Pr. Danilo Queiroz

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Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

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Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Neilton Rocha

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Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

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Hacker que invadiu celular de Moro é réu por golpe de R$ 623 mil no Itaú

Preso no dia 23 ao lado de outras três pessoas na Operação Spoofing, da Polícia Federal, que investiga a invasão de celulares de autoridades como o ministro da Justiça, Sergio Moro, Walter Delgatti Neto, o Vermelho, pode pegar três décadas de cadeia. Corre o risco ainda de somar mais 33 anos de condenação à sua pena, pois responde a outros seis processos por estelionato, furto qualificado, apropriação indébita e tráfico de drogas. Em uma dessas ações penais, é acusado de um calote de mais de 623 000 reais no Itaú.

Segundo o caso aberto em junho de 2017, de posse de dados dos clientes, Delgatti desbloqueou 44 cartões de crédito e os utilizou em compras no interior de São Paulo. Foram 43 operações, que totalizaram 623 000 reais. Ele conseguiu as informações com a ajuda de João Octávio Simini Paschoalino, que trabalhava na época em uma agência do banco em Araraquara. Para o cúmplice, Vermelho prometeu inicialmente um cartão de crédito com limite de 15 000 reais e depósitos em dinheiro de aproximadamente 5 000 reais. Paschoalino teria negado a primeira investida, mas acabou topando o golpe após ser ameaçado por Delgatti. Tempos depois, Paschoalino voltou atrás na confissão.

No curso da Operação Spoofing, os quatro detidos prestaram novos esclarecimentos à polícia no dia 30. No primeiro depoimento, colhido no momento da prisão, Vermelho assumiu a responsabilidade pela invasão dos celulares e pela captura de informações em aplicativos de mensagens. Além de ter hackeado Moro, ele confessou ter invadido o aparelho de procuradores como Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Lava-Jato. Em seguida, mandou mensagem à ex-deputada Manuela d’Ávila (PCdoB-RS), vice na chapa do petista Fernando Haddad nas eleições presidenciais, pedindo ajuda dela para oferecer o material ao jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil. Vermelho negou ter havido edição nos chats e diz que não recebeu nada em troca de Greenwald. Para a PF, no entanto, são suspeitos os 727 000 reais encontrados com dois dos presos, o casal Gustavo Henrique Elias Santos e Suelen Priscila de Oliveira.

Os diálogos comprometedores publicados pelo site e por veículos como VEJA são verídicos e mostram Moro agindo de forma inadequada enquanto juiz, atuando ao lado da acusação na Lava-Jato com sugestão de testemunhas, pedidos de inclusão de provas nas denúncias e palpites nas delações. A PF agora tem também a chance de confirmar de forma oficial que o conteúdo é verdadeiro. Mais uma vez extrapolando suas funções, Moro ligou para algumas autoridades, avisou-as de que estavam na lista de hackeados e garantiu a uma delas, o presidente do STJ, João Otávio de Noronha, que o material seria destruído. Em nota, a PF foi obrigada a lembrar ao ministro que essa decisão não é dele. Ela cabe ao juiz do caso, Vallisney Oliveira.

Fonte: VEJA


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