Pr. Fábio Henrique

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Pr. Wesley Santos

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Pr. Ademir Pereira

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Pr. Neilton Rocha

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Pr. Raphael Batista

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Pr. Dionatan Freitas

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CAMPANHA DE ORAÇÃO DO MONTE MORIÁ

“E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho” (Gn 22:8).

Moriá é o monte que foi indicado por Deus a Abraão para Lhe oferecer em holocausto o seu único filho Isaque. As montanhas daquela região ficavam a três dias de Berseba e eram visíveis a uma grande distância (Gn 22:2, 4). Originalmente, aquele local era a eira de Ornã, o jebuseu (II Cr 3:1), também chamado Araúna (II Sm 24:16-24), onde Deus aparecera a Davi o Anjo do Senhor. Davi comprou a eira de Ornã (I Cr 21:25). É consenso que no mesmo local foi construído o Templo de Salomão (II Cr 3:1-2). Atualmente, encontra-se no local a mesquita muçulmana conhecida como Domo da Rocha.

Abraão ao ser chamado por Deus para sair da casa de seu pai e da sua parentela obedeceu em parte, porque Deus chamou só ele, mas Ló, seu sobrinho, foi junto. A obediência de Abrão mostrou que ele era um homem de fé viva. Essa atitude fez parecer que sua fé seria verdadeira e por isso foi provado por Deus.

O sacrifício da fé: “toma teu filho e oferece-o a Mim em holocausto, no monte Moriá” (Gn 22:2). Abraão sentiu o impacto do pedido de Deus em seu coração, mas obedeceu levantando-se de madrugada. Contudo, Abraão tinha uma fé cheia de esperança quando disse aos empregados: “voltaremos” (Gn 22:5). Isso porque em seu coração Abraão sabia que a promessa estava em Isaque (Hb 11:18). Abraão obteve a vitória da sua fé. Lembrando que a fé que falha na hora da provação é incredulidade (Mc 4:40). E Deus o aprovou: “Agora Eu sei que você me ama” disse Deus. E o menino foi devolvido por Deus ao seu pai (Gn 22:12). E assim Abraão provou sua fidelidade a Deus. Isaque perguntara: “Onde está o cordeiro?”, mas Deus providenciou um carneiro. A resposta à pergunta dele veio na pessoa de Cristo: “Eis o Cordeiro de Deus” (Jo 1:29). Abraão disse: “No monte do Senhor (YHVH Jiré ou Jeová-Giré - Gn 22:14) se proverá”.

Abraão passou nesse teste graças ao fato dele ter confiado nas promessas de Deus (Hb 11:17-19). Deus prometera que Abraão teria muitos descendentes, e essa promessa não poderia ser cumprida, a menos que Isaque vivesse ou que Deus o ressuscitasse dos mortos. Abraão sabia que Deus não mentiria, portanto ele confiou em sua Palavra imutável. Deus providenciou um carneiro no momento certo. Por isso, Abraão chamou o local: “O Senhor Proverá” – O Senhor proverá o que for preciso!

A doutrina discute a relação entre fé e obras (Tg 2:14-26). Discute também a reação entre fé e obras. E Tiago usa esse evento para ilustrar que: prova-se sempre a verdadeira fé por meio da obediência. Observe a tradução exata de Tg 2:21-22: “Não foi por obras que Abraão, nosso pai na fé, foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho Isaque?” Abraão não foi salvo quando ofereceu Isaque, mas anos antes quando confiou na promessa de Deus (Gn 15:6). Tiago não nos diz que somos salvos por meio das obras e sacrifícios, mas da prova de que possuímos a fé salvadora e uma vida de obediência (Rm 4:1-5 e Gl 3:6-9). Deus quer que as pessoas obedeçam à Sua revelação. A desobediência resulta em castigo.

Deus se manifestou também, na vida de Daniel como YHVH Jiré, confira em:Dn 6:1-3; 6-27.

O monte Moriá é também o local onde Deus concede a provisão redentora de enfermidades (Êx 15:26: “E disse: Se ouvires atento a voz do SENHOR teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o SENHOR que te sara). YHVH-RAFÁ– “Deus é nosso médico ou Aquele que cura”. O Contexto se refere à cura física do homem, mas está implícita a cura mais profunda da enfermidade, que é a da alma. A Bíblia apresenta as causas espirituais de dois tipos: O pecado que afetou a constituição física do homem (Jo 5:5-6, 8) e Satanás (Mc 9:17, 20, 25; At 19:11, 12).

El Shaddai - Deus Todo-Poderoso - Deus ou o "Eu Sou". É mantenedor e cumpridor da promessa (Hb 11:13). Deus esperou até o tempo do cumprimento da aliança para então revelar o conteúdo desse nome. Deus tem uma obrigação a glória do Seu próprio nome para cumprir as Suas promessas (Josué 7:7-9, Salmo 79:9-10, Ezequiel 20:9, 14, 22, 44). Gn 17:1 e Gn 35:11: “Eu sou o Deus Todo-Poderoso...”. Note como os santos consagrados falaram do Todo-Poderoso - Habacuque 2:20: “Mas o SENHOR está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra”. Salmo 93:1-5: “O SENHOR reina; está vestido de majestade. O SENHOR se revestiu e cingiu de poder; o mundo também está firmado, e não poderá vacilar. O teu trono está firme desde então; tu és desde a eternidade. Os rios levantam, ó SENHOR, os rios levantam o seu ruído, os rios levantam as suas ondas. Mas o SENHOR nas alturas é mais poderoso do que o ruído das grandes águas e do que as grandes ondas do mar. Mui fiéis são os teus testemunhos; a santidade convém à tua casa, SENHOR, para sempre”. Aqui Ele se revela como “Javé” ou o “Eu Sou”.

Os verdadeiros habitantes do céu sabem da importância da reverência (I Timóteo 6:14-16, Romanos 11:33). Os anjos cobrem suas faces quando estão diante de Deus (Isaías 6:1-2). Os falsos pregadores são conhecidos pela irreverência e pela escassa familiaridade com Deus. Eles conheciam a Deus como alguém que promete ao invés daquele que é mantenedor e cumpridor da promessa (Hebreus 11:13-16). Deus esperou até o tempo do cumprimento da aliança para então revelar o conteúdo desse nome. Deus tem uma obrigação: manter a glória do Seu próprio nome para cumprir as Suas promessas (Josué 7:7-9, Salmo 79:9-10, Ezequiel 20:9, 14, 22, 44).

É na autorrevelação divina de Seus nomes que Deus se mostra com Seus atributos e Sua vontade de várias maneiras. “Deus diz: Apareci a Abraão, a Isaque e a Jacó, como Deus Todo-Poderoso, mas pelo meu nome, o Senhor [Javé] não lhes fui reconhecido” (Êxodo 6:3). Êxodo 14:4 apoia que o nome ‘Javé’ incorpora aspectos do caráter de Deus. Diz: “... e saberão que eu sou o Senhor”.

Êxodo 14:15 associa o nome Javé ao conceito de existência ou do SER. O texto diz: “Eu Sou me enviou a vós outros” baseado em “Eu Sou o que Sou” (Êx 3:14). A onipotência de Javé é demonstrada no Sl 46:6-7; 59:5; na vida do indivíduo (Sl 69:6: “Não sejam envergonhados por minha causa aqueles que esperam em ti, ó Senhor, DEUS dos Exércitos; não sejam confundidos por minha causa aqueles que te buscam, ó Deus de Israel.”) e da Nação (Sl 80:7: “Faze-nos voltar, ó Deus dos Exércitos, e faze resplandecer o Teu rosto e seremos salvos”).

Salomão quando da inauguração do Templo orou a Deus e:

1. Pediu que Deus habitasse na casa que havia sido construída para Ele;

2. Pediu a Deus que ouvisse as orações que fossem feitas naquele templo;

3. Pediu que Israel jamais fosse derrotado em uma batalha;

4. Pediu que Deus perdoasse Seu povo dos pecados se se voltassem para Ele com uma atitude de confissão e arrependimento. Como diz a Palavra: “Toda a oração, e toda a súplica, que qualquer homem fizer, ou todo o teu povo Israel, conhecendo cada um a sua praga, e a sua dor, e estendendo as suas mãos para esta casa, Então, ouve tu desde os céus, do assento da tua habitação, e perdoa, e dá a cada um conforme a todos os seus caminhos, segundo conheces o seu coração, pois só tu conheces o coração dos filhos dos homens” (II Cr 6:28-30).

Contudo, Salomão sabia que nenhum templo poderia conter a presença de Deus. Nem mesmo o céu pode conter a Sua glória. Salomão mostrou que sabia que o Senhor é Deus de graça e misericórdia, e baseou sua oração nestas grandes características de Deus. Ele também percebeu que todas as pessoas são pecadoras e precisam do perdão de Deus. Após sua oração de dedicação, falou ao povo de Israel que estava reunido para a dedicação do templo.

O que mais nos lembramos de Salomão é a sua sabedoria e ter sido ele a quem realizou o grande sonho de seu pai Davi, construindo o Templo, onde Deus se manifestava e, que deu permanência a religião de Israel.

O Templo, além de ser o local de adoração a Deus, era também o lugar de celebração das grandes festas, que fortaleciam a lealdade do povo a Jerusalém e a ideia de reino unido.

Por Valdely Cardoso Brito

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