Pr. Luciano Alves

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Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Márcio Silva

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Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Joaquim Neto

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Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

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Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. William Alves

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Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Raphael Batista

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Puxada por alta nos alimentos, inflação sobe para 0,75% em março

Influenciada pela alta nos preços dos alimentos e dos transportes, a inflação subiu para 0,75% em março, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quarta-feira, 10, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em fevereiro, o índice havia sido de 0,43%.

Essa foi a maior taxa para um mês de março desde 2015, quando chegou a 1,32%. Com isso, o índice acumula altas de 1,51% no primeiro trimestre do ano e de 4,58% nos últimos 12 meses.

Para 2019, a meta de inflação estipulada pelo governo é de 4,25%. Há uma margem de tolerância de meio ponto porcentual para mais ou para menos.

A aceleração da inflação no mês foi determinada pelas altas de 1,37% no grupo Alimentação e bebidas e de 1,44% nos Transportes. Juntos, esses grupos responderam por 80% do índice do mês. Todos os grupos pesquisados no IPCA apresentaram alta nos preços, exceto Comunicação, que com -0,22% foi o único com deflação.

Na alimentação, o índice foi pressionado pela alta do preços do tomate (31,84%), batata-inglesa (21,11%), feijão-carioca (12,93%) e pelas frutas (4,26%).

Segundo o gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, em razão de problemas na safra e dos estoques baixos, o preço do feijão carioca mais que dobrou no primeiro trimestre de 2018, a maior alta para o produto desde o Plano Real. “São produtos importantes na mesa do brasileiro e que têm grande peso no índice de inflação”, ressalta Fernando Gonçalves.

Já o grupo Transportes, após deflação de 0,34% em fevereiro, acelerou 1,44% em março, devido à alta de 3,49% nos combustíveis. O resultado foi influenciado pelo aumento no preço da gasolina (2,88%) e do etanol (7,02%). Outras contribuições para a taxa positiva no grupo Transportes vieram do aumento nos preços nas passagens aéreas (7,29%) e ônibus urbanos (0,90%).

“O índice de março reflete em parte o aumento de 10,82% no preço da gasolina na refinaria, concedido pela Petrobrás entre 27 de fevereiro e 29 de março, período de coleta do IPCA”, explica Gonçalves.

Fonte: VEJA


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