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7. O SACRIFÍCIO PERFEITO E DEFINITIVO

7O SACRIFÍCIO PERFEITO E DEFINITIVO

É maravilhoso saber que, muito antes de nascer o primeiro pecador, Deus já tivesse preparado o sacrifício de Jesus para morrer como Cordeiro. Por isso está escrito que Ele é o “Cordeiro que foi morto desde a fundação do Mundo” (Ap 13:8).

Do princípio ao fim, o Novo Testamento salienta: “Eis aqui o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29, 36, At 8:32, I Pe 1:18-19, Ap 5:6-14).

Diversas profecias bíblicas revelam este Plano de Deus, mas nenhuma é tão direta como a que está no Livro do profeta Isaías, que O retrata como o Cordeiro que leva as nossas iniquidades:

“Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca; como um cordeiro que é levado ao matadouro, e como a ovelha que é muda perante os seus tosquiadores, assim Ele não abriu a boca. Pela opressão e pelo juízo foi arrebatado. E quem dentre os da sua geração considerou que Ele fora cortado da terra dos viventes, ferido por causa da transgressão do meu povo? ” (Is 53:7-8).

Sobre este Cordeiro, semelhante em tudo ao Ser Humano, Deus fez recair todos os nossos pecados:

“Mas Ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades. O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de nós todos” (Is 53:5-6).

Neste texto sagrado nós também somos retratados como “ovelhas”. Por isso o sacrifício do Senhor Jesus é perfeito em todos os sentidos:

Como Humano, Ele morreu por todos os seres humanos. Como Cordeiro, morreu por todas as “ovelhas”. Daí Ele ter dito: “E dou a minha vida pelas ovelhas” (Jo 10:15).

Para ser o Cordeiro válido para o sacrifício, o sumo-sacerdote teria de examiná-Lo atenta e minuciosamente, para ver se não tinha “mancha, mácula ou defeito” (Êx 12:5, Lv 23:12, Ez 46:13).

E no seu julgamento religioso, não apenas o sumo-sacerdote O examinou, como todo o Sinédrio, e ninguém encontrou nele culpa alguma. Nem com falsas testemunhas de acusação (Mt 26:59-60). Foi condenado no tribunal religioso por dizer a Verdade Máxima, que não podia ser negada, conforme se lê no Evangelho:

“O sumo sacerdote, insistindo, disse-lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. Respondeu Jesus: EU SOU. E vereis o Filho do Homem assentado à direita do Poder e vindo sobre as nuvens do Céu. Então o sumo sacerdote, rasgando as suas vestes, disse: Blasfemou! Para que precisamos ainda de testemunhas? Eis que agora acabais de ouvir a sua blasfêmia, pois nós mesmos o ouvimos da sua própria boca. Que vos parece? E todos o consideraram culpado. E respondendo, disseram: É réu de morte”. (Mt 26:63b, Mc 14:62-63a, Mt 26:65a, Lc 22:71b, Mt 26:66a, Mc 14:64b, Mt 26:66b).

A inocência de Jesus era tão visível, que até as pessoas que não O conheciam, ao examiná-Lo, eram obrigadas a admitir Sua pureza, inocência e santidade, como o governador Pôncio Pilatos, que disse: “Haveis-me apresentado este homem como pervertedor do povo; e eis que, examinando-o na vossa presença, nenhuma culpa, das que o acusais, acho neste homem. Nem mesmo Herodes, porque a ele vos remeti, e eis que não tem feito coisa alguma digna de morte” (Lc 23:14-15). “Não acho nele crime algum” (Jo 18:38). E como a multidão insistia pela sua crucificação, Pilatos replicou: “Mas que mal fez este?” (Lc 23:22).

Ao concordar em crucifica-Lo, Pilatos mandou trazer uma bacia com água e lavou as mãos em público, dizendo: “Estou inocente do sangue deste justo” (Mt 27:24).

Mesmo Judas Iscariótes, o traidor, com remorsos, ao vê-Lo condenado à morte de cruz, disse: “Pequei, traindo sangue inocente” (Mt 27:4).

Até o malfeitor, crucificado à Sua direita, ao examinar Jesus durante suas horas de agonia, disse ao companheiro de crimes que morria à sua esquerda: “Nós recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez” (Lc 23:41). 

E o Centurião romano, que coordenou a Sua crucificação, ao vê-Lo morrer sem murmurar ou blasfemar, disse: “Verdadeiramente este homem era justo” (Lc 23:47), “Verdadeiramente este era o Filho de Deus” (Mt 27:54).

Antes da Cruz, Jesus desafiou aquela geração a Lhe acusar de qualquer pecado: “Quem dentre vós me convence de pecado? (Jo 8:46).

Nem mesmo os Seus discípulos mais chegados, que desfrutavam da Sua privacidade, puderam vê-Lo cometendo o mais insignificante pecado. Pelo contrário, por terem convivido com Ele durante três anos, 24 horas por dia, um por um testemunhou a Sua santidade, pureza e inocência:

Pedro: “Mas vós negastes o Santo e Justo e pedistes que se vos desse um homicida. E matastes o Autor da Vida, a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas” (At 3:14); “Ele não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano” (I Pe 2:22).

João: “E bem sabeis que Ele se manifestou para tirar os pecados. E Nele não há pecado” (I Jo 3:5).

Os Doze: “E nós já temos crido e bem sabemos que tu és o Santo de Deus” (Jo 6:69).

Toda a Igreja: “Agora pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos Teus servos que falem com toda a intrepidez a Tua Palavra, enquanto estendes a mão para curar e para que se façam sinais e prodígios pelo Nome de Teu Santo Servo Jesus” (At 4:29-30).

Paulo: “Porque nos convinha tal Sumo Sacerdote, Santo, Inocente, Imaculado, Separado dos pecadores, e feito Mais Sublime que os Céus. Que não necessita, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus próprios pecados e depois pelos do povo. Porque isto fez Ele, uma vez por todas, quando Se ofereceu a Si mesmo” (Hb 7:26).

E até os demônios, que O conheciam desde antes da fundação do mundo, quando O viram andando aqui na Terra, apavoravam-se e diziam: “Ah! Que temos nós contigo, Jesus, nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus” (Mc 1:24, Lc 4:34).

Nenhuma mácula! Nenhum pecado! Ele é o Cordeiro Santo de Deus!

Cremos que Jesus, para tomar o lugar e substituir o ser humano pecador, tinha de viver como um ser humano normal. E o foi no sentido mais absoluto e perfeito. Teve mãe humana, cresceu e desenvolveu-se humanamente. Não apenas comeu e bebeu, como também passou fome, sede e cansaço. Teve todas as emoções e necessidades humanas. Esteve sujeito à todas as tentações do homem e não pecou. Manteve-se preso ao corpo humano e suas consequências: “homem de dores e que sabe o que é padecer” (Is 53:3). Provou a morte – desgraça única da humanidade – e foi sepultado como qualquer mortal (Mt 27:45:66, Mc 15:33-47, Lc 23:44-56, Jo 19:28-42).

Sua Humanidade foi a mais santa que este mundo já viu ou possa ver (Mt 4:2,8:24, 26:28, Mc 3:5, 6:34, 10:14,21, Lc 2:40,52; 22:44; 24:39, Jo 4:6, 8:40, 11:33-36, 12:27, 19:28, I Tm 2:5).

Em vida, Jesus andou com os pecadores, pernoitou em suas casas, comeu e bebeu com eles, chamando-os de “amigos”, “filhos” e “irmãos” (Lc 12:4, 19:5, 7:37-50, Jo 15:15, Hb 2:11).

Ainda que extremamente Santo, jamais rejeitou ou evitou os pecadores, buscando-os com amor e salvando-os (Lc 19:10, Jo 8:10-11).

Sua identificação máxima com os pecadores se deu na hora de morrer, quando assumiu o meu e o seu lugar, colocando-se entre dois pecadores da pior espécie, e morrendo como se fosse também pecador, conforme estava determinado pelo Pai:

“Todos nós andamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho, mas o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido, mas não abriu a sua boca; como um Cordeiro foi levado ao matadouro... foi cortado da terra dos viventes e pela transgressão do meu povo foi Ele atingido... nunca fez injustiça, nem houve engano na sua boca... Todavia ao SENHOR agradou o moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado... o meu servo, o Justo, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si... porquanto derramou a sua alma na morte e foi contado com os transgressores; mas Ele levou sobre si os pecados de muitos e pelos transgressores intercedeu” (Is 53:6-12).

Manteve-se puro porque bem sabia que a Sua missão de libertar os homens da escravidão do pecado só teria êxito se assumisse o lugar do cordeiro inocente, oferecendo o seu corpo sem culpa e sem mancha, para que o seu sangue fizesse expiação em favor dos pecadores (Jo 3:14; 8:28, 12:24, Mt 20:28, 26:24).

Jesus não foi uma vítima involuntária, pois sempre soube a hora que iria ser sacrificado (Jo 7:30, 8:20, 12:23, 13:1, 17:1; Lc 22:53) e deixou-se prender para cumprir a vontade do Pai e salvar os pecadores, através do seu sacrifício perfeito e definitivo (Jo 10:18). Cremos que na cruz, humilhado, ferido, sangrando, das 9:00 da manhã às 3:00 horas da tarde, estava o Salvador que triunfou sobre o pecado, morrendo pelos pecadores!

Paulo, profundo conhecedor da Torá, criado no judaísmo aos pés de Gamaliel, convertido e salvo, escreveu:

“Cristo morreu pelos nossos pecados, de acordo com as Escrituras” (I Co 15:3).

Cremos que Cristo realmente morreu na cruz, e que aquilo não foi “um desmaio”, como afirmam falsamente religiões criadas por homens séculos depois, que não testemunharam nada e não sabem o que dizem, tentando apenas invalidar o que Ele fez.

Pedro, testemunha ocular da Sua morte e sepultamento, escreveu: “Morreu o Justo pelos injustos, para levar-nos a Deus” (I Pe 3:18).

O próprio Jesus, ressuscitado e glorificado, dá testemunho da Sua morte:

“Fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém! E tenho as chaves da morte e do inferno” (Ap 1:18). Glórias a Deus por isso!

E todo o Céu, em adoração, canta um novo cântico, testificando esta Verdade:

“Digno és de tomar o Livro e abrir os seus selos, porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua e povo e nação; e para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a Terra” (Ap 5:9).

Se Ele tivesse apenas desmaiado na cruz, então todo o Céu e Ele mesmo estariam mentindo. Não! Ele não mente, porque odeia a mentira e o falso testemunho! Ele realmente morreu por todos os pecadores, “dos quais eu sou o principal” (I Tm 1:15).

Cremos que ninguém na Terra, nem no Inferno, teria poder para matar YeHOSHUA, o Deus Salvador, e que Ele se entregou voluntariamente por cada um de nós, conforme Ele mesmo disse: “Ninguém tira a minha vida: Eu de mim mesmo a dou” (Jo 10:18). E Ele a deu por amor a mim e a você (Jo 15:13).

Cremos que morreu o Justo pelos injustos, o Inocente pelos culpados, o Puro pelos impuros, o Santo pelos pecadores, o Forte pelos fracos, o Perfeito pelos imperfeitos, para nos conduzir a Deus (Jo 8:46, Rm 5:6-8, II Co 13:4, Hb 9:26-28, I Pe 3:18).

Através da morte de Jesus na Cruz, Deus Se revelou totalmente aos homens (Mt 27:51, Mc 15:38, Lc 23:45). No momento em que Cristo expirou, o véu do templo em Jerusalém se rasgou de alto a baixo, eliminando a barreira que existia entre o ser humano e seu Deus (Mt 27:51). Cremos que é o Sacrifício de Cristo na Cruz que conduz a Humanidade a Deus e traz Deus à Humanidade (Hb 10:19, 20).

Cremos que todo pecador e pecadora que recebe o Senhor Jesus Cristo como Único, Suficiente, Exclusivo e Eterno Salvador, crendo no Seu sacrifício expiatório, recebe de Deus o perdão de todas as suas iniquidades, tem o seu nome escrito no Livro da Vida do Cordeiro, recebe na hora o poder de se tornar Filho de Deus, “e passou da morte para a vida”. Por causa disso, não entrará em condenação! (Jo 1:12, 5:24, Ap 20:11-15).

Cremos que tudo isso é concedido graciosamente ao pecador, sem merecer, porque a salvação é presente de Deus! (Jo 3:16, Ef 2:8-9, Ap 5:9).

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