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A Advertência que Você Não Pode Fingir que Não Ouviu

DIA 2 – A ADVERTÊNCIA QUE VOCÊ NÃO PODE FINGIR QUE NÃO OUVIU

“Porém, se vós de qualquer maneira vos apartardes de Mim, e não guardardes os Meus mandamentos, então destruirei Israel da terra que lhes dei.” – 1 Reis 9:6-7

Deus apareceu a Salomão duas vezes. Na primeira, capacitou. Na segunda, advertiu. Entre uma aparição e outra um templo inteiro foi erguido, mas o coração de um homem já começava a se desviar por dentro.

Salomão jamais poderia dizer diante de Deus “ninguém me avisou”. A advertência tinha nome, tinha data, tinha palavra registrada.

A consciência funciona como um alarme: existe para avisar antes do desastre, não depois. Quando você sente aquele desconforto ao ouvir uma pregação, ao receber um conselho, ao ler um versículo que toca exatamente a área que você protege, isso não é coincidência. É o alarme cumprindo a função para a qual foi criado.

Quantas vezes esse alarme já tocou em você? Quantas pregações já bateram exatamente onde você continua resistindo? Quantos conselhos você já ouviu e guardou na gaveta?

A paciência de Deus não é ausência de julgamento, é espaço aberto para arrependimento. O adiamento da consequência nunca significou aprovação. Significa que ainda há tempo, e tempo que ainda existe é tempo que se pode usar bem.

ORAÇÃO: Pai, perdoa-me por tratar Tuas advertências como se fossem negociáveis. Hoje eu escolho obedecer. Fortalece-me para fechar a porta que deveria ter fechado há muito tempo. Em Nome de Jesus, amém.

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