Substância achada em bactéria da Amazônia pode inovar tratamento de câncer e impedir a metástase

Estudo brasileiro aponta possível capacidade do pigmento, encontrado no rio Negro, de bloquear a migração das células tumorais para outras partes do corpo.

Um estudo recente realizado por uma estudante de doutorado da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) aponta que uma substância natural produzida por uma bactéria originária do rio Negro, no Amazonas, pode ser promissora no combate ao câncer ao evitar a metástase (espalhamento para outras partes do corpo) de tumor colorretal.

Por anos, estudiosos dedicam esforços para entender a atuação da violaceína, produzida pela bactéria Chromobacterium violaceum, no auxílio do combate ao câncer. O laboratório da universidade já estudou a ação da violaceína em diversos tipos de câncer, como a leucemia, próstata, pâncreas e mama.

Recentemente, a doutoranda do Instituto de Biologia da Unicamp Patrícia Fernandes de Souza identificou a capacidade do pigmento de impedir o agravamento do câncer colorretal.

Orientada pela professora de bioquímica do instituto Carmen Veríssimo Ferreira-Halder, elas descobriram que a violaceína tem a habilidade de diminuir ou bloquear a ação de algumas proteínas que possibilitam o crescimento do tumor, a metástase e a resistência ao tratamento.

“De alguma forma, a violaceína acaba desligando vias ou rotas metabólicas que são importantes para manter o tumor vivo e, muitas vezes, manter o tumor agressivo”, conta a professora.

O estudo busca identificar os principais agentes do tumor que ocasionam a piora dos quadros clínicos para, futuramente, desligá-los e fornecer informações relevantes para o desenvolvimento de remédios.

A violaceína e o câncer colorretal

De acordo com dados estimados pelo Inca (Instituto Nacional de Câncer), o segundo tipo de câncer mais incidente, tanto em homens quanto em mulheres, é o colorretal. Apesar disso, segundo a doutoranda, a maioria dos pacientes é assintomático e descobre o tumor em um estado avançado da doença, o que dificulta o tratamento.

Pensando nisso, o estudo detalha, principalmente, a via que permite que uma célula tumoral se torne invasiva, processo denominado transição epitélio-mesênquima. Quando ela ganha esta capacidade, consegue invadir diferentes locais e migrar para outros órgãos, ocasionando a metástase.

A partir de modelos que imitam tumores humanos, chamados de esferoides, a pesquisa constatou que a violaceína consegue bloquear esta transformação e induzir aquela célula tumoral à morte por apoptose – tipo de eliminação que é o mais indicado, pois destrói a célula sem causar uma reação impactante ao paciente, como uma resposta inflamatória.

Em laboratório, a equipe utilizou um método – fator de crescimento, chamado TGF-β – que estimulou a transformação da célula de câncer colorretal em uma com capacidade de migração, ou seja, com características metastáticas. Até mesmo neste caso, a violaceína conseguiu bloqueá-la.

“Nós tivemos a ideia de mimetizar o que acontece em seres vivos, porque esse TGF-β está presente no nosso organismo”, explica a doutoranda.

Aumento da eficácia de medicamentos

A pesquisa constatou ainda que a combinação da violaceína com o quimioterápico 5-fluorouracil, muito utilizado em tratamentos, melhorou a ação do medicamento e diminuiu as doses necessárias de duas a cinco vezes.

“Nós observamos que quando a gente trata essa célula com violaceína e com o quimioterápico, foi necessária uma dose menor para conseguir observar o efeito de inibição da proliferação da célula e também na impulsão da morte das células por apoptose”, detalha a professora.

A habilidade da violaceína de induzir a morte celular por apoptose também é um facilitador para o desenvolvimento de quimioterápicos. Um dos grandes desafios do tratamento de pacientes com câncer, segundo a orientadora do estudo, é combinar o efeito terapêutico com a qualidade de vida.

A maioria dos quimioterápicos tem efeitos colaterais fortes e a diminuição das doses pode significar uma redução das reações, além do aumento da qualidade de vida do paciente.

Próximos avanços

Os próximos avanços do estudo da doutoranda procurarão entender mais detalhadamente a forma de atuação e o porquê da violaceína ocasionar o declínio das proteínas associadas à metástase.

O grupo também irá aprofundar os estudos na utilização das doses e realizar testes com diferentes quimioterápicos. A linha de pesquisa do laboratório da universidade consegue avaliar as vias metabólicas, identificar proteínas importantes e a forma de atuação da violaceína nelas. Entretanto, para além destas informações, há a necessidade de modelos mais completos.

Os protótipos que já foram utilizados no estudo serviram para respaldar o próximo grande passo: o teste em animais.

“Com tudo que já temos comprovado, o passo seguinte é tratar animais”, informa o professor convidado do Instituto de Biologia da Unicamp Nelson Eduardo Duran.

E acrescenta: “Em alguns casos, nós já temos dados preliminares do tratamento em animais com violaceína, que ainda estão sendo analisados, mas tudo indica que realmente funciona muito bem”.

Contribuíram também para o desenvolvimento do estudo os doutores Alessandra Faria, Stefano Clerici, Erica Akagi, os professores Giselle Justo (UNIFESP) e Hernandes Carvalho (UNICAMP) e os assistentes técnicos Dra. Cláudia Soraggi e Luís Henrique Ribeiro (UNICAMP). As agências CAPES, CNPq e FAPESP financiaram a pesquisa (artigo publicado em J Cell Biochem. DOI: 10.1002/jcb.30295).

*Estagiária do R7 sob supervisão de Fernando Mellis

Fonte: R7

Vacinação contra gripe pode reduzir em 40% o risco de Alzheimer, aponta estudo

Pesquisas futuras devem avaliar se a vacinação contra a gripe também está associada à taxa de progressão dos sintomas em pacientes que já apresentam Alzheimer.

Pessoas que receberam pelo menos uma dose da vacina contra a gripe tiveram 40% menos probabilidade de desenvolver a doença de Alzheimer, ao longo de quatro anos, em comparação com não vacinados. É o que revela um novo estudo da UTHealth Houston, dos Estados Unidos.

A pesquisa comparou o risco de incidência da doença neurodegenerativa entre pacientes com e sem vacinação prévia contra a gripe em uma grande amostra nacional de adultos dos Estados Unidos com 65 anos ou mais.

Os resultados preliminares do estudo foram divulgados online de maneira antecipada. A versão final da pesquisa será publicada em agosto no periódico científico Journal of Alzheimer’s Disease.

“Descobrimos que a vacinação contra a gripe em adultos mais velhos reduz o risco de desenvolver a doença de Alzheimer por vários anos. A força desse efeito protetor aumentou com o número de anos que uma pessoa recebeu uma dose anual contra a gripe – em outras palavras, a taxa de desenvolvimento de Alzheimer foi mais baixa entre aqueles que receberam consistentemente a vacina contra a gripe todos os anos”, disse o pesquisador Avram S. Bukhbinder, primeiro autor do estudo, em comunicado.

Segundo o especialista, pesquisas futuras devem avaliar se a vacinação contra a gripe também está associada à taxa de progressão dos sintomas em pacientes que já apresentam Alzheimer.

O estudo ocorre dois anos depois que os pesquisadores da UTHealth Houston encontraram uma possível ligação entre a vacina contra a gripe e a redução do risco de doença de Alzheimer. A nova pesquisa analisou uma amostra maior do que as investigações anteriores, incluindo 935.887 pacientes vacinados contra a gripe e 935.887 pacientes não vacinados.

Durante as consultas de acompanhamento de quatro anos, cerca de 5,1% dos pacientes vacinados contra a gripe desenvolveram a doença de Alzheimer. Enquanto isso, 8,5% dos pacientes não vacinados desenvolveram o agravo durante o acompanhamento.

Para os especialistas, os resultados encontrados ressaltam o forte efeito protetor da vacina contra a gripe contra a doença de Alzheimer. No entanto, os mecanismos associados a este processo requerem um estudo mais aprofundado.

“Como há evidências de que várias vacinas podem proteger da doença de Alzheimer, estamos pensando que não é um efeito específico da vacina contra a gripe”, disse Paul. E. Schulz, professor de neurologia da McGovern Medical School. “Em vez disso, acreditamos que o sistema imunológico é complexo, e algumas alterações, como a pneumonia, podem ativá-lo de forma a piorar a doença de Alzheimer. Mas outras coisas que ativam o sistema imunológico podem fazê-lo de uma maneira diferente – uma que protege da doença de Alzheimer”, completa.

Estudos anteriores descobriram um risco reduzido de demência associado à exposição prévia a várias vacinas para adultos, incluindo as de tétano, poliomielite e herpes, além da vacina contra a gripe e outras.

Sobre a doença

A doença de Alzheimer é um transtorno neurodegenerativo progressivo e fatal que caracterizado pela deterioração cognitiva e da memória. Os sintomas incluem o comprometimento progressivo das atividades cotidianas e uma variedade de manifestações neuropsiquiátricas e de alterações comportamentais.

O quadro clínico está associado ao processamento errado de certas proteínas do sistema nervoso central, o que leva ao surgimento de fragmentos de proteínas mal cortadas, tóxicas, dentro dos neurônios e nos espaços que existem entre eles.

Como consequência, há perda progressiva de neurônios em regiões do cérebro, como o hipocampo, que controla a memória, e o córtex cerebral, essencial para a linguagem e o raciocínio, memória, reconhecimento de estímulos sensoriais e pensamento abstrato. Os sintomas da doença exigem cuidado integral às pessoas com Alzheimer.

No Brasil, estima-se que existam 1,2 milhão de casos, a maior parte deles ainda sem diagnóstico e, no mundo, cerca de 35,6 milhões de pessoas são diagnosticadas com a doença de Alzheimer.

Fonte: CNN BRASIL

Custo com energia e gás é mais de 30% do preço do pão, carne e leite

Brasileiros pagam duas vezes por eletricidade e gás natural: nas contas mensais e no valor embutido nos produtos que consomem.

Além do que é preciso para fazer funcionarem as lâmpadas, eletrodomésticos, chuveiros, fogões, fornos e aquecedores, os brasileiros consomem energia elétrica e gás natural indiretamente, incorporados na produção das mais diversas mercadorias. O gás que a padaria usa para assar os pãezinhos e bolos, a eletricidade que mantém a carne fresca no frigorífico, e a energia necessária para fabricar calçados e produtos de limpeza, por exemplo, estão embutidos nos preços desses itens, e têm impacto significativo no orçamento das famílias.

No caso do leite, para se ter uma ideia, do preço que o consumidor paga, 31,3% são referentes ao gasto com a energia usada no processo de produção, ou seja, quase um terço do valor total.

Para conhecer o verdadeiro reflexo do preço da energia nos produtos que os brasileiros consomem, a Abrace (Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres) encomendou o estudo técnico “Os impactos dos preços da energia elétrica e do gás natural no crescimento e desenvolvimento econômico”, à Ex Ante Consultoria Econômica, divulgado nesta terça-feira (14).

O principal interesse da entidade foi verificar o peso do encarecimento da energia elétrica e do gás natural no consumo final das famílias, já que essas são duas importantes fontes de energia usadas na produção de mercadorias. Também foi estudado o impacto da alta das tarifas no orçamento familiar e sobre os custos de produção da indústria brasileira.

Segundo a Abrace, entre 2000 e 2019, a tarifa residencial de energia elétrica acumulou variação de 276,7%, e o custo do gás de botijão cresceu 260,7%, considerando dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A eletricidade e o gás usado em casa, entretanto, são apenas uma parte da energia necessária para atender às famílias brasileiras. É preciso contabilizar também o que está embutido nos bens e serviços consumidos. No café da manhã, além do leite, o pãozinho é o item em que mais pesa o aumento das contas de energia: 31% do preço final do pão é devido à energia e ao gás usados no processo de produção. Para a manteiga, o queijo e o iogurte, o peso da energia no preço final é de 26,2%. Esse repasse, segundo a Abrace, é inevitável.

O impacto da energia no preço das carnes é de 33,3%. Do preço final da cesta básica, ela representa 23,1%, considerando pescados, laticínios e farináceos.

Mas o reflexo direto do custo da energia sobre os preços não se limita à cesta básica. Ele é observado em itens do material escolar, peças do vestuário, bens de consumo duráveis e materiais de construção, como pode ser visto na tabela acima.

Desigualdade

O estudo mostra que as famílias com menor poder aquisitivo gastam relativamente mais com energia: em 2018, para as pessoas que recebiam salários de até R$ 1.908 por mês, as contas de luz e gás e as despesas com combustíveis correspondiam a 9,1% da renda total. Somando a energia contida nas mercadorias e serviços, as despesas totais se aproximam de 17,9% da renda familiar.

Para as famílias com renda mensal superior a R$ 1.908 e de até R$ 2.862, o gasto direto com energia, gás e combustível em 2018 comprometia 8,2% do orçamento, enquanto o custo total é calculado em 18%. Para a faixa com salário entre R$ 2.862 e R$ 5.724, os valores são 8,1% e 18,3%; para quem recebe entre R$ 5.724 e R$ 9.540, o gasto direto é de 7,2%, e o total fica em 17,9%.

A faixa de renda seguinte é das famílias que recebem entre R$ 9.549 e R$ 14.310, para as quais se calcula um gasto direto de 6,3% com energia, gás e combustível, e total de 17,4%. Depois, para quem ganha mensalmente de R$ 14.310 a R$ 23.850, os valores são 4,9% e 16,50%. Por fim, para rendas acima de R$ 23.850, o gasto direto com energia, gás e combustível é de 3,5% dos ganhos, enquanto o gasto total é de 15,4%.

Para a indústria

O aumento das despesas com energia contribuiu para acentuar a crise industrial e diminuiu o dinamismo do crescimento econômico. A queda da produção industrial conteve a taxa de expansão do PIB e reduziu a demanda por bens e serviços intermediários não produzidos, deixando de gerar renda e emprego.

Segundo o estudo, chama atenção o fato de que a indústria teve evolução desfavorável do custo unitário com energia elétrica. Entre 2000 e 2021, esse índice passou de R$ 100 para quase R$ 1.100, registrando um aumento de, aproximadamente, 1.084% em 21 anos. O custo unitário com gás natural da indústria brasileira teve variação acumulada de 1.894%, em 21 anos.

O processo de encarecimento da energia levou a perdas de produção e a uma redução intensa do investimento, com impacto sobre o crescimento econômico e a inflação.

Fonte: R7

Teste dos 10 segundos numa perna só mostra se sua saúde vai bem

Um teste de equilíbrio simples, como ficar numa perna só por apenas 10 segundo, pode determinar se a saúde de pessoas de meia-idade e idosos vai bem.

Cientistas brasileiros da Clinimex Medicina do Exercício, no Rio de Janeiro, concluíram após anos de estudo, que um teste de equilíbrio simples e seguro deve se tornar parte de um exame de saúde de rotina para adultos mais velhos. O estudo foi publicado no British Journal of Sports Medicine.

Pessoas de meia-idade incapazes de ficar nessa posição por esse período têm quase duas vezes mais chances de morrer na próxima década, de acordo com uma nova pesquisa. Por isso o teste, aparentemente simples, serve para ajudar na prevenção.

Exame de Rotina

Ao contrário da aptidão aeróbica, força muscular e flexibilidade, o equilíbrio tende a ser razoavelmente bem preservado até a sexta década de vida, quando começa a diminuir de forma relativamente rápida.

No entanto, o teste de equilíbrio normalmente não é incluído nos exames de saúde de pessoas de meia-idade e idosos, possivelmente porque não há um teste padronizado e há poucos dados concretos que o vinculem a lesões ou doenças além da queda, disseram os pesquisadores.

A equipe de pesqsuisadores queria saber se um teste de equilíbrio pode ser um indicador confiável do risco de morte de uma pessoa por qualquer causa na próxima década e se um teste deve, portanto, ser incluído nos exames de saúde de rotina.

Estudo

Eles usaram participantes do estudo CLINIMEX Exercise, que foi criado em 1994 para avaliar as ligações entre várias medidas de aptidão física e o risco de problemas de saúde e morte por problemas cardiovasculares.

O estudo atual incluiu mais de 1.700 participantes com idades entre 51 e 75 anos (idade média de 61 anos) em seu primeiro check-up, entre fevereiro de 2009 e dezembro de 2020. Cerca de dois terços (68%) eram homens.

Peso e várias medidas de espessura de dobras cutâneas mais o tamanho da cintura foram tomadas, assim como detalhes da história médica. Apenas aqueles com marcha estável foram incluídos.

O teste dos 10 segundos

Como parte do check-up, os participantes foram solicitados a ficar em uma perna por 10 segundos sem nenhum apoio adicional.

Eles foram solicitados a colocar a frente do pé livre na parte de trás da perna oposta, mantendo os braços ao lado do corpo e o olhar fixo à frente. Até três tentativas em cada pé foram permitidas.

Cerca de um em cada cinco (348 no total ou 20,5 por cento) não passou no teste e isso aumentou em conjunto com a idade, mais ou menos dobrando em intervalos de cinco anos de 51 a 55 anos.

Entre os 51-55, quase cinco por cento falharam; para pessoas de 56 a 60 anos, oito por cento; para pessoas de 61 a 65 anos, 18%; e para pessoas de 66 a 70 anos, 37%.

Mais da metade das pessoas com idades entre 71 e 75 anos não conseguiu completar o teste, o que significa que as pessoas nessa faixa etária tinham mais de 11 vezes mais chances de falhar do que aquelas 20 anos mais jovens.

Durante um período de monitoramento de sete anos, 123 (sete por cento) pessoas morreram.

Doenças

Essas mortes incluíram: câncer (32%), doenças cardiovasculares (30%), doenças respiratórias (nove por cento) e complicações do COVID (sete por cento).

Não houve tendências temporais claras nas mortes, ou diferenças nas causas, entre aqueles capazes de completar o teste e aqueles que não puderam fazê-lo.

No entanto, a proporção de mortes entre aqueles que falharam no teste foi significativamente maior: 17,5% contra 4,5%, uma diferença absoluta de pouco menos de 13%.

Em geral, aqueles que falharam tinham uma saúde pior. Muitos eram obesos e/ou tinham doenças cardíacas, ou tinham pressão alta e muita gordura no sangue.

O diabetes tipo dois foi três vezes mais comum nesse grupo, cerca de 38% contra 13% naqueles que passaram no teste.

Risco de morte

Depois de contabilizar idade, sexo e condições subjacentes, a incapacidade de ficar sem apoio em uma perna por 10 segundos foi associada a um risco aumentado de 84% de morte por qualquer causa na próxima década.

“Este é um estudo observacional e, como tal, não pode estabelecer a causa”, disse o autor do estudo, Dr. Claudio Gil Araujo, da Clinimex Medicina do Exercício, Brasil.

“Como os participantes eram todos brasileiros brancos, as descobertas podem não ser mais amplamente aplicáveis ​​a outras etnias e nações. E informações sobre fatores potencialmente influentes, incluindo histórico recente de quedas, níveis de atividade física, dieta, tabagismo e uso de drogas que podem interferir no equilíbrio, não estavam disponíveis”.

“O teste de equilíbrio de 10 segundos fornece feedback rápido e objetivo para o paciente e profissionais de saúde em relação ao equilíbrio estático”, acrescentou o Dr. Araujo. “O teste adiciona informações úteis sobre o risco de mortalidade em homens e mulheres de meia-idade e idosos”.

Com Informações do GNN

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Fonte: SóNotíciaBoa

Terremoto de magnitude 6,1 no Afeganistão deixa mais de 950 mortos e dezenas de feridos

País está localizado na junção das placas tectônicas da Eurásia e da Índia, o que provoca desastres naturais com alguma frequência.

Mais de 950 pessoas morreram e cerca de 600 ficaram feridas após um terremoto de magnitude 6,1 atingir o sudeste do Afeganistão nesta quarta-feira (22), segundo autoridades afegãs. Acredita-se que o número de mortos é maior do que o divulgado neste que é o pior terremoto enfrentado pelo país desde 2002.

“O número de mortos deve aumentar, já que algumas vilas estão em áreas remotas nas montanhas e leva-se algum tempo para coletar detalhes”, disse há pouco Salahuddin Ayubi, ministro do Interior do governo afegão.

O terremoto de magnitude 6,1 ocorreu a uma profundidade de 10 km, por volta de 1h30 desta quarta-feira, perto da fronteira com o Paquistão, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

Um segundo terremoto, de magnitude 4,5, sacudiu outra região próxima ao mesmo tempo, de acordo com o USGS. Segundo Yaqub Manzor, um oficial tribal de Paktika, muitos dos feridos vieram do distrito de Giyan e foram transportados por ambulâncias e helicópteros.

“Os mercados locais estão fechados e as pessoas correram para as áreas afetadas [para prestar ajuda]”, disse ele à AFP por telefone. Terremotos frequentes

Fotos de casas desmoronadas nas ruas de cidades rurais são postadas nas redes sociais. Nos vídeos, moradores das áreas afetadas são vistos transportando os feridos para um helicóptero.

Os terremotos foram sentidos em várias províncias da região e também na capital, Cabul, localizada a cerca de 200 km ao norte do epicentro do terremoto.

O Afeganistão sofre frequentemente com terremotos, especialmente no maciço de Hindu Kush, que abrange o Afeganistão e o Paquistão, que está localizado na junção das placas tectônicas da Eurásia e da Índia.

Essas catástrofes podem ser especialmente devastadoras devido à fraca resistência das casas rurais afegãs. Em outubro de 2015, um poderoso terremoto de magnitude 7,5 sacudiu as montanhas Hindu Kush, causando um total de mais de 380 mortes nos dois países.

Fonte: R7

Arqueólogos descobrem cidade submersa de 3.400 anos no Iraque após seca extrema

Pesquisadores acreditam se tratar de Zakhiku, um assentamento no Império Mittani.

Uma cidade extensa de 3.400 anos surgiu no Iraque depois que o nível de água de um reservatório caiu rapidamente devido à seca extrema.

Arqueólogos curdos e alemães escavaram o assentamento no reservatório de Mosul, ao longo do rio Tigre, na região do Curdistão, no norte do Iraque, em janeiro e fevereiro.

O projeto foi feito em parceria com a Direção de Antiguidades e Patrimônio de Duhok para preservar o patrimônio cultural da região para as gerações futuras.

Acredita-se que o sítio arqueológico, Kemune, seja a cidade da Idade do Bronze de Zakhiku, um importante centro do Império Mittani que reinou de 1.550 a 1.350 a.C.

O território do reino se estendia do Mar Mediterrâneo ao norte do Iraque, de acordo com Ivana Puljiz, professora júnior do departamento de arqueologia e assiriologia do Oriente Próximo da Universidade de Freiburg em Breisgau, Alemanha, e uma das diretoras do projeto.

Uma corrida contra o tempo

Zakhiku ficou submerso depois que o governo iraquiano construiu a represa de Mosul na década de 1980 e raramente viu a luz do dia desde então.

Depois que Puljiz soube que a cidade havia ressurgido, sua equipe correu para escavar o local porque não se sabia quando os níveis de água subiriam novamente.

“Devido à enorme pressão do tempo, cavamos em temperaturas congelantes, neve, granizo, chuva, até tempestades, bem como um dia ensolarado ocasional, sem saber quando a água subiria novamente e quanto tempo teríamos”, disse Puljiz.

A cidade antiga está agora submersa, mas os pesquisadores conseguiram catalogar grande parte do local.

Um palácio já havia sido documentado quando a cidade emergiu brevemente em 2018, mas várias estruturas adicionais foram documentadas durante a última escavação. Algumas das descobertas incluem uma fortificação completa com torres e paredes e um edifício de armazenamento de vários andares.

Muitas das estruturas eram feitas de tijolos de barro secos ao sol, que normalmente não resistiriam bem debaixo d’água, disseram os pesquisadores. No entanto, Zakhiku sofreu um terremoto por volta de 1.350 a.C, e partes das paredes superiores desmoronaram e cobriram os edifícios.

Preservando o passado

Pouco se sabe sobre o antigo povo Mittani que construiu a cidade, em grande parte devido ao fato de que os pesquisadores não identificaram a capital do império ou descobriram seus arquivos, disse Puljiz. No entanto, certos artefatos desenterrados durante a última escavação podem ajudar a fornecer informações.

Arqueólogos encontraram cinco vasos de cerâmica contendo mais de 100 tabuletas cuneiformes de argila, que datam de perto após o evento do terremoto. Acredita-se que sejam do período assírio médio, que durou de 1.350 a 1.100 a.C, e podem abrir caminho para pesquisas sobre o desaparecimento da cidade e a ascensão do domínio assírio na área, de acordo com um comunicado de imprensa.

“É quase um milagre que tabuletas cuneiformes (escritas) feitas de argila crua tenham sobrevivido tantas décadas debaixo d’água”, disse Peter Pfälzner, professor de arqueologia do Oriente Próximo da Universidade de Tübingen e um dos diretores da escavação, em um comunicado.

As tabuinhas ainda não foram decifradas, mas Puljiz supôs que pertenciam a um arquivo privado.

“Estou curiosa para ver o que o estudo dos textos cuneiformes revelará sobre o destino da cidade e de seus habitantes após o terremoto devastador”, disse ela.

Todos os artefatos que foram escavados, incluindo as tábuas, estão alojados no Museu Nacional de Duhok.

Antes que a cidade mais uma vez desaparecesse debaixo d’água, os pesquisadores cobriram as ruínas em folhas de plástico apertadas presas com pedras e cascalho. Puljiz espera que essas medidas protejam o antigo local da erosão hídrica e impeçam que ele desapareça completamente.

Fonte: CNN BRASIL

Mais de 17 mil garotas de até 14 anos foram mães em 2021, mostram dados do SUS

Número preliminar, de 2021, é menor que nos anos anteriores, mas ainda é significativo. De acordo com a legislação vigente, sexo com menores de 14 anos é considerado estupro de vulnerável. Vítimas têm direito a aborto legal, caso engravidem.

O caso da garota de 11 anos que engravidou após ser vítima de um estupro em Santa Catarina não é exceção no Brasil. Dados preliminares do Ministério da Saúde coletados pelo g1 apontam que, no ano passado, 17.316 garotas de até 14 anos foram mães no país. O número tem diminuído nos últimos anos.

De acordo com a legislação vigente, sexo com menores de 14 anos é considerado estupro de vulnerável. Caso a violência leve à gestação, a criança tem direito ao aborto legal. Como o número inclui garotas que engravidaram após completar 14 anos, não é possível dizer que todas são vítimas de estupro.

A especialista em direito das crianças e adolescentes e coordenadora na Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Perla Ribeiro, afirma que as notificações de gravidez são a parte mais visível do problema de estupro de vulnerável no Brasil, que ainda sofre com subnotificação.

Especialista em violência sexual e aborto previsto em lei, a psicóloga Daniela Pedroso afirma que manutenção da gravidez em crianças vítimas de violência sexual traz uma série de problemas psicológicos para a criança, além de malefícios físicos, sociais e financeiros.

Ela diz que essa situação pode ser ainda pior, caso seja negado a essa vítima o direito de interromper a gravidez legalmente, como ocorreu com a menina de Santa Catarina, mantida pela Justiça em um abrigo no estado para evitar que faça um aborto autorizado.

Vítima de estupro, a menina de SC descobriu estar com 22 semanas de gravidez ao ser encaminhada a um hospital de Florianópolis, onde teve o procedimento para interromper a gestação negado pela juíza Joana Ribeiro Zimmer.

Depois que o caso foi parar na Justiça, a decisão e trechos de uma audiência sobre o caso foram revelados em uma reportagem dos sites Portal Catarinas e The Intercept. O material foi publicado na segunda-feira (20). No vídeo, Zimmer tenta convencer a menina a manter a gravidez e chegou a questionar a criança se ela “suportaria ficar mais um pouquinho”.

Na manhã de terça-feira (21), a Justiça determinou que a menina voltasse a morar com a mãe. A advogada de defesa da família não deu detalhes sobre qual será decisão em relação ao aborto. Já a juíza do caso foi transferida para outra comarca, após receber uma promoção. Segundo ela, o convite foi feito antes da repercussão do caso.

Pedroso, que atende meninas e mulheres vítimas de violência sexual há 25 anos, conta que muitas vezes essas garotas não têm ideia do que está ocorrendo com elas ou com os seus corpos.

“O caso dessa menina impacta porque me faz lembrar de todas as situações parecidas de meninas de 10, 11 anos que já atendi. Me evoca a lembrança dessas meninas que eram crianças, que não tinham às vezes entendimento sobre o próprio corpo, que não sabiam o que estava acontecendo”, afirma.

Norte e Nordeste têm mais casos proporcionalmente

A maior parte dos casos de meninas de até 14 anos que tiveram filhos foi registrada no Nordeste (6.855). O Norte aparece em seguida, com quase 4 mil registros, seguido pelo Sudeste (3,8 mil), Centro-Oeste (1,4 mil) e Sul (1,3 mil).

Quando olhamos os números totais de nascimentos nas regiões, por outro lado, o Nordeste (833 mil) tem menos registros de nascidos vivos que o Sudeste (1,2 milhões). Já o Norte (322 mil) notificou menos nascimentos que o Sul (396 mil).

Ou seja, proporcionalmente, Norte e Nordeste, regiões com maiores índices de pobreza, têm mais casos de meninas grávidas que as demais regiões.

g1 questionou o Ministério da Saúde sobre os dados completos de 2021, mas não recebeu a informação até a publicação deste texto.

Coordenadora de Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria Pública Estadual do Rio de Janeiro, Flávia Nascimento lembra que a previsão legal para a interrupção de gravidez em meninas menores de 14 anos está na legislação brasileira desde 1940.

A defensora acredita que a lei, por não definir um período específico em que pode ocorrer o procedimento, permite a interrupção em qualquer momento da gravidez, mas ressalta que este não é um consenso no mundo jurídico.

Nascimento afirma ainda que tem notado uma maior dúvida entre médicos em relação a esse tema, principalmente após posicionamentos recentes do Ministério da Saúde. No começo deste mês, a pasta publicou documento em que diz que “não existe aborto ‘legal’” e defende que os casos em que há “excludente de ilicitude” sejam comprovados após “investigação policial”.

“A gente tem percebido um aumento desses casos, dessa dúvida dos profissionais de saúde, principalmente desde que o Ministério da Saúde começou a querer impor uma limitação a um direito que é amplo, que não é limitado. O MS, que deveria orientar, traz uma orientação contrária a lei e acaba provocando muita dúvida nos profissionais de saúde”, comenta.

Número está em queda

Os dados históricos de nascidos vivos apontam uma diminuição da gravidez na infância no país desde 2014, quando 28.245 meninas tiveram filhos. Dois anos depois, em 2016, foram 24.139 garotas. Em 2019, antes da pandemia, foram registrados 19,3 mil nascimentos de mães de até 14 anos.

Apesar da queda, as duas regiões com maiores taxas proporcionais de meninas gravidas — Norte e Nordeste — registraram aumento nos casos em 2021, segundo os dados preliminares do MS. O Norte passou de 3.740 em 2020 para 3.975 em 2021, enquanto o Nordeste foi de 6.822 a 6.855.

Apesar da redução, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) ressaltou, em artigo publicado no fim de 2021, que a taxa de fecundidade de adolescentes brasileiras é maior que a média global: são 53 adolescentes grávidas a cada mil, enquanto no mundo são 41. No texto, o órgão da ONU fez um alerta para a importância da informação e da educação integral em sexualidade como ferramentas de prevenção à gravidez precoce, e para a necessidade de discutir as violências e abusos que vitimizam adolescentes e meninas.

Aborto legal

O g1 publicou uma série de reportagens que explicam o que é o aborto legal, após o Ministério da Saúde publicar uma cartilha na qual afirmava que “não existe aborto legal” e defender que os casos permitidos no Brasil sejam submetidos a “investigação policial”.

Nas matérias, há detalhes sobre o procedimento de interrupção de gestação autorizado pela legislação brasileira. Ele deve ser oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e é permitido nos casos em que a gravidez é decorrente de estupro, quando há risco à vida da gestante ou quando há um diagnóstico de anencefalia do feto.

Fonte: G1

7 lições financeiras que você deve aprender antes dos 30 anos

Diz-se que 30 são os novos 20 e, do ponto de vista financeiro, parece ser verdade.

Antigamente, era comum que os estudantes ganhassem o seu caminho até a faculdade, se formassem sem dívidas aos 22 anos e imediatamente começassem a economizar para um adiantamento em uma casa. No entanto, o custo da mensalidade aumentou aproximadamente oito vezes mais rápido do que a renda nas três décadas anteriores, tornando praticamente inviável fazê-lo.

Os graduados de hoje estão sobrecarregados com milhares de dólares em empréstimos estudantis ou outros empréstimos. Não se pode nem pensar em comprar uma casa após a formatura. No entanto, existem algumas habilidades que você deve aprender se estiver determinado a estabelecer uma boa base financeira para o seu futuro, pois pode ser intimidante se aproximar dos 30 e sentir que ainda está lutando.

Você se sente frustrado ao iniciar sua jornada financeira? Você gostaria de acelerar sua jornada para a independência financeira? Você descobrirá as mudanças mentais e o comportamento necessários para alcançar a independência financeira.

Sua vida pode mudar se você começar a implementar essas 7 dicas hoje para pular os erros e provar o sucesso.

  1. Diversifique seu investimento:

A diversificação de investimentos tem um enorme impacto em sua jornada financeira. Você deve alocar seus fundos de investimento para vários objetivos financeiros. Cada objetivo terá sua própria linha do tempo. Por exemplo, no final dos 20 anos, se você quiser comprar seu próprio apartamento, deverá depositar os fundos em uma conta poupança a cada mês ou a cada semana de acordo. A diversificação do seu investimento o ajudará a esclarecer seus objetivos financeiros.

Crie uma lista de objetivos financeiros que você deseja alcançar. Talvez você queira economizar para um carro ou uma casa, um casamento ou uma aposentadoria. Alinhe seus objetivos financeiros com um cronograma. Por exemplo: você quer comprar um veículo em dois anos, comprar uma casa em 5 anos, economizar para o seu casamento em 7 anos e pensar em se aposentar em 30 anos.

Agora que você conhece seus objetivos e prazos, pode diversificar seus investimentos. Coloque suas economias mensais em um instrumento financeiro que corresponda ao cronograma de cada meta. Por exemplo, suponha que você queira comprar uma casa em três a cinco anos. Atualmente, você tem alguns fundos e continua economizando a cada mês. Invista esses fundos em um ativo que renderá um retorno dentro de três a cinco anos.

Ou, suponha que você deseja se preparar para a aposentadoria. Se você tiver mais de dez anos, poderá investir em um instrumento financeiro que proporcione um retorno por um período maior de tempo. Em ambos os casos, você deve separar seu capital de investimento em objetivos financeiros distintos. Alinhe os instrumentos de investimento com o cronograma para cada objetivo financeiro.

  1. Iniciar pequenos passos:

Mesmo que você tenha apenas uma pequena quantia para investir, você deve começar. A prática de reservar dinheiro para investimento é mais significativa do que o valor investido.

Além disso, você pode precisar desse tempo para compreender melhor a si mesmo. Desta vez irá ajudá-lo a desenvolver um plano verdadeiramente eficaz. Táticas diferentes funcionam para pessoas diferentes e não existe uma solução “tamanho único”.

Você deve escolher quais táticas funcionam para você! Para algumas pessoas, trata-se de: monitorar despesas, desenvolver um orçamento, automatizar economias, desenvolver planilhas e estabelecer previsões de fluxo de caixa. Diferentes táticas funcionam para vários indivíduos. Permita-se tempo neste momento de sua vida para compreender a si mesmo. Determine a estratégia mais eficaz testando uma variedade de abordagens. O que funciona para os outros não significa que funciona para você e vice-versa. Lembre-se sempre de começar pequeno, independentemente da quantidade.

  1. Conheça seu ciclo de fluxo de caixa:

Você deve monitorar sua entrada e saída de dinheiro. Se você tem menos de 30 anos, provavelmente a maior parte de sua renda vem do seu salário. No entanto, não se esqueça de incluir outras fontes de renda (se tiver).

Considere quanto fundo está entrando e quanto está saindo como despesas. Isso difere do rastreamento de suas despesas, pois você pode observar seu ciclo de fluxo de caixa, que é de entrada e saída de dinheiro.

  1. Fique de olho nas oportunidades:

Esteja atento às oportunidades ao seu redor, para que você possa se manter atualizado com o que está no mercado.

Por exemplo, de 16 a 29 de junho, a Binomo, uma das plataformas de negociação internacional, apresenta o iTrade, um concurso de negociação com prêmios quentes, iPhones 13.

Os participantes podem negociar na Binomo, por renda extra e ganhar smartphones novinhos em folha.

O evento acontece em duas etapas. Os vencedores da primeira etapa serão selecionados em 23 de junho e em 1º de julho da segunda. O número total de vencedores no iTrade é de 6 (seis) pessoas.

O organizador notifica os vencedores usando os detalhes de contato fornecidos na conta pessoal na plataforma Binomo.

Todos os usuários que se registraram em junho estão participando automaticamente do concurso iTrade.

Para participar do iTrade, os traders precisam mudar para uma conta Binomo real.

As condições do concurso iTrade são fazer 15 negociações por dia em uma conta real com um valor mínimo de cada negociação de 18 BRL /$5/€5

Fazer 15 negociações todos os dias durante uma semana maximizará as chances de ganhar um iPhone 13.

Mais informações podem ser encontradas na página do concurso iTrade.

  1. Alavanque o mercado financeiro e aprenda a negociar:

Se você não está ciente da dinâmica do mercado financeiro e das negociações, provavelmente não está familiarizado com os inúmeros ativos financeiros lucrativos. No entanto, você pode aprender mais sobre como negociar na Binomo, oferecendo mais de 70 ativos financeiros que variam de índices de moeda a instrumentos de patrimônio. A plataforma prova ser eficaz para iniciantes que desconhecem a negociação. Assim, a plataforma disponibiliza tutoriais e orientações sobre estratégias de negociação que devem ser adotadas.

Muitos temem investir seus recursos no mercado financeiro por falta de informação. No entanto, você não precisa se preocupar, pois no Binomo você pode iniciar sua negociação com uma conta demo. Isso ajudará você a aprender estratégias e observar as tendências do mercado. Depois de entender a tendência, você pode começar a investir em contas reais. No entanto, você deve ter cuidado com seus fundos, pois a negociação envolve alto risco.

  1. Gerar renda adicional:

Para atingir seus objetivos financeiros, você deve primeiro definir objetivos. Depois de definir os objetivos, você pode identificar fontes adicionais para obter renda adicional.

À medida que envelhece, você descobrirá que assumir um papel ativo na gestão de sua profissão afetará muito sua segurança financeira do que você acreditava anteriormente. Além de acelerar seus objetivos financeiros, um show paralelo pode alterar drasticamente sua perspectiva financeira.

  1. Crie fundos de emergência:

Ter fundos alocados para emergências evitará problemas financeiros. Um fundo de emergência composto por três a seis meses de despesas de subsistência é o ideal, mas começar com uma pequena quantia será suficiente para pequenas crises ocasionais.

Utilize seu orçamento para determinar quanto você pode economizar a cada mês e, em seguida, configure uma transferência automática para facilitar a economia.

Fonte: CNN BRASIL

Ministério da Saúde deve permitir 4ª dose de vacina contra Covid para quem tem mais de 40 anos

Assim como ocorreu às outras faixas etárias, brasileiros que se encaixam na regra só podem tomar reforço 4 meses após a terceira.

O Ministério da Saúde deve liberar a aplicação da quarta dose da vacina contra a Covid-19 em pessoas com mais de 40 anos. A medida foi discutida nesta quinta-feira (16) durante uma reunião do PNI (Programa Nacional de Imunização). O anúncio oficial sobre a permissão da nova dose de reforço para esse público deve sair nos próximos dias.

No início de junho, o Ministério da Saúde já havia recomendado a quarta dose do imunizante a pessoas acima dos 50 anos. Desde então, as pessoas dessa faixa etária que já tomaram a primeira dose de reforço (terceira dose) há mais de quatro meses já são elegíveis para reforçar a proteção.

Na ocasião, o governo enfatizou que gostaria de vacinar, especialmente, trabalhadores acima dos 50 anos que estão na linha de frente dos serviços de saúde, com maior risco de contaminação. São usadas as vacinas da Pfizer, Janssen e AstraZeneca, independentemente da dose aplicada anteriormente.

O motivo para ampliar a vacinação, segundo o Ministério da Saúde, é o aumento da transmissão da Covid-19, com crescimento de casos graves, hospitalizações e óbitos, observados principalmente em locais em que as coberturas vacinais não atingiram níveis ideais.

“Embora existam, até o momento, poucos dados em relação à magnitude e duração do benefício de uma segunda dose de reforço com vacinas contra a Covid-19, diferentes estratégias de vacinação devem ser utilizadas com base na situação epidemiológica e na disponibilidade de vacinas. O surgimento de novas variantes de preocupação e tendência de aumento do número de casos de Covid-19 também devem ser considerados, sobretudo para recomendações a grupos mais vulneráveis e expostos”, dizia o documento assinado pela Secretaria de Enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde.

Fonte: R7

Petrobras deve anunciar aumento dos combustíveis nesta sexta-feira

Conselho de administração realizou reunião extraordinária na tarde do feriado da quinta-feira (16) para tentar segurar preços.

Um aumento nos preços da gasolina e do diesel deve ser anunciado nesta sexta-feira (17) pela Petrobras. A decisão foi tomada depois de uma reunião extraordinária do conselho de administração da estatal, realizada em pleno feriado, na tarde da quinta-feira (16).

Com o encontro, Márcio Weber, presidente do conselho, pretendia fazer a petrolífera segurar por mais algum tempo o reajuste dos combustíveis, como foi solicitado pelo Presidente da República Jair Bolsonaro. Entretanto, a diretoria da Petrobrás decidiu manter o que já estava planejado, e aprovou o aumento nos preços do diesel e da gasolina, que entrará em vigor na próxima semana.

Tal atitude atende à demanda do mercado, uma vez que havia defasagem de cerca de 15% a 20% nos preços desses dois produtos nas refinarias da estatal. O diesel estava há mais de 30 dias sem reajuste, e a gasolina não tinha aumento havia mais de três meses. A pressão era para que se alinhassem os valores desses combustíveis aos preços internacionais.

A  Petrobras tem como política de preços o PPI (Preço de Paridade Internacional), que foi implementada em 2016, no governo Michel Temer. Por meio dela, o índice para cálculo dos preços dos combustíveisos considera os custos de importação, incluindo transporte e taxas portuárias, além do preço do petróleo no mercado internacional e o valor do dólar (câmbio).

Procurada, a Petrobras não confirmou o anúncio do reajuste “por questões concorrenciais”. Disse que “não pode antecipar decisões sobre manutenção ou reajuste de preços”.

Eleição

Neste momento, a inflação é vista como uma ameaça à reeleição de Jair Bolsonaro. Esse seria um dos motivos para o governo tentar segurar os preços da gasolina e do diesel.

Em sua live semanal, nesta quinta-feira (16), o presidente voltou a afirmar que vai baixar os impostos PIS (Programa de Integração Social), Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) e Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) que incidem sobre os combustíveis. Ele falou que a redução vai representar mais ou menos R$ 2 no preço da gasolina, e R$1 no preço do diesel.

Bolsonaro também disse esperar que a Petrobras não reajuste os preços antes de ele mandar essa medida de redução ao Congresso Nacional. “Quanto mais o povo está sofrendo, mais felizes estão os diretores e o atual presidente da Petrobras”, comentou, durante a transmissão ao vivo nas redes sociais.

O presidente afirmou que já chegou ao Planalto o projeto, aprovado na Câmara, que torna essenciais itens como energia, combustíveis, transportes e telecomunicações. Agora, ele tem 15 dias para sancionar a proposta.

“A Câmara aprovou em definitivo o teto de ICMS. […] A gente espera que a Petrobras não reajuste os combustíveis. Porque eles têm total liberdade. Eu não mando nada lá. Nós trocamos o ministro de Minas e Energia, ele está tentando mudar a presidência e a diretoria da Petrobras, mas é complicado, uma burocracia enorme”, reclamou Bolsonaro.

Nos últimos dias, José Mauro Coelho, presidente da estatal, conversou com dois membros do governo: os ministros da Casa Civil, Ciro Nogueira, e de Minas e Energia, Adolfo Sachsida. Eles solicitaram a manutenção dos preços, e pediram para Coelho renunciar ao cargo. A ideia é colocar em seu lugar Caio Paes de Andrade, indicado por Sachsida.

Fonte: R7