Pr. Reinaldo Rosário

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Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Crescio Rezende

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Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

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Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Raphael Batista

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Delson Campos

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Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

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Pr. Regino Barros

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Pr. William Alves

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Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Wesley Santos

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Pr. Dionatan Freitas

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Pr. Carlos Pinheiro

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Pr. Luciano Alves

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Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Joaquim Neto

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Pr. Neilton Rocha

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16. A SANTA CEIA DO SENHOR

16 A SANTA CEIA DO SENHOR

Um dia Jesus Cristo fez uma pregação pública que escandalizou a todos e fez até os setenta discípulos O abandonarem; ficaram somente os doze, entristecidos. Ninguém compreendeu a Sua pregação. Nela, o Senhor falava de maneira figurada sobre a Sua carne e o Seu sangue:

“EU SOU o Pão Vivo que desceu do Céu. Se alguém comer deste Pão, viverá para sempre. E o Pão que eu darei pela vida do Mundo é a minha carne. Disputavam, pois, os judeus entre si, dizendo: Como pode este dar-nos a sua carne a comer? Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis Vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a Vida Eterna. E eu o ressuscitarei no Último Dia. Porque a minha carne verdadeiramente é comida e o meu sangue verdadeiramente é bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também viverá por mim” (Jo 6:51-57).

O povo se escandalizou com isto porque, desde a saída do Egito, foi ensinado a não comer carne com sangue (Lv 7:26-27, 17:10-14). Eles pensaram que Jesus estava propondo uma heresia, um canibalismo. O SENHOR, porém, falava do Seu sacrifício, através do qual daria a Sua carne e derramaria todo o Seu sangue pela vida do Mundo.

Se os ouvintes de Jesus tivessem conhecimento da Lei de Moisés, teriam entendido por que Deus disse: “A vida da carne está no sangue, pelo que vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pela vossa alma, porquanto é o sangue que fará expiação pela alma” (Lv 17:11). Expiação é pagamento de uma culpa através de um sofrimento compensatório.

Cremos que Jesus não nos deu apenas o Seu sangue: Ele nos deu a Sua Vida através de um sacrifício de grande sofrimento compensatório, para que todos os que O recebem sejam perdoados e tenham Vida para sempre.

Cremos que a Salvação não é algo que se desfrutará apenas no futuro, mas já! Jesus não disse “terá a vida eterna”, mas “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna”. Quem recebeu o Senhor Jesus e com Ele permanece não pode mais morrer, pois “já passou da morte para a Vida” (Jo 5:24).

Foi somente mais tarde, na véspera da morte de Jesus, que os discípulos compreenderam a mensagem pregada sobre a Sua carne e o Seu sangue. Naquela noite de quinta-feira, ao celebrar a última Páscoa e a primeira Santa Ceia, fazendo a passagem do Velho para o Novo Pacto, Jesus tomou o pão, deu graças, o abençoou e o deu aos discípulos, dizendo:

“Tomai, comei. Isto é o meu corpo, que é dado por vós. Fazei isto em memória de mim” (Mt 26:26, Mc 14:22, Lc 22:19, I Co 11:24).

O Pão da Santa Ceia representa o Corpo sofrido e morto do Senhor, que foi castigado em nosso lugar e levou sobre Si todas as nossas enfermidades, dores, tormentos, pecados, iniquidades, e falta de paz. Cremos que no Pão nós participamos do Cristo morto por nós, com todos os todos os benefícios profetizados em Isaías: “e pelas suas pisaduras nós somos sarados” (Is 53:4-5).

Após cear, Ele fez o mesmo com o cálice e o deu aos discípulos, dizendo:

“Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue, que é derramado por vós. Bebei dele todos. Pois isto é o meu sangue, que é derramado por muitos para remissão dos pecados” (Mt 26:27-28, Mc 14:23-24, Lc 22:20, I Co 11:25).

Como a vida do corpo está no sangue (Lv 17:11), ao nos dar o Seu Sangue na Cruz, que bebemos representado no cálice, recebemos a Vida de Jesus. Se Jesus tivesse nos dado só o Pão, já seria uma grande bênção! Mas Ele foi além: Ele nos deu a Sua vida! E no Cálice nós participamos do Cristo ressuscitado e todo-poderoso! (Mt 28:18-20, Ap 1:8-18).

Cremos que a Santa Ceia deve ser celebrada obrigatoriamente por todos os salvos, em memória do que o Senhor Jesus sofreu para pagar a nossa dívida e nos dar a remissão. E que a sua observância é uma ordem direta do SENHOR:

Fazei isto em memória de mim”. Jesus usou o verbo no modo imperativo e afirmativo, tempo verbal que exprime uma ordem, e não dá a quem ouve outra opção a não ser obedecer!

A mesa da Santa Ceia aponta para o Passado, quando nos faz lembrar do sofrimento de Cristo por nós.  

Aponta para o Presente, quando nos faz estar em volta da Sua mesa para termos comunhão com o Seu corpo aqui na Terra, que é a Igreja.

E aponta para Futuro, para a Sua volta e o nosso arrebatamento, pois Ele mesmo afirmou ao dar o cálice:

“E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide até àquele Dia em que o beba de novo convosco no Reino de meu Pai” (Mt 26:29, Lc 22:16, Mc 14:25).

Cremos que devemos participar da Santa Ceia aqui na Terra, com os olhos fitos no Céu, aguardando aquele Dia futuro, quando então Ele virá para nos buscar e nos proporcionar o privilégio de participarmos da Santa Ceia no Reino do nosso Pai.

Paulo resumiu isso ao ensinar: “Porque, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes do cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha” (I Co 11:26).

O ser humano precisa do Sangue de Jesus para ser salvo – porque é o Seu sangue que faz a expiação do pecado e a sua remissão – e precisa comer a Santa Ceia para continuar salvo. Isto é Sacramento: aquilo que distribui a Salvação Divina!

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