Maioria dos bares e restaurantes não se recuperou da pandemia

Para 48% dos estabelecimentos, processo de recuperação do faturamento pode levar até três anos, aponta ANR

Mais de três em cada cinco (63%) bares, restaurantes, cafés e lanchonetes relatam que ainda não se recuperaram das perdas causadas pela pandemia do novo coronavírus no ambiente de negócios.

Os dados, apresentados por um levantamento da ANR (Associação Nacional de Restaurantes), mostram ainda que 48% dos estabelecimentos afirmam que o processo de recuperação do faturamento pode levar até três anos.

A avaliação de retomada lenta tem relação com o nível de endividamento das empresas, que teve uma pequena melhora, ao recuar de 55% para 48% na passagem de setembro para novembro. A maior parte das dívidas (78%) está nos bancos e é seguida dos tributos em atraso (48%).

Para o diretor-executivo da ANR, Fernando Blower, o estudo revela que a recuperação está apenas no início e o setor tem um longo caminho a percorrer para um crescimento consistente. “O processo de recuperação será longo e ainda vivemos momentos de muita apreensão com o aumento de casos de Covid-19 na Europa e a chegada dessa nova variante”, afirma ele.

Com o avanço da vacinação no segundo semestre e a abertura do setor sem restrições na maior parte do Brasil, as empresas dizem esperar um faturamento 39% maior neste segundo semestre, na comparação com o período entre janeiro e junho, período marcado por medidas restritivas para conter a disseminação do novo coronavírus.

A respeito do faturamento total do ano, 53% das empresas afirmam que devem terminar 2021 com aumento do lucro em relação ao ano passado. Outras 20% disseram que seguem em estabilidade e 17% com prejuízo. A inflação (64%) e a atração de novos clientes (68%) aparecem como os principais desafios citados.

“O setor certamente terá que se equilibrar no ano que vem entre esses desafios de buscar a retomada, se desenvolver e ainda ter que lidar com a inflação crescente. Seguiremos em um cenário de incertezas, tanto em relação à política quanto à macroeconomia”, observa Blower.

Consumo

A pesquisa também perguntou aos proprietários se os clientes voltaram a consumir como antes da pandemia. A resposta foi negativa de 47% e outros 34% responderam afirmativamente.

Dezoito por cento dos entrevistados representam lojas que foram abertas na pandemia. Um dos fatores que ajudam a explicar a situação atual do segmento é a quantidade de empresas que afirmaram operar com número de funcionários abaixo do ideal, 69%.

Sobre trabalhos temporários, a maior parte das empresas (53%) alega que não vai contratar. As demais (47%) admitem que devem ampliar o quadro de colaboradores para o período festivo.

Fonte: R7

Água sólida, a aposta inovadora do México para combater grandes secas; entenda

Polímero utilizado na agricultura capturam até 250 vezes seu peso em água e o retêm na forma de um gel

As secas não deram trégua ao México e tudo indica que só vão piorar no futuro. No entanto, não há desafio que a criatividade humana e a pesquisa não possam enfrentar. Hoje, múltiplos cultivos já se beneficiam de uma invenção que permite economizar água, disponibilizá-la quando e na quantidade que precisam e melhorar a qualidade de seus produtos: a água sólida.

Água sólida? Sim. Não é gelo, claro, mas o nome pelo qual eles batizaram um polímero superabsorvente desenvolvido especialmente para a agricultura.

Os cristais desse polímero capturam até 250 vezes seu peso em água e o retêm na forma de um gel, que é colocado ao redor das raízes das plantas de qualquer cultura criando uma reserva de água subterrânea que pode durar muito tempo.

Para entender o conceito, Amílkar Mendizábal, Diretor de Marketing e Operações de Água Sólida, propõe esta comparação: imagine um copo ou garrafa que se enche aos poucos com água de chuva ou irrigação, reserve a água de 30 a 45 dias no máximo e a libere lentamente para atingir “umidade estável” no solo. “Conforme a planta precisa, a água sólida vai liberar essa umidade” e mantê-la onde é necessária: na zona da raiz.

Os polímeros superabsorventes têm sido usados ​​por muitos anos em diferentes indústrias. Porém, a Água Sólida decidiu desenvolvê-los para serem compatíveis com a agricultura: vão liberar água conforme a necessidade das lavouras, são biodegradáveis ​​e atóxicos.

A meta: 80%

No México, o principal uso da água potável é para atividades agrícolas (76%), seguido do abastecimento público (14,4%), indústria (4,9%) e energia elétrica (4,7%), de acordo com o Water Advisory Council , uma organização civil dedicado a este problema.

Mendizábal explica que o uso de água sólida economiza 80% do recurso (líquido) destinado às lavouras.

Além disso, explica Amílkar Mendizábal, quando uma planta é regada, 80% da água vai para o fundo, onde a raiz não chega, e o restante evapora. Com água sólida, eles podem “mudar aquele funil de resíduos”. “Podemos colocar apenas 20% dessa água e funciona como o 100% que a planta precisa”, afirma.

Como usar água sólida

Existem duas versões do polímero: uma para culturas temporárias, como o milho, que dura dois ou três anos, e outra de longa duração, que é usada em árvores frutíferas que levam anos para se desenvolver. Isso se aplica, por exemplo, ao cultivo de abacates e limões, e deve durar cinco ou seis anos .

Nessas lavouras temporárias, a dose adequada de pó, água sólida, é despejada na moega do trator agrícola, na semeadora de precisão.

No caso das árvores frutíferas, é feito um rotor e o solo é misturado, ficando a quantidade de água sólida necessária.

Um projeto que reúne gerações

É um projeto de família: o pai do sócio fundador e diretor geral da empresa dona da Agua Sólida, Asdrúbal Mendizábal, era engenheiro químico especialista em polímeros da UNAM. “Ele disse-me ‘filho, a água vai acabar’”, recorda Asdrúbal anos depois, e a sua previsão tornou-se realidade: “estamos a ficar sem água”.

Seu pai afirmava que os polímeros poderiam contribuir com seu “grão de areia” para ajudar a gerenciar a água de maneira inteligente. O filho pegou a luva e deu início à tarefa e, após anos de pesquisas com a participação da academia, conseguiram desenvolver este produto.

12 anos atrás, eles começaram a comercializá-lo. Hoje, eles atingem milhares de pequenos, médios e grandes produtores em todo o país: produtores de abacate, plantadores de cana-de-açúcar, plantadores de milho, plantadores de feijão.

Além de permitir um melhor aproveitamento da água, essa água sólida faz com que a germinação acelere em até 30%, os caules são mais largos e as folhas mais robustas, dizem.

Além de uma solução para o problema da água, para Asdrúbal é uma demonstração do que os mexicanos são capazes. “É incrível ver o quão brutalmente criativos são os mexicanos, com um palito e com um pouco de investimento em equipamentos de laboratório corretos, conseguimos coisas a tal ponto que podemos nos empurrar com os principais laboratórios agronômicos do mundo”, reflete.

Fonte: CNN

Preço médio da gasolina comum cai pela quarta semana consecutiva no Brasil

Estado do Rio de Janeiro registra maior valor do combustível no país

O preço médio da gasolina comum teve a quarta queda semanal consecutiva para os consumidores brasileiros, segundo os dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgados nesta sexta-feira (10). Foram consultados 4,6 mil postos de combustíveis pelo país.

Nesta semana, entre 5 e 11 de dezembro, o preço do litro da gasolina comum passou de R$ 6,742 para 6,708. Trata-se de uma queda de 0,50%. A redução no valor do combustível acontece desde o 14 de novembro, quando o litro do insumo era vendido, em média, por R$ 6,752 ao consumidor final.

Entre os estados brasileiros, o Rio de Janeiro apresenta o maior preço da gasolina comum. Nos postos fluminenses, o valor médio do litro do produto foi comercializado a R$ 7,223, podendo chegar em até R$ 7,909 em alguns municípios do estado. O preço médio mais em conta para o consumidor fica no Amapá, onde o litro custou R$ 5,941.

O preço do gás de cozinha, GLP de 13kg, registrou um preço médio de R$ 102,60, apresentando uma leve alta na comparação com a semana passada (R$ 102,40). O valor máximo do botijão foi de R$ 140, segundo os dados da ANP.

Já o valor do óleo diesel ficou praticamente estável nesta semana. O insumo teve um recuo de R$ 5,355 para R$ 5,354 no período. O insumo é usado principalmente por caminhoneiros e, por isso, o preço do combustível impacta indiretamente o valor de outros produtos por conta do frete.

Nesta sexta-feira (10), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que a inflação ficou em 0,95% em novembro. Foi a maior variação para um mês de novembro desde 2015. O resultado do indicador no mês passado foi puxado pela gasolina, pressionado pelo valor do óleo diesel.

Fonte: CNN

Brasileiro participa de projeto da Nasa que descobriu 301 exoplanetas

Um brasileiro está brilhando na Nasa! O cientista e professor universitário Pedro Gerum, fez parte do grupo de 13 cientistas escolhidos pela agência espacial que descobriu 301 novos exoplanetas, o que pode ajudar a identificar outras formas de vida.

O programa começou em 2018, mas apresentou resultados somente nas últimas semanas.

O grupo de cientistas utiliza uma ferramenta de inteligência artificial chamado de “Exominer” e resolve um dilema que astrônomos enfrentaram por anos.

Projeto

O Exominer faz uma “mineração de dados” que diferencia novos planetas de outros dados que podem sinalizar errado a existência de um planeta.

Pedro explica que este é um trabalho extremamente minucioso. Imagens de satélite são usadas para acompanhar cada detalhe.

“Esse projeto na Nasa tem o objetivo de buscar planetas fora do sistema solar, planetas que não fazem parte desses oito que a gente ouve todo tempo. São planetas que estão orbitando estrelas que não são o sol”, explica.

Novas missões espaciais

A participação de Pedro já foi encerrada, mas ele continuará trabalhando nos Estados Unidos como professor.

Segundo ele, voltar a morar em Jundiaí ainda não está nos planos. “Quero expandir ainda mais os conhecimentos”.

Inclusive, o cientista não descarta de participar novamente de outros projetos da Nasa, já que a nova ferramenta não ficou exclusiva ao trabalho feito pela equipe.

Ela poderá ser aplicada a novas missões espaciais no futuro e ajudar a descobrir ainda mais novos planetas.

“Foi muito incrível poder fazer parte desse time de três cientistas fantásticos, aprendi muito com eles. Eu acho que foi uma experiência única e muito válida, fiquei muito feliz”, concluiu.

Fonte: sonoticiaboa

BC inicia reunião nesta terça que deve elevar juros a 9,25% ao ano

Copom, do Banco Central, começará discussão sobre novo patamar da Selic hoje. Resultado será divulgado na quarta-feira

 

Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) inicia nesta terça (7) a última reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic.

A previsão do mercado é que nesta quarta-feira (8), quando termina o encontro, o Copom divulgue uma elevação de 1,5 ponto percentual e a Selic feche 2021 a 9,25% ao ano.

O mercado já vinha sinalizando a expectativa dessa alta desde a última reunião do Copom, realizada em outubro, quando os membros indicaram a elevação na nota apresentada após o encontro.

O Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (6), também sinalizou alta de 1,5 ponto percentual nesta última reunião e que a Selic feche o ano a 9,25%.

Segundo o Focus, que compila previsões de cerca de 100 respondentes na sondagem do Banco Central, a Selic finalizaria 2022 a 11,25%.

Selic estava em queda até março de 2021

Até março deste ano, a taxa básica de juros vinha registrando uma série de quedas desde julho de 2015 e sequência de reduções consecutivas desde julho de 2019, chegando ao menor patamar da história.

A alta da inflação e as incertezas da economia por causa das crises financeira e sanitária geradas pela pandemia de coronavírus vêm pesando na decisão do Copom de elevar sucessivamente a Selic, de acordo com o mercado.

Como funcionam os juros básicos?

A Selic é conhecida como taxa básica porque é a mais baixa da economia e funciona como forma de piso para os demais juros cobrados no mercado.

A taxa é usada nos empréstimos entre bancos e nas aplicações que as instituições financeiras fazem em títulos públicos federais.

Em linhas gerais, a Selic é a taxa que os bancos pagam para pegar dinheiro no mercado e repassá-lo a empresas ou consumidores em forma de empréstimos ou financiamentos.

Por esse motivo, os juros que os bancos cobram dos consumidores são sempre superiores à Selic.

A taxa básica também serve como o principal instrumento do BC para manter a inflação sob controle, próximo da meta estabelecida pelo governo.

Isso acontece porque os juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam novas alternativas de investimento.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo.

Fonte: R7

Senado vota projeto que reformula política de preço da Petrobras

A matéria será apreciada nesta terça (7), na CAE. A ideia é criar um imposto de exportação para amortizar aumentos no combustível

 

Em busca de uma solução para os aumentos sucessivos no preço dos combustíveis, o Senado avança, nesta terça-feira (7), na discussão de um projeto que propõe a mudança na política do PPI (preço de paridade de importação) da Petrobras. A CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) vota o substitutivo ao PL (Projeto de Lei) 1472/21 e a expectativa é pela aprovação da proposta.

O relator do PL na CAE, senador Jean-Paul Prates (PT-RN) manteve a ideia inicial de substituir a PPI por um cálculo que leve em conta não apenas os preços internacionais, mas os custos internos de produção e de importação.

A proposta prevê a criação de um imposto de exportação do petróleo bruto. A sugestão é de uma alíquota máxima de 12,5%, caso o barril de petróleo exceda US$ 100. Entre US$ 80 e US$ 100 o percentual seria de 7,5% e, se estiver inferior a esses valores, não haveria incidência de imposto. A cobrança seria uma forma de arrecadar recursos para compensar o proposto sistema de ‘bandas’ de preços.

“Quando os preços estiverem baixos, os recursos correspondentes à diferença entre o preço de mercado e o limite inferior da banda são acumulados. Na situação contrária, quando os preços ficarem acima do limite superior da banda, os recursos são utilizados de forma a manter os preços dentro da banda”, explicou Prates.

O PL inicial propunha um fundo de estabilização dos preços. No substitutivo, entretanto, o relator excluiu essa possibilidade por interpretar que a sugestão foge do escopo do Legislativo, sendo inconstitucional. Caberá ao Executivo, caso aprovado o texto, regulamentar a utilização do mecanismo como forma de amortizar as variações de preço dos combustíveis e evitar aumentos abruptos.

Há pressão forte pela aprovação da proposta. Na semana passada, houve pedido de vista coletivo para a apreciação do substitutivo por parte dos parlamentares, mas o texto não encontra grandes divergências para passar. “Acredito que tem voto para aprovar. Da maneira com que está, não vejo vício de legalidade”, avalia o presidente da CAE, senador Otto Alencar (PSD-BA).

Não há, no entanto, um alinhamento fino da proposta com o Executivo, o que pode interromper o andamento mais para frente. Para o presidente da comissão, o governo poderia, ainda, editar uma medida provisória para dar resposta ao problema. “O que não pode mais é ficar combustível sendo o maior vilão da inflação, hoje, em todos os sentidos”, declarou Alencar, adiantando que votará a favor do substitutivo.

Mesmo com as alterações, há acordo com o autor do PL original, senador Rogério Carvalho (PT-SE). “O fundamental do projeto é que a criação de alíquotas para a exportação do petróleo, conforme a variação do valor do barril, está mantida. Assim, conseguiremos reativar nosso parque de refino e garantir preços mais condizentes com a realidade do povo brasileiro, que recebe em real e não em dólar”, afirmou Carvalho.

O senador avalia que o imposto desestimula a exportação, por um lado, e impulsiona o refino no país, atividade que não está na máxima capacidade. “Quando se deixa refinarias produzirem só 70% da capacidade, exporta-se empregos que estariam nessas refinarias, mas estão nas indústrias fora do país. Isso em um cenário nacional de desemprego imenso.”

A proposta atual, para Carvalho, além de servir como alternativa para estimular a produção 100% nacional, acaba com a “política inflacionária” adotada atualmente. “A Petrobras está exorbitando nos ganhos e de seus acionistas privados. E quem paga a conta é o povo mais pobre do Brasil, em função da inflação. Porque o custo do botijão de gás, da gasolina e do diesel impacta em tudo. Quando impacta na inflação, consome a renda dos mais pobres.”

Fonte: R7

SP: público maior de 18 anos recebe 3ª dose da vacina nesta terça (7)

Grupo deve ter completado o esquema vacinal há quatro meses. Vacinados com a Janssen também recebem reforço contra a Covid

 

A cidade de São Paulo segue aplicando a terceira dose da vacina contra a Covid-19 no público com mais de 18 anos, nesta terça-feira (7). Para receber o reforço, é necessário ter completado o esquema vacinal, com a primeira e a segunda dose, há pelo menos quatro meses.

Até a semana passada, o intervalo entre a segunda e a terceira dose era de cinco meses, mas o governo estadual decidiu antecipar a aplicação da dose de reforço seguindo a recomendação do Comitê Científico do Coronavírus, em razão do atual cenário epidemiológico da doença no mundo e da proximidade das festividades de fim de ano.

A antecipação vale para quem tomou duas doses da CoronaVac, AstraZeneca ou Pfizer e vai beneficiar cerca de 10 milhões de pessoas que se vacinaram nos meses de julho e agosto.

Além disso, as pessoas que tomaram a vacina de dose única, da Janssen, recebem uma dose adicional da Pfizer. O reforço é dado com intervalo mínimo de dois meses. A Prefeitura de São Paulo decidiu aplicar mais uma dose da vacina naqueles que tomaram o imunizante da Janssen após a descoberta da nova cepa do coronavírus, que já circula na capital.

Vale lembrar também que a capital paulista continua com a imunização de primeira e segunda doses para os maiores de 18 anos e os adolescentes de 12 a 17 anos.

Postos de vacinação

A primeira dose, a segunda e a adicional são oferecidas das 8h às 17h nos megapostos, drive-thrus e farmácias parceiras e das 7h às 19h em UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e AMAs/UBSs Integradas.

Filômetro e pré-cadastro

O site De Olho na Fila ajuda a evitar aglomerações ao exibir a movimentação de pessoas nas unidades. A ferramenta também informa quais vacinas estão disponíveis para a aplicação da segunda dose.

Além disso, fazer o preenchimento do pré-cadastro no site Vacina Já agiliza o tempo de atendimento no posto de vacinação.

Fonte: R7

Cate oferece mais de 700 vagas de emprego na cidade de SP

Inscrições são feitas pelo portal do centro de apoio até as 18h de quarta-feira (8). Equipe técnica fará pré-seleção online

O Cate (Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo) está oferecendo mais de 700 vagas de emprego nas áreas de serviços, comércios e construção civil na cidade de São Paulo. Os interessados têm até as 18h de quarta-feira (8) para se inscrever no portal do Cate.

 

A equipe técnica do Cate fará a pré-seleção online dos interessados que atenderem ao perfil das vagas e serão agendados para demais etapas presenciais do processo seletivo.

“Realizamos na última sexta-feira (3), o Contrata SP – Fim de Ano com mais de mil vagas e 14 empresas presentes no Cate Central. Mais de 800 pessoas foram encaminhadas para outras etapas de processo seletivo e ainda temos mais vagas nesta semana, um reforço importante na intermediação de mão de obra da capital, que está em plena retomada econômica”, explica a secretária de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, Aline Cardoso.

“Os trabalhadores têm, assim, um ótimo momento para buscar essas oportunidades de emprego, sejam temporárias ou permanentes, pois ainda há chances de conquistar a recolocação profissional neste mês”, conclui.

São mais de 100 vagas como auxiliar de logística. O profissional será responsável pela carga e descarga de caminhões, separação de encomendas e organização nas rampas, armazenagens e recondicionamento dos objetos, inventário de estoque, entre outros. Para participar do processo seletivo é necessário ter o ensino médio completo e experiência de no mínimo três meses. O salário é de até R$ 1.600 e as vagas disponíveis estão nas regiões sul, leste, norte e oeste.

Também há oportunidades para auxiliar de limpeza, são 52 vagas disponíveis para realizar recolhimento do lixo, limpeza local, varrições, entre outras atividades. São vagas permanentes e é necessário ter o ensino fundamental completo, também há exigência de experiência de no mínimo seis meses. O salário para esta vaga é de R$ 1.200 por mês.

Quem busca oportunidades como atendente de lanchonete há 20 vagas disponíveis, os contratados serão responsáveis pelo atendimento dos clientes, anotar e registrar os pedidos, receber pagamentos, e preparar lanches. São vagas permanentes com o salário de R$ 1.050 por mês. Para participar do processo seletivo é necessário que o candidato tenha fácil acesso a região de Jaguaré.

Os trabalhadores encontram ainda no Cate 160 vagas temporárias em cargos como repositor, vendedor, auxiliar de pedreiro, operador de empilhadeira, com salários de até R$ 2.000.

Fonte: R7

Impacto do auxílio emergencial no comércio chega a R$ 7 bi neste ano

auxílio emergencial injetou R$ 7 bilhões diretamente no comércio em compras por pagamento digital neste ano. O valor foi movimentado em estabelecimentos físicos ou virtuais com o QR code e cartão de débito virtual do aplicativo Caixa Tem, até a última segunda-feira (8), de acordo com a Caixa Econômica Federal. Agora a expectativa é com o novo programa Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família, que começa a ser pago na próxima quarta-feira (17).

No caso do auxílio, só em um único dia, por exemplo, em 14 de junho, foram gastos diretamente em lojas R$16,2 milhões em pagamentos virtuais. Os beneficiários utilizaram o aplicativo Caixa Tem como cartão de débito normal, com o QR code passando nas maquinhas de pagamento ou como cartão virtual em compras via intenet, além de pagar boletos de contas de luz, água e telefone.

“O auxílio emergencial teve um investimento de mais de R$ 50 bilhões neste ano. Se esse valor fosse retirado integralmente do varejo, a expectativa de crescimento das vendas neste período cairia dos atuais 8% a 10%, para algo como 6% a 8%”, afirma Fábio Pina, assessor econômico da FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo). Para ele, o impacto foi fundamental para impulsionar as vendas e, se não houvesse o auxílio, o crescimento projetado para o ano seria menor. O benefício representa de 20% a 30% de todo crescimento do varejo, estimado em torno de R$ 200 bilhões neste ano, de acordo com a instituição.

Auxílio Brasil

O recurso, que beneficiou na última etapa 34,4 milhões de pessoas com valor médio das sete parcelas de R$ 250, se encerra neste mês, com a última liberação de saque no dia 19. A partir do dia 17, começa o pagamento do Auxílio Brasil, que substitui o Bolsa Família, para 14,6 milhões.

No primeiro mês, os atuais benefícios terão rejuste de 17,8%. O valor médio passará para R$ 217,18 mensais. Em dezembro, a expectativa do governo federal é que o valor das parcelas seja acrescido de um benefício temporário para garantir o pagamento de ao menos R$ 400 até o fim de 2022.

Apesar do valor e do número menor de pessoas que receberão o novo benefício, a expectativa é que seja mantido o estímulo no comércio. “Mas o auxílio emergencial é substancialmente maior do que o Bolsa Família, que equivale pouco menos de 2% do total das vendas do varejo”, explica o assessor econômico da FecomercioSP.

O economista Marcel Solimeo, da Associação Comercial de São Paulo, avalia que a repercussão no comércio é maior no setor de alimentos, mas a diferença do impacto vai depender do valor e do número de pessoas beneficiadas, além da inflação do período.

“O auxílio desempenhou papel muito importante, especialmente no ano passado, com valor de R$ 600. E, mesmo depois, ainda ajudou a sustentar a demanda, principalmente de bens de menor valor, como alimentos. Se ele não for substituído por valor equivalente, vai fazer uma diferença negativa. Além disso, tem que ser levado em conta a inflação desse período, porque impactou o preço de alimentos”, afirma Solimeo.

Ele acredita que quando o novo programa começar a pagar os R$ 400 será fundamental para as camadas de baixa renda da população. Os valores originais do programa, com a disparada da  inflação no período, vão recompor apenas parte do poder de compra da população. “De qualquer forma, o que foi feito até agora para este mês e para o próximo vai ajudar. Vamos ver se começa em janeiro o valor maior que realmente recomponha o poder de compra da população”, conclui.

Fonte: R7

Bolsonaro sanciona duas leis para viabilizar Auxílio Brasil

O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou duas leis para viabilizar a execução do Programa Auxílio Brasil, que substitui o Bolsa Família. Uma das leis abre um crédito de R$ 9,36 bilhões ao Orçamento da Seguridade Social da União, e outro altera o Plano Plurianual (PPA) 2020-2023 incluindo o benefício.

A criação do crédito especial, em favor do Ministério da Cidadania, permite o remanejamento do saldo do Bolsa Família para o Auxílio Brasil. A medida evita a esterilização dos recursos orçamentários do programa de transferência de renda.

Segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, a lei está de acordo com as normas constitucionais e não afeta a “regra de ouro”. Essa regra é um mecanismo constitucional (artigo 167) que proíbe que a União faça dívidas para pagar despesas correntes, como salários dos servidores e aposentadorias.

Congresso aprova

Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (11) dois projetos de crédito extraordinário para viabilizar o pagamento do Auxílio Brasil. Um dos textos foi justamente o que prevê a liberação do crédito de R$ 9,36 bilhões para que o programa seja pago ainda neste ano. No outro, passaram a ser reservados R$ 76,4 bilhões até 2023 para custeio do programa, com alteração no PPA para que o novo programa passe a existir formalmente dentro da previsão contábil do governo.

Fonte: R7