Pr. Ademir Pereira

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Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Luciano Alves

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Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

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Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

Sede Estadual – CE   [email protected]  

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

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Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

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Assim como o tomate, cebola é contrabandeada na tríplice fronteira

Assim como o tomate, a cebola, outro vilão da inflação, tornou-se objeto cobiçado de contrabando na tríplice fronteira do Brasil com o Paraguai e a Argentina.

Ontem, fiscais da Receita Federal e do Ministério da Agricultura apreenderam 3.500 toneladas na ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu (PR).

Fiscais do Ministério da Agricultura em Foz do Iguaçu (oeste do Paraná) já apreenderam 500 kg do alimento nas últimas duas semanas --um recorde.

"É uma coisa inédita", diz o chefe do ministério na cidade, Antonio Garcez, sobre os tomates. "O Brasil é produtor. Normalmente, a gente exportava para a Argentina, o ano todo. Agora inverteu."

As cebolas apreendidas ontem vinham da Argentina, onde o câmbio e a produção fazem com que o produto, no atacado, custe cerca de 20% menos no país vizinho do que no Brasil -R$ 2, ante R$ 2,50.

O alimento contrabandeado, que não pode entrar no Brasil por não ter passado por avaliação fitossanitária, é transportada em vans ou carros pequenos.

No país, ele é revendido em mercados e restaurantes de Foz do Iguaçu e região.

 

Fonte: Folha de São Paulo


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