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14. O BATISMO NAS ÁGUAS EM NOME DA SANTÍSSIMA TRINDADE

14O BATISMO NAS ÁGUAS EM NOME DA SANTÍSSIMA TRINDADE

Cremos que o Batismo nas Águas é uma exigência da rigorosa Justiça de Deus. É tão imperioso e necessário que João Batista, o precursor do batismo cristão, dizia: “Aquele que me mandou batizar com água...”, frisando que batizava as pessoas por ordem direta de Deus, para preparar um povo para a chegada do SENHOR (Mt 3:1-12, Jo 1:33). É um requisito tão indispensável, que o próprio Jesus, ao completar trinta anos de idade, saiu de Nazaré, na Galileia, percorreu a pé dezenas de quilômetros, e veio até o Rio Jordão para ser batizado por João Batista (Mt 3:13-17, Mc 1:9-11, Lc 3:21-22, Jo 1:32-34).

João Batista pensava que poderia haver exceção e, por isso, recusava-se a batizar Jesus, dizendo: “Eu é que preciso ser batizado por Ti, e vens Tu a mim? ” (Mt 3:14).

João assim pensava por três motivos:

1- O Batismo de Arrependimento é para os pecadores lavarem seus pecados, e Jesus não tinha um só pecado para lavar, nem nada do que se arrepender.

2- O Batismo é para Salvação, e Jesus dela não precisava porque é o próprio Salvador.

3- O Batismo é para introduzir o salvo no Reino dos Céus, e Jesus é o próprio Rei que veio introduzir a Humanidade no Reino de Deus.

“Jesus, porém, lhe respondeu: João, deixa por agora; porque assim nos convém cumprir toda a Justiça. Então ele o permitiu” (Mt 3:15).

Jesus mostrou a João e a todos nós que o Batismo é um ato requerido pela Justiça de Deus e que todos, sem exceção, devem cumpri-lo. Ao se batizar, Jesus mostrou que nenhuma pessoa, por melhor que seja, está dispensada de cumprir esta exigência de Deus. A Palavra declara que Deus olhou para a Terra e não viu um justo sequer (Rm 3:10).

João Batista compreendeu bem a colocação do Senhor Jesus e O batizou.

“Sendo Jesus batizado, saiu logo da água” (Mt 3:16).

É óbvio, mas precisa ser comentado: se Jesus saiu da água é porque estava dentro.

Depois do Jordão, o Evangelho diz que João Batista foi batizar em Enom “porque havia ali muitas águas; e o povo ia e se batizava” (Jo 3:23). Enom é uma palavra grega de origem aramaica que quer dizer “fontes”. Tanto no princípio do Batismo no Rio Jordão, como em Enom, o Batismo só acontece onde há “muitas águas”. Um batismo feito em pias, ou com canequinhas, não condiz com o Batismo do Evangelho. Fosse assim, João não precisaria ter ido a “Enom”, às “fontes”. Bastaria andar pelo país, com um balde de água e uma caneca na mão.

Ademais, como um dos significados do Batismo é “lavar” (At 22:16), é claro que ninguém se lava com algumas gotinhas ou com uma canequinha. Pode até tentar, mas não ficará limpo.

Cremos ainda que cada pessoa que se arrepende e crê deve ser batizada em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, porque o Evangelho nos mostra no Batismo de Jesus a Presença das Três Pessoas da Santíssima Trindade: “E João viu o Espírito Santo de Deus descendo sobre Ele em forma corpórea, como uma pomba. E eis que uma voz dos Céus dizia: “ESTE É O MEU FILHO AMADO, EM QUEM ME COMPRAZO” (Mt 3:13-16a, Lc 3:21b, Mt 3:16b, Lc 3:22, Mt 3:17).

Por isso cremos que todos os nascidos de novo como “filhos de Deus” (Jo 1:12) devem ser batizados “Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, conforme a fórmula ordenada por Jesus em Mateus 28:19.

Cremos que o Batismo nas águas, de tão importante, já era ordenado por Jesus e realizado pelos discípulos antes da Cruz (Jo 4:1-2), e que depois da Cruz e ressuscitado, foi uma de Suas mais importantes instruções aos discípulos:

“Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo. Mas quem não crer será condenado” (Mc 16:15-16, Mt 28:19).

Todos os dicionários bíblicos, e até os seculares, concordam que a palavra “batismo” vem do grego baptismós, e quer dizer “imersão”. Em latim, a palavra é baptismu e também quer dizer “imersão”.

Traduzindo, Jesus disse: “Quem crer e for imergido será salvo”.

Por isso, cremos que o Batismo, além de exigir muitas águas, para ter validade, deve ser feito por imersão.

Cremos que, ao se batizar nas águas, o pecador arrependido prova que crê em Jesus Cristo como Único, Suficiente, Exclusivo e Eterno Salvador, cumpre a Justiça de Deus, e se identifica com a Morte, Sepultamento e Ressurreição do seu Salvador, pois, do mesmo modo que Cristo morreu e foi sepultado, assim também o pecador arrependido, ao ser imergido totalmente pelas águas está sepultando a velha criatura junto com todos os seus pecados (Rm 6:4, Cl 2:12) e, ao emergir das águas batismais, já como Cristão, está ressuscitando com Cristo para uma nova vida (II Co 5:17), tendo se lavado e purificado de todos os seus pecados (At 2:38, 22:16).

E tudo isso, pelo princípio da Graça e do Amor de Deus: “Sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus” (Rm 3:24).

Cremos que a salvação por ser pessoal, o Batismo nas Águas também o é, e Deus não leva em consideração o estado civil da pessoa que crê, porque a Sua única exigência é que o pecador arrependido creia. Quando Jesus conversou com a mulher samaritana, deixou bem claro que a Salvação é Dom – Presente – de Deus. E mesmo sabendo da sua tumultuada vida conjugal, Jesus ofereceu a ela e ao seu consorte a Água Viva (Jo 4:10).

Cremos que a bênção da justificação e do perdão só é obtida por aqueles que depositam sua fé em Jesus Cristo (Rm 3:22, 4:16, Gl 2:16), no seu sacrifício (Rm 5:8-9, 3:26), e se batizam nas águas.

Cremos que uma pessoa não precisa fazer “cursinho” para se batizar, porque Jesus exige apenas que o batizando creia. Prova disso, é que no primeiro batismo da Igreja cristã, quando três mil pessoas desceram às águas no mesmo dia (At 2:41), ninguém fez cursinho e nem sequer os apóstolos ficaram entrevistando as pessoas, uma por uma, perguntando sobre suas vidas particulares, familiares, conjugais ou profissionais. Isso inviabilizaria tamanho batismo naquele mesmo dia. E nem haveria por que fazer isso. Jesus jamais deu tal instrução.

Cremos que a santificação é necessária, mas é um processo posterior, a cargo do Espírito Santo, que sempre trabalhará e convencerá a pessoa “do pecado, da justiça e do juízo” (Jo 14:8).

Cremos que, se a pessoa esperar “virar santa” para depois se batizar, nunca atingirá seu objetivo e morrerá sem se batizar. Ademais, Jesus não veio para os “santos”. Ele disse: “Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores ao arrependimento” (Mt 9:13).

Cremos que somente podem passar pelo Batismo nas Águas as pessoas que possuem a capacidade de crer, que sabem a diferença entre o bem e o mal, e podem se arrepender. Jesus disse: “Quem crer e for batizado será salvo”. Ele não disse apenas “Quem for batizado”, mas: “Quem crer e for batizado”. Primeiro a pessoa crê, depois se batiza.

O batismo de bebês nunca foi ordenado por Jesus ou praticado pelos Apóstolos, porque um bebê não tem a capacidade de crer e nem tem pecados para se arrepender.

O odioso argumento de que se a criança morrer sem ser batizada, “morre pagã e vai para o limbo” não tem respaldo bíblico e ainda contraria a Palavra que Jesus disse: “Deixai vir a mim as criancinhas, porque das tais é o Reino de Deus” (Mc 10:14). Somente depois de adulta, sabendo a diferença entre o Bem e o Mal, o certo e o errado, tendo a capacidade de crer e se arrepender, é que uma pessoa pode ser batizada. O procedimento correto com crianças recém-nascidas de pais cristãos é apresentá-las no templo, conforme o próprio Cristo foi apresentado quando nenê (Lc 2:22).

Cremos que os adultos que morrem sem o Batismo de Arrependimento, ainda que batizados ou apresentados quando recém-nascidos ou crianças, morrem como pessoas que não cumpriram toda a Justiça de Deus (Mt 3:15).

Cremos também, que “há um só batismo” (Ef 4:5), não havendo necessidade do Cristão se batizar novamente, ou “renovar batismos”, qualquer que seja a justificativa para isso. Abominamos totalmente a prática de dois ou mais batismos de arrependimento.

Cremos que se a pessoa creu, arrependeu-se e foi batizada por imersão em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e sabia perfeitamente o que estava fazendo, seu batismo nas águas é valido para sempre. Se porventura se desviar, e depois voltar para a Casa do Pai, não precisa se batizar de novo, mas apenas se reconciliar com o Senhor e com a Igreja, podendo participar da Santa Ceia.

Cremos que é através do Batismo, quando a velha criatura é sepultada e a nova emerge das águas, que nos tornamos “membros do Corpo de Cristo” (I Co 12:12-13), e que quem creu “se revestiu de Cristo” (Gl 3:27), que agora “está em Cristo”, podendo realmente ser chamado de “Cristão” (At 11:26, II Co 5:17, Gl 3:28, Ef 1:1).

Cremos que a Igreja é o corpo visível de Cristo aqui na terra, e que o Cristão passa a ser tratado como membro deste corpo e irmão de todos os outros membros da Comunidade Cristã PAZ E VIDA, com todos os benefícios desta comunhão, onde Cristo é o Cabeça (At 4:11, I Co 11:3, Ef 1:20-22, 4:15, 5:23, Cl 1:18, 2:9-10,19).

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