Pr. Alexandre Teodoro

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Weslley Santos

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Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

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Pr. Danyel Pagliarin

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Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Márcio Silva

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Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Marcelo Torres

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Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

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Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Raphael Batista

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Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

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Pr. Márcio Candido

Pr. Márcio Candido

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Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

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Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

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Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

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Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

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Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

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Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

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O CORAÇÃO DO SER HUMANO

“Bem-aventurados os limpos de coração porque verão a Deus” (Mt 5:8) 

O coração, tanto no grego como no hebraico é tido como o órgão central da vida humana ou, o alicerce da vida física, mental e espiritual. As referências bíblicas tratam de algum dos aspectos da personalidade humana. Então, na Bíblia, todas as emoções são experimentadas pelo coração: amor, ódio (Sl 105:25; 1 Pd 1:22; alegria e tristeza (Ec 2:10; Jo 16:6) amargura e paz (Ez 27:31; Cl 3:15) coragem e medo (Gn 42:28; Am 2:16).

A atividade intelectual corresponde a mente, sendo assim, o coração pode pensar (Et 6:6); conhecer (Dt 29:4; Pv 22:17); entender (Jó 38:36; Is 44:18; At 16:14); meditar (Lc 2:19), imaginar (Jr 9:14); lembrar (Dt 4:9); ser prudente (Pv 2:10) e falar consigo mesmo (Dt 7:17). A tomada de decisões também é realizada pelo coração, pois, o propósito (At 11:23), intenção (Hb 4:12) e vontade (Ef 6:6), são todas atividades do coração. Finalmente, o coração refere-se ao verdadeiro caráter e personalidade da pessoa. Pureza ou maldade (Jr 3:17; Mt 5:8); sinceridade ou resistência (Ex 4:21; Cl 3:22); maturidade ou rebelião (Sl 101:2 e Jr 5:23). Tudo isso mostra o verdadeiro caráter do ser humano.

O coração é a fonte das paixões, o centro do processo dos pensamentos e da consciência, portanto, está associado com os elementos cognitivos, afetivos e volitivos da vida pessoal do ser humano. O Livro de Provérbios é esclarecedor nesse aspecto: O coração é a sede da sabedoria (Pv 2:10); da confiança (Pv 3:5); da diligência (Pv 4:23); da perversidade (Pv 6:14); de projetos iníquos (Pv 6:18); da concupiscência (Pv 6:25); da astúcia maligna (Pv 7:10); do entendimento (Pv 8:5); do engano (Pv 12:20); da estultícia (Pv 12:23); da ansiedade (Pv 12:25); da amargura (Pv 14:10); da tristeza (Pv 14:13); do caminhar infiel (Pv 14:14); da alegria (Pv 15:13); do conhecimento (Pv 15:14); do bom ânimo (Pv 15:30); da arrogância (Pv 16:5); do orgulho (Pv 18:12); da prudência (Pv 18:15); da murmuração (Pv 19:3) da inveja (Pv 23:17).

No homem interior está o sentido de coração com segredos inescrutáveis (Sl 44:21; Pv 25:3). O coração também é o trono da consciência (Hb 10:22; 1 Jo 3:19-21) e é onde recebe o amor e a paz de Deus (Rm 5:5; Cl 3:15; é a residência do Espírito de Deus 2 Co 1:22 e Ef 3:17).

Deus conhece o coração de cada ser humano (1 Sm 16:7). Visto que o falar e agir são impulsos oriundos do coração, por isso, todas as pessoas devem guardá-lo (Pv 4:23; Mt 15:18-19). A obrigação de todo ser humano é amar a Deus de todo o seu coração (Mt 22:37). Com o coração a pessoa crê em Jesus Cristo e experimenta o amor de Deus e a presença de Cristo em seu interior (Rm 5:5; 10:9-10: e Ef 3:17-19: “Para que Cristo habite pela fé nos vossos corações; a fim de, estando arraigados e fundados em amor, possais compreender qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus”).

O coração está marcado pelo pecado (Jr 17:1-10), o Sl 12:2 diz que “cada um fala com falsidade ao seu próximo”; Is 29:13 explica porque; e Jesus diz que o coração do homem é fonte de toda maldade: “porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias”. E, explica: São essas coisas que contaminam o homem...” (Mt 15:19 e 20a), mas pode ser purificado, se Deus criar um novo coração puro (Sl 51:10) e renovado (Ez 36:26), transformado e marcado pela lei divina (Jr 31:33). Deus sonda o coração (Rm 8:27). “Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo” (2 Co 4:6). O ponto importante é que no coração, no íntimo do ser, o homem pode ser iluminado, purificado e renovado ao ler e ouvir com atenção a Palavra de Deus, que opera o novo nascimento (Jo 3:15) com a regeneração total do coração que recebeu ao Senhor Jesus Cristo como Único, Suficiente, Exclusivo e Eterno Salvador. Assim, o homem é mais do que um corpo físico ou material, é sim uma combinação do corpo material com o espiritual.

A palavra coração no Novo Testamento é kardia, com amplo sentido psicológico e espiritual. O Senhor Jesus enfatizou os estados corretos do coração: São os puros de coração que veem Deus (Mt 5:8); o pecado é inicialmente cometido no coração (Mt 5:28); do coração procedem maus desígnios (Mt 15:19); o perdão deve vir do coração (Mt 18:35); os homens devem amar a Deus de todo o coração (Mt 22:37). A Palavra de Deus semeada tem que dar fruto no coração (Lc 8:11-15). Não é de admirar que o apelo divino seja dirigido ao coração de cada ser humano.

A pessoa integral é colocada em um novo nível de existência, do corpo decaído e sujeito à morte, que é o de Adão, para o corpo-espírito imperecível da vida em Cristo (1 Co 15:35-50). E o cristão como uma unidade entre corpo e espírito será ressuscitado para uma vida como a do próprio Cristo, o grande e eterno salvador da humanidade. Assim, diz o Sl 119:1-2: “são bem-aventurados os que trilham com integridade o seu caminho, os que andam na lei do Senhor! ...E os que O buscam de todo o coração.”

Mas e o coração dos servos de Jesus Cristo? Buscam ao Senhor em todos os momentos de dificuldades e são atendidos, mas como está seu coração de servo em relação ao cumprimento do ide de At 1:8 “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da terra.” É claro que não podem fazer como o mar Morto que recebe as águas frescas e claras do rio Jordão, que nele desembocam, mas nunca saem dele. Porém, muitos cristãos estão como o mar Morto, estagnados e sem vida, possuidores de fé morta, porque a fé sem obras é morta.

O servo de Jesus deve repensar: como estaria a Igreja de Cristo se todos testemunhassem sobre o que Jesus fez em sua vida aos que estão ainda em trevas? Ninguém pode dizer que não tem o dom de evangelizar, porque o Espírito de Deus é quem comanda os cristãos lavados e remidos pelo sangue de Jesus Cristo.

Por Valdely Cardoso Brito

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