário mínimo) por adolescente e 249 reais (um quarto de salário mínimo) por criança. Os valores são retroativos a 25 de janeiro, quando ruiu a barragem, mas não há data para o início dos pagamentos, o que depende de cadastramento.

Segundo o Ministério Público Federal, o acordo envolve ainda moradores que vivem às margens, até um quilômetro, do leito do rio Paraopeba, poluído pelos rejeitos. Esse acordo vale até a cidade de Pompéu (a cerca de 200 quilômetros de Brumadinho), área onde o rio atinge o reservatório da hidrelétrica de Três Marias, região central do Estado.

A Vale também informou ao Ministério Público do Trabalho (MPT) que vai manter o pagamento de dois terços dos salários de todos os empregados próprios e terceirizados que morreram na tragédia. Segundo a empresa, o pagamento será mantido por um ano ou até que seja fechado um acordo definitivo de indenização.

Fonte: VEJA


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