Hoje celebramos mais um ano de vida do Pastor Giancarlo Pagliarin — e celebramos, acima de tudo, a fidelidade de Deus revelada em sua história.
Somos profundamente gratos ao Senhor pela obra que Ele tem realizado na vida do nosso querido pastor, desde o ventre de sua mãe até os dias de hoje.
Nascido em 9 de fevereiro de 1979, na cidade de Santo André, com impressionantes 4 quilos, Giancarlo é o primogênito do Pastor Juanribe Pagliarin, Fundador e Presidente vitalício da Paz e Vida, e da Pastora Arlete Pagliarin. É esposo dedicado de Vanessa Pagliarin e pai amoroso da pequena Giovana e da jovem Alexia.
Desde muito cedo, os sinais do chamado já se revelavam. Aprendeu a ler logo que entrou na escola e, ainda criança, já orava impondo as mãos sobre os coleguinhas da igreja — gestos simples, mas carregados de propósito e unção.
Cresceu em um ambiente ministerial, respirando fé, serviço e dedicação a Deus. Na adolescência, expressava sua paixão pelas artes tocando bateria nos momentos de louvor da Paz e Vida. Formado em Publicidade e Propaganda, herdou o talento criativo e o amor pela comunicação. Antes de ser consagrado pastor, atuou como publicitário, experiência que hoje soma excelência e sensibilidade ao seu ministério.
A Pastora Arlete, com olhar de mãe e visão espiritual, já enxergava no filho um servo de Deus, cuidadoso e protetor, sendo forjado pelo Pai. E o Pastor Juanribe, com a convicção de quem discerne chamados, sempre declarava: “Filho, você pode rodar para onde for, mas vai parar no Altar da Paz e Vida.” Uma palavra profética que o tempo se encarregou de cumprir.
Anos depois, veio o despertar. E hoje, o Pastor Giancarlo Pagliarin trilha o caminho do pastorado com entrega, fidelidade e zelo pelo Reino. Atua à frente das reuniões de segunda-feira na Sede Nacional da Paz e Vida, está sempre a postos auxiliando e trabalhando em novas ideias para o ministério e exerce a missão de Superintendente das regiões Norte e Nordeste, impactando vidas, formando líderes e fortalecendo igrejas.
Pastor, nossa oração é que o Pai cumpra, em cada detalhe, tudo o que prometeu à sua vida. Que o Senhor continue te usando com poder, autoridade e graça do Alto, e que, por meio do seu ministério, muitos sejam alcançados, curados e levados a conhecer Jesus.
Hoje celebramos um chamado que nasceu no coração do Pai.
Por Pra. Daniela Porto


Um dia separado para renovar a fé, fortalecer a esperança e realinhar o coração com aquilo que vem do alto.
Hoje, em todas as nossas unidades, celebramos a Santa Ceia do Senhor Jesus. Um dos momentos mais profundos e transformadores da nossa fé.
Hoje é o dia que a gente estava esperando com o coração acelerado!
Quando você olha uma agenda como essa, parece só uma sequência de dias. Mas quem já caminhou um pouco mais sabe: não é sobre datas, é sobre ritmo.
Por exigência e determinação Divina:
A Palavra de Deus nos apresenta Zaqueu como um homem rico, chefe dos publicanos, mas profundamente vazio por dentro. Ele tinha dinheiro, poder, status… mas carregava o peso da rejeição, da culpa e de uma vida marcada por escolhas que feriam os outros e o afastavam de Deus. Todo mundo o via como “pecador”, e ele mesmo provavelmente já tinha aceitado esse rótulo como definitivo.
Pare um instante e pense em Maria Madalena: uma mulher atormentada por sete demônios, presa a uma identidade de dor, marginalização e escuridão (Lucas 8:2; Marcos 16:9). Ela vivia sob o peso de uma visão distorcida sobre si mesma — talvez se sentindo indigna, sem valor, sem propósito. Mas quando Jesus a encontrou e a libertou, tudo mudou! Aqueles demônios saíram, e com eles foi embora a neblina que obscurecia quem ela realmente era aos olhos de Deus. Sua visão sobre si mesma foi restaurada: de oprimida e quebrantada, ela se tornou discípula fiel, seguidora dedicada, provedora do ministério de Jesus e, mais tarde, a primeira testemunha da ressurreição — a quem o próprio Jesus confiou a missão de anunciar: “Eu vi o Senhor!”.
“E, quando comiam, Jesus tomou o pão e, abençoando-o, o partiu e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo. E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.” (Mateus 26:26–28)
Hoje, a primeira quarta-feira de fevereiro, carrega um chamado especial: entrar no rio que flui do trono de Deus. Não é apenas o início de mais um dia, mas o começo de um novo mês — como quem decide sair da margem e permitir que as águas do Espírito conduzam o caminho.