Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN [email protected]  

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   [email protected]  

Pr. Danilo Queiroz

Pr. Danilo Queiroz

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Inflação volta à meta do governo; remédios puxam alta em abril

A inflação registrou alta de 0,55% em abril, mas voltou a ficar abaixo do teto da meta do governo pela primeira vez em quase um ano, um alívio ao governo de Dilma Rousseff em meio aos esforços para controlar os preços sem prejudicar a frágil recuperação da economia.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 6,49% nos 12 meses até abril, abaixo dos 6,59% de março e e de volta à meta do governo. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A meta de inflação é de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou menos.

No ano, a inflação acumulada é de 2,5%, acima dos 1,87% relativos ao mesmo período do ano passado.

Remédios lideram impacto na inflação

Com alta de 2,99% em abril, os remédios lideraram a lista dos principais impactos da inflação. O reajuste autorizado, que variou de 2,7% a 6,31%, a depender da classificação do medicamento, começou a vigorar em 31 de março.

A indústria farmacêutica alegou que a alta nos preços dos medicamentos é resultado de uma maior pressão nos custos de fabricação, sobretudo com pessoal, insumos e matérias-primas importadas, cujas cotações internacionais subiram no ano passado e ficaram mais elevadas por causa da desvalorização do real.

Empregados domésticos e alimentos também sobem

Os custos com empregados domésticos também tiveram forte impacto no IPCA de abril. Em um ano, os custos com esse tipo de traabalhador teve alta de 11,32%.

Os alimentos continuam mostrando desaceleração nos preços, porém ainda são responsáveis por 44% do índice de inflação. O tomate e a batata inglesa continuam registrando alta nos preços, com altas de 150% e 123% em um ano, respectivamente.

Inflação 'pegou' governo de surpresa

A inflação em 12 meses tem subido desde junho do ano passado em meio à alta dos preços de alimentos e vários serviços.

O aumento pegou o governo de surpresa no momento em que nenhum outro país da América Latina com metas de inflação estava preocupado com o nível de preços, e fez o BC tirar os juros da mínima recorde no mês passado, levando a Selic a 7,5% ao ano e com indicação de que o ciclo de aperto monetário vai continuar.

"O declínio da inflação em 12 meses para qualquer nível abaixo do teto da meta de 6,5% é uma boa notícia para o Banco Central, e dá outra razão para que ele continue o ciclo de aperto monetário com cautela", afirmou o economista do Deutsche Bank José Faria, em relatório.

O BC deve subir a taxa básica de juros em mais 0,75 ponto percentual até o fim do ano, para 8,25%, de acordo com a mediana das projeções da pesquisa semanal Focus do BC. A expectativa para a inflação é de que ela recue dos atuais níveis mas permaneça longe do centro da meta, terminando 2013 a 5,71% e 2014 a 5,76%.


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