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A Identidade Restaurada

Em 2005, cientistas israelenses plantaram uma semente de tamareira encontrada nas ruínas de Masada, em Israel. A semente tinha 2.000 anos. Dois milênios enterrada no escuro, seca, sem nenhum sinal de vida. Ninguém apostava nada. E ela germinou. Brotou. Virou uma árvore viva. A chamaram de Matusalém — o nome do homem mais velho da Bíblia. Uma semente declarada morta por 2.000 anos, em solo bíblico, voltou a viver.

Em Lucas 15:24, o pai não disse que o filho melhorou, amadureceu ou se corrigiu. Disse: “estava morto e reviveu.” Recusou todas as categorias — menos uma: ressurreição. Efésios 2:4-5 — “Estando nós mortos, nos vivificou juntamente com Cristo.” Conserto pressupõe que algo ainda funcionava. Ressurreição pressupõe que não havia nada — e Deus criou vida onde só existia morte. O que Ele faz com você não é ajuste. É nova criação.

Deus, eu não preciso de conserto. Preciso de vida nova. Onde eu era osso seco, sopra de novo. Onde eu era morte, decreta ressurreição. Em Nome de Jesus, amém.

Sete decretos. Nenhum pedido. Nenhum negociado. Roupa, anel, sandália, bezerro, alegria, filiação, ressurreição. Sua identidade foi restaurada — agora é hora de caminhar nela. Hoje, 19h, Culto da Visão. Av. Cruzeiro do Sul, 1965 — metrô Tietê. Estacionamento gratuito. Escolinha para crianças. Eu te espero lá.

A informação desse texto pode ser verificada aqui: https://www.npr.org/sections/thesalt/2020/02/06/803186316/dates-like-jesus-ate-scientists-revive-ancient-trees-from-2-000-year-old-seeds

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