Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

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Acusação e defesa vão ligar massacre do Carandiru a surgimento de facção

No julgamento dos PMs que atuaram no massacre do Carandiru, que começa hoje, quase 21 anos após o episódio, defesa e acusação terão um ponto em comum.

Os dois lados sustentarão que a facção criminosa PCC é subproduto da ação policial que deixou 111 mortos na invasão do pavilhão 9 da antiga Casa de Detenção.

As mortes ocorreram em outubro de 1992 e o surgimento da facção, em agosto de 1993, num presídio de Taubaté (a 140 km de São Paulo).

A forma como cada parte vai explicar a relação entre esses dois episódios, entretanto, é completamente distinta.

Para o Ministério Público, a violência da PM no episódio foi fator decisivo na organização da facção.

"Está no estatuto da facção. [O massacre] foi levado em consideração para que casos como esse não voltassem a se repetir", diz o promotor Márcio Friggi de Carvalho.

 

Fonte: Folha de São Paulo


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