Pr. Danyel Pagliarin

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Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

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Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. William Alves

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Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Wesley Santos

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Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

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Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Márcio Silva

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Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Delson Campos

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Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

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Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Neilton Rocha

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Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Joaquim Neto

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Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Crescio Rezende

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Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Luciano Alves

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Pr. Gilvan Gomes

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Moreira Franco e Coronel Lima estão na PF para prestar depoimento

O ex-ministro de Minas e Energia Moreira Franco e o ex-coronel da Polícia Militar de São Paulo João Batista Lima Filho foram levados na manhã desta sexta-feira, 22, para a Superintendência da Polícia Federal (PF), no Rio de Janeiro, para prestar depoimento. Eles foram presos na quinta-feira 21 pela Operação Lava Jato, junto com o ex-presidente Michel Temer.

Estava previsto para que Temer também prestasse o depoimento nesta sexta-feira, o que ainda não aconteceu por interferência da defesa do ex-presidente. Segundo o ex-ministro chefe da Secretaria do Governo emedebista, Carlos Marun, “não existe inquérito que autorize uma oitiva neste momento”

O ex-presidente está preso na Superintendência da PF desde a noite de quinta-feira. Moreira Franco e coronel Filho passaram a noite no Batalhão Especial Prisional da Polícia Militar, em Niterói. No mesmo local, está preso o ex-governador do estado Luiz Fernando Pezão desde novembro.

No Tribunal Regional Federal da 2ª Região, há previsão de o desembargador Ivan Athié avaliar o pedido de habeas corpus para Temer e para o Coronel Lima. Segundo a assessoria do Tribunal, não há registro de pedido para o ex-ministro Moreira Franco.

Temer também recebeu na noite de quinta a visita Marun. Na saída do encontro, ele disse que o ex-presidente considera a prisão improcedente. “O presidente é um homem que tem conhecimento jurídico, conhece o Direito e sabe da absoluta improcedência, irrazoabilidade e ilegalidade da decisão judicial que determinou esta prisão preventiva.”

Segundo Marun, embora triste, o ex-presidente mantém a confiança na Justiça e está sendo tratado com dignidade e respeito. “Está muitíssimo triste aguardando que essa situação se reverta o mais rapidamente possível.”

Defesas

Os advogados Eduardo Carnelós e Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, ligados a defesa de Michel Temer, divulgaram notas em que criticam a decisão que determinou a prisão do ex-presidente. Para Carnelós, a prisão de Temer “constitui mais um, e dos mais graves atentados ao Estado democrático e de Direito no Brasil” e o próprio delator nada apresentou que pudesse autorizar a ingerência de Temer naqueles fatos”.

Mariz, por sua vez, disse que a detenção do emedebista é desnecessária. “Não se tem conhecimento de nenhum fato que autorizasse essa medida de força uma vez que Michel Temer, desde que saiu da Presidência está, como sempre esteve, pronto a responder a qualquer intimação da Justiça ou da polícia, não tendo sido, no entanto, procurado por nenhuma autoridade policial ou judiciária”, disse.

O advogado do ex-ministro Moreira Franco, Antônio Pitombo, divulgou nota em que afirma que a prisão de seu cliente causa “estranheza”. A alegação da defesa é de que Franco tinha endereço conhecido pelas autoridades e que, quando instado a se manifestar, o fez. O texto também critica a competência do juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, para decidir sobre o caso.

(Com Agência Brasil)

Fonte: VEJA


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