Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. William Alves

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Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

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Sede Estadual – MA [email protected]

MP pede bloqueio de R$ 3 bilhões da Vale por risco em barragem de Cocais

Devido ao agravamento da situação nos últimos dias da barragem Sul Superior da mina Gongo Soco, em Barão de Cocais (MG), o Ministério Público de Minas Gerais entrou com uma petição na Justiça para exigir que a Vale tome providências para “a prevenção e mitigação de danos humanos e materiais”. O pedido envolve o bloqueio de 3 bilhões de reais da mineradora e a suspensão imediata de todas as atividades do complexo minerário onde está situada a barragem.

O dinheiro deve ser usado para transportar e abrigar as pessoas que tiveram de deixar suas casas nas últimas semanas por causa do “risco de ruptura iminente” da barragem. Na última sexta-feira, o nível de alerta da represa subiu para 3, o máximo para possível rompimento, o que levou as sirenes a serem ouvidas no município.

No documento, o MP afirma que, na hora da realocação, a mineradora deve observar “a dignidade e adequação dos locais às características de cada indivíduo e família, sempre em condições equivalentes ao status quo anterior à desocupação”. A promotoria também requisitou que seja fornecida assistência integral incluindo assistência médica e de transporte escolar, com a oferta de uma equipe multidisciplinar com assistentes sociais, psicólogos e médicos.

Em caso de rompimento, não é só a cidade de Barão de Cocais que pode ser atingida pela lama de rejeitos. Segundo o tenente-coronel Flávio Godinho, coordenador adjunto da Defesa Civil de Minas Gerais, os municípios de Santa Bárbara e São Gonçalo do Rio Abaixo também podem ser alcançadas pelo material que escoaria da barragem, caso ela ruísse.

Neste domingo, a Defesa Civil, em novo levantamento, informou que o total de moradores de Barão de Cocais a serem evacuados é de 6.054, em vez dos 9.000 anunciados anteriormente. Mas, se somados os moradores das três cidades, o total de pessoas a serem evacuados agora é de 9.800, aproximadamente. São 1.800 em Santa Bárbara e 2.000 em São Gonçalo do Rio Abaixo, segundo previsão inicial.

Ainda de acordo com a Defesa Civil, o tempo para que a lama atinja Santa Bárbara é de 3h06 minutos. A São Gonçalo do Rio Abaixo, os rejeitos chegariam 6 horas após o rompimento. As duas cidades passarão por simulados de rompimento da barragem. Conforme Godinho, no entanto, os moradores das duas cidades já têm condições de ser resgatados caso a barragem se rompa antes.

O simulado, em Barão de Cocais, onde os rejeitos chegam com 1h12 será realizado nesta segunda-feira, às 16h. Sete pontos de encontro foram estabelecidos em dez bairros da cidade e no centro. Um funcionário que trabalha na barragem acionará a sirene como se a estrutura estivesse ruindo.

Um helicóptero acompanhará o que seria o avanço da lama e orientará a Polícia Militar e a Defesa Civil em solo para que ajude no encaminhamento das pessoas. Os bombeiros também vão monitorar a operação e ajudarão moradores com dificuldades de locomoção. “O simulado segue padrões internacionais”, afirma Godinho. A prefeitura de Barão de Cocais vai decretar feriado municipal para facilitar o exercício. A entrada na cidade, durante o simulado, será proibida.

A Defesa Civil divulgou um mapa sobre como se espalharia a mancha de inundação em caso de rompimento da barragem com a indicação de pontos de encontro que devem ser usados pelos moradores da Zona de Segurança Secundária em Barão de Cocais.

(Com Estadão Conteúdo)

Fonte: VEJA


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