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Por Pastora Daniela Porto

Ao menos 1.200 manifestantes que estavam acampados no DF são detidos

Com a desmobilização do local, pessoas foram encaminhadas na manhã desta segunda para a superintendência da PF em Brasília.

Aproximadamente 1.200 pessoas que resistiam à desmobilização do acampamento em frente ao Quartel-General (QG) do Exército foram retiradas do local e detidas, na manhã desta segunda-feira (9). Os manifestantes são conduzidos em cerca de 40 ônibus comuns do Governo do Distrito Federal à Superintendência da Polícia Federal (PF).

A reportagem do R7 acompanha a movimentação e a chegada de mais ônibus para transportar os detidos. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) iniciou a desocupação do acampamento por volta das 8 da manhã. Os manifestantes tiveram uma hora para realizar a desocupação voluntária e o descumprimento acarretou as retenções.

Nos ônibus, os manifestantes são levados para uma averiguação e conferência de identidade para checar se há relação entre eles e as invasões em prédios públicos que aconteceram no domingo (8).

A operação da PMDF cumpre a determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que deu o prazo de 24 horas para a desmobilização do acampamento. Na mesma decisão, o magistrado afastou do cargo o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB).

Fonte: R7

 

Prejuízo do Brasil com chuvas em um mês é suficiente para construir 17 piscinões, aponta estudo

Catástrofes causaram rombo diário de R$ 30 milhões em dezembro; prejuízo total foi de mais de R$ 931,4 milhões.

Desastres naturais não escolhem dia nem hora para ocorrer, mas, segundo especialistas entrevistados pelo R7, são previsíveis e, consequentemente, podem ser evitados. Só entre 1° e 31 de dezembro de 2022, o Brasil teve um prejuízo de R$ 931,4 milhões, o que corresponde a R$ 30 milhões por dia somente com as destruições causadas pela chuva. Esse valor, se convertido para investimentos contra esse tipo de calamidade, seria o suficiente para construir cerca de 17 piscinões, mostra estudo da CNM (Confederação Nacional dos Municípios).

Segundo o levantamento, nesse recorte, o governo federal pagou R$ 74,5 milhões para ações de proteção e defesa civil nos municípios afetados. Com isso, o valor corresponde a apenas 8,1% do que as cidades realmente precisam para fazer os trabalhos e as reparações causados por essas destruições.

A cada ano, o Brasil e o mundo têm sofrido com tragédias causadas pelo excesso de chuvas, tempestades, ciclones e tornados, que deixam rastros de destruição e morte por onde passam. Só em dezembro, no país, esses fenômenos provocaram a morte de 33 pessoas, além das 15.652 desabrigadas e 72.353 desalojadas.

O cenário, de acordo com a coordenadora de incidência política na Habitat Brasil, Raquel Ludemir, revela que essas catástrofes não são “simplesmente” ambientais, mas socioambientais, porque “acontecem todos os anos e, muitas das vezes, em lugares que já foram afetados antes, e os efeitos disso têm um perfil econômico muito expressivo: a população mais empobrecida do país”, ressalta.

A coordenadora, que é doutora e mestra em desenvolvimento urbano, exemplifica as consequências sofridas por pessoas que perderam tudo devido aos estragos causados pela chuva em Pernambuco. “Cada família recebe R$ 1.500 de auxílio emergencial, mas é necessário ressaltar que elas perderam tudo. Então, esse valor dá para comprar um fogão e uma cama de segunda mão, mas roupas, móveis, comida e geladeira não. Fora o aluguel que precisam pagar por conta das casas interditadas”, diz.

Além dos danos urbanos e coletivos, a maioria também perde bens que não são materiais, como parentes que acabam tendo a vida levada nesses desatres, “o que pode afetar profundamente o psicológico das pessoas que ficaram”. “Como é que você calcula os danos não materiais de uma morte?”, questiona Raquel.

Essas circunstâncias, ainda segundo a especialista, “não são novidade nem coincidência”. Para ela, o local de moradia da maioria das vítimas hoje ainda é definido pelas questões de raça, classe e gênero.

Qual é a solução para minimizar os prejuízos e as consequências dessas catástrofes?

Para minimizar os danos causados por desastres naturais, é necessário, seguno a CNM, que os órgãos públicos criem ações de gestão de risco, prevenção, preparação, reabilitação e reconstrução de áreas destruídas. Mas por onde começar?

Como medida urgente, Raquel aponta as questões de moradia. “Ninguém mora em regiões de risco porque quer. Essas pessoas não têm alternativa.” Apesar disso, reconhece que as políticas de moradias adequadas para todos têm um processo lento; então, o ideal seria que essas regiões pudessem receber prioritariamente os investimentos.

A coordenadora do Habit ainda afirma que, apesar de ser uma alternativa, os investimentos também ocorrem em “processo lento”, e lamenta o fato de que tragédias causadas pela natureza ainda serão vistas por muitos anos.

As possíveis soluções, em curto prazo, segundo Raquel, é que a população tenha em mente a necessidade dessa reparação e passe a cobrar o governo por “medidas de emergência e realizações de comitês de gestão de risco”.

Prevenção

Para o engenheiro civil e especialista em geotecnia Luciano Machado, é possível prever, por meio de mecanismos de medição de solo e previsão do tempo, quais os locais que podem ser mais afetados pela chuva. Com os resultados disso, as autoridades podem criar operações para a realização de manutenções, obras e, em determinados casos, evacuação de áreas que estejam “no limite”.

Uma ação preventiva, citada por Machado, foi a ocorrida na marginal Tietê, quando três faixas da pista acabaram se abrindo e formaram uma cratera. “Como a movimentação do solo foi detectada, houve tempo suficiente para fazer o isolamento da área e evitar acidentes. Apesar do cenário de caos no trânsito de São Paulo, o ocorrido poderia ter sido bem pior se tivéssemos mortos e feridos”, ressalta.

Em Araraquara, no interior de São Paulo, uma cratera também se abriu em uma avenida após o temporal que caiu no município às vesperas da virada de ano. Entretanto, não houve um aviso da situação do solo, e cinco pessoas da mesma família morreram: a mãe, os filhos gêmeos e o casal de cunhados.

Para o especialista, que é sócio da MMF Projetos, as autoridades públicas deixam para agir sempre “quando a tragédia já aconteceu”. “O ideal é começar a prevenir tudo isso por meio de projetos, obras de infraestrutura e, de preferência, antecipadamente, como em épocas de estiagem”, cita.

MG lidera posição com maior número de mortos em dezembro por catástrofes ambientais; SP vem na sequência

O estado de Minas Gerais teve 14 mortes por catástrofes ambientais só entre 1° e 31 de dezembro e lidera a posição. São Paulo vem na sequência, com 6.

Em relação ao número de desabrigados, a Bahia teve 11.473 moradores que perderam os lares, e é o estado que mais sofreu com as chuvas no período, com mais de R$ 254,8 milhões em prejuízos.

Ainda em relação ao número de desabrigados, Santa Catarina fica em segunda posição, com 2.694 pessoas que também tiveram a casa destruída pela chuva intensa e precisaram de apoio de alguma forma. Foram R$ 182,2 milhões em prejuízos, segundo o levantamento da CNM.

“A gestão de risco somente será viável quando todos participarem, e isso demanda uma mudança cultural. Cada um de nós, em nosso dia a dia, tem a obrigação de exercer atitudes que reduzam riscos e vulnerabilidades; é indispensável que isso se torne algo natural para jovens, crianças e adultos”, afirmou o órgão na conclusão do estudo.

Fonte: R7

Inteligência artificial defenderá réu em tribunal nos EUA

Depois de criar obras de arte digitaistraduzir letras de médicos e realizar outras façanhas, a inteligência artificial (IA) vai atuar como advogada pela primeira vez. Como noticiou a New Scientist na quarta-feira (4), o algoritmo treinado especificamente para esta função estará em ação em breve, nos Estados Unidos.

O software desenvolvido pela DoNotPay vai auxiliar um réu processado por excesso de velocidade, em um julgamento previsto para acontecer em fevereiro. A empresa não forneceu maiores detalhes a respeito do caso, mas foi informado que a pessoa vai ao tribunal contestar a multa recebida.

Em vez de se dirigir diretamente ao tribunal, como faria um profissional convencional, o “advogado robô” vai conversar com o réu. Por meio de um celular, que executará o programa, a tecnologia fornecerá as respostas que o processado deve dar ao juiz quando questionado — ele usará fones de ouvido para escutar as instruções.

Segundo a desenvolvedora, o assistente jurídico de IA foi treinado utilizando bases de dados de diversos outros casos semelhantes. Dessa forma, a ferramenta está totalmente apta a preparar a defesa do cliente, inclusive sendo capaz de responder diferentes questões que possam ser levantadas pela acusação.

Pronta para vencer

Fundada em 2015, a DoNotPay é especializada no desenvolvimento de soluções de IA para o exercício da advocacia. O algoritmo, que cobra taxas mais baratas que o profissional humano, pode ser usado em processos judiciais relacionados a cobranças erradas, chamadas automáticas que incomodam e multas de trânsito, entre outros casos, de acordo com a empresa.

A responsável pelo robô advogado diz ser possível vencer a maioria dos processos usando a tecnologia, inclusive este que será o primeiro uso de IA como assistente jurídico em um tribunal. Mas caso perca a ação, a companhia anunciou que irá pagar a multa aplicada ao cliente.

Fonte: TecMundo

Hidratação adequada do corpo pode retardar o envelhecimento, diz estudo

Além de impedir que o corpo seja biologicamente mais velho do que sua idade cronológica, a pesquisa mostra que a ingestão saudável de líquidos evita doenças crônicas e morte precoce.

Você provavelmente já sabe que estar hidratado é importante para as funções corporais do dia a dia, como regular a temperatura e manter a saúde da pele. Beber água em doses saudáveis também reduz significativamente o risco de desenvolver doenças crônicas, de ter uma morte precoce ou de ser biologicamente mais velho do que sua idade cronológica, de acordo com um estudo do National Institutes of Health dos Estados Unidos publicado segunda-feira (2) na revista “eBioMedicine”.

“Os resultados sugerem que a hidratação adequada pode retardar o envelhecimento e prolongar uma vida livre de doenças”, disse Natalia Dmitrieva, autora do estudo e pesquisadora do Laboratório de Medicina Regenerativa Cardiovascular do Instituto Nacional de Coração, Pulmão e Sangue, uma divisão do NIH, em um comunicado.

Saber quais medidas preventivas podem retardar o processo de envelhecimento é “um grande desafio da medicina preventiva”, lembraram os autores no estudo. É que uma epidemia de “doenças crônicas relacionadas à idade” está emergindo à medida que a população mundial envelhece rapidamente.

Os autores explicaram que a hidratação ideal pode retardar o processo de envelhecimento tendo como base pesquisas feitas em camundongos. Nesses estudos, a restrição de água ao longo da vida aumentou o sódio sérico de camundongos em 5 milimoles por litro e reduziu a vida útil deles em seis meses, o que equivale a cerca de 15 anos de vida humana, de acordo com o novo estudo. O sódio sérico pode ser medido no sangue e aumenta quando bebemos menos líquidos.

Outra pesquisa, feita com humanos, usou dados de saúde coletados ao longo de 30 anos de 11.255 adultos negros e brancos que fizeram parte do estudo Risco de Aterosclerose em Comunidades (no original, Atherosclerosis Risk in Communities, ou ARIC) e chegou a resultados semelhantes.

O estudo encontrou adultos com níveis séricos de sódio na extremidade mais alta da faixa normal – que é de 135 a 146 miliequivalentes por litro (mEq/L) –com saúde mais abalada do que a de indivíduos na extremidade inferior da faixa.

A coleta de dados começou em 1987, quando os participantes estavam na casa dos 40 ou 50 anos. A idade média dos participantes na avaliação final durante o período do estudo foi de 76 anos.

Adultos com níveis acima de 142 mEq/L tiveram uma chance de 10% a 15% maior de serem biologicamente mais velhos do que sua idade cronológica, em comparação com os participantes da faixa de 137 a 142 mEq/L.

Os participantes com maior risco de envelhecimento rápido também apresentaram uma probabilidade 64% maior para o desenvolvimento de doenças crônicas como insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral, fibrilação atrial, doença arterial periférica, doença pulmonar crônica, diabetes e demência.

Essas pessoas com níveis acima de 144 mEq/L, ou seja, a faixa mais alta, também tinham 50% mais chances de serem biologicamente mais velhas e um risco 21% maior de morte precoce.

Adultos com níveis séricos de sódio entre 138 e 140 mEq/L, por outro lado, apresentaram o menor risco de desenvolver doença crônica. O estudo não tinha informações sobre a quantidade de água que era ingerida pelos participantes.

“O estudo adiciona evidências observacionais sobre os potenciais benefícios a longo prazo da boa hidratação em reduções nos resultados de saúde a longo prazo, incluindo a mortalidade”, disse Howard Sesso, professor associado de medicina na Harvard Medical School e epidemiologista associado no Brigham and Women’s Hospital em Boston. Sesso não participou do estudo.

No entanto, acrescentou ele, “teria sido bom combinar a definição de hidratação, com base apenas nos níveis séricos de sódio, com dados reais de ingestão de líquidos da coorte do estudo ARIC”.

A idade biológica foi determinada por biomarcadores que medem o desempenho de diferentes sistemas e processos de órgãos, incluindo biomarcadores cardiovasculares, renais, respiratórios, metabólicos, imunológicos e inflamatórios.

Os altos níveis séricos de sódio não foram o único fator associado a doenças crônicas, morte precoce e risco de envelhecimento mais rápido: o risco também foi maior entre as pessoas com níveis séricos de sódio muito baixos.

O achado é consistente com relatos anteriores de aumento da mortalidade e doença cardiovascular em pessoas com baixos níveis regulares de sódio, o que tem sido atribuído a doenças que causam problemas eletrolíticos, disseram os autores.

O estudo analisou os participantes durante um longo período, mas os achados não comprovam uma relação causal entre os níveis séricos de sódio e os resultados de saúde, disseram os autores. Eles acrescentaram que outros estudos são necessários, mas os achados já podem ajudar os médicos a identificar e orientar os pacientes em risco.
“Pessoas cujo sódio sérico é de 142 mEq/L ou superior teriam um benefício importante se tivessem sua ingestão de líquidos devidamente avaliada”, opinou Dmitrieva.
Sesso observou que o estudo não abordou fortemente o envelhecimento acelerado, “que é um conceito complicado que estamos apenas começando a entender”.

“Duas razões principais estão na base disso”, afirmou Sesso. Os autores do estudo “basearam-se em uma combinação de 15 medidas para o envelhecimento acelerado, mas essa é uma das muitas definições para as quais não há consenso. Segundo, os dados sobre hidratação e envelhecimento acelerado foram um retrato do momento, então não temos como entender causa e efeito”.

Beba líquidos todos os dias

Cerca de metade das população mundial não atende às recomendações para o consumo diário de água, de acordo com vários estudos citados pelos autores da nova pesquisa.

“No nível global, isso pode ter um grande impacto”, escreveu Dmitrieva.

“A diminuição do teor de água corporal é o fator mais comum que aumenta o sódio sérico, razão pela qual os resultados sugerem que manter-se bem hidratado pode retardar o processo de envelhecimento e prevenir ou retardar doenças crônicas”.

Nossos níveis séricos de sódio são influenciados pela ingestão de água, de outros líquidos e de frutas, legumes e verduras com alto teor de água.

“A descoberta mais impressionante é que esse risco (para doenças crônicas e envelhecimento) é aparente mesmo em indivíduos que têm níveis séricos de sódio que estão na extremidade superior da faixa normal”, apontou Richard Johnson, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Colorado. Johnson não fez parte do estudo.

“É um ponto que questiona o que é normal e apoia o conceito de que, como população, provavelmente não estamos bebendo água suficiente”.

Mais de 50% do corpo humano é composto de água, que também é necessária para múltiplas funções, incluindo digestão de alimentos, criação de hormônios e neurotransmissores e entrega de oxigênio em todo o organismo, de acordo com a Cleveland Clinic.

A National Academy of Medicine dos EUA recomenda que as mulheres consumam 2,7 litros de líquidos diariamente, e que os homens bebam 3,7 litros por dia. A recomendação inclui todos os líquidos e alimentos ricos em água, como frutas, legumes e sopas.

Como a proporção média de ingestão de água de fluidos para alimentos é de cerca de 80:20, isso equivale a uma quantidade diária de 9 xícaras de líquidos para mulheres e 12,5 xícaras para homens.

Pessoas com doenças crônicas devem conversar com o médico sobre a quantidade de ingestão de líquidos adequada.

“O objetivo é garantir que os pacientes estejam tomando líquidos suficientes e ao mesmo tempo avaliar fatores, como medicamentos, que podem levar à perda de líquidos”, disse o coautor do estudo, Manfred Boehm, diretor do Laboratório de Medicina Regenerativa Cardiovascular.

“O médico também pode precisar mudar o plano de tratamento atual de um paciente, como limitar a ingestão de líquidos para insuficiência cardíaca”.

Para se manter adequadamente hidratado, inclua alguns hábitos em sua rotina. Tente deixar um copo de água à beira da cama para beber quando acordar ou beba água enquanto prepara o café da manhã.

Outro conselho é colocar uma garrafa de água em um local em que você passa várias vezes ao dia, conforme indicou o especialista em ciência comportamental B.J. Fogg, fundador e diretor do Laboratório de Design de Comportamento da Universidade de Stanford, em entrevista à CNN.

Sandee LaMotte, da CNN, contribuiu para esta reportagem.

Fonte: CNN BRASIL

Hoje tem Encontro Especial com Santa Ceia ministrada pelo Pastor Juanribe Pagliarin em São Paulo

Venha receber de Deus uma palavra de paz e vida, ministrada pelo Pastor Juanribe Pagliarin, receba cura e sinta a presença do Parakletos em você!

Hoje, às 10 horas da manhã no Encontro Especial com Juanribe Pagliarin.

E às 7 horas da noite, junto com a Reunião Geral de Líderes Espirituais na Sede Nacional e com videotransmissão para todas as Sedes Estaduais de Paz e Vida, também com o homem de Deus, Juanribe Pagliarin.

Em ambas as reuniões você participa da celebração mais importante do mês: A SANTA CEIA DO SENHOR JESUS!

Anote o endereço: Avenida Cruzeiro do Sul, 1965, Santana, pertinho do Metrô Portuguesa-Tietê e com amplo estacionamento gratuito para carros e motos.

2023 é o ano do Parakletos e sua vida vai ser transformada!

Por Pra. Daniela Porto e Ev. Cristiane Carvalho

Venha participar da 1ª Santa Ceia do Senhor Jesus de 2023!

Venha participar da Primeira Santa Ceia do Senhor Jesus do ano de 2023 e declare no mundo espiritual que sua vida é de Cristo e que este ano é o ano do Parakletos em sua vida!

Compareça hoje, em uma das Igrejas da Paz e Vida, e participe da Mesa do Senhor e celebre a salvação que recebeu através do sacrifício de Jesus na cruz.

As reuniões acontecem normalmente em todo território nacional e em Portugal.

Os encontros de Paz e Vida acontecem no Brasil às 8h, 15h e 18h. E em Portugal, às 10h, 15h e 18h.

Na Sede Nacional em São Paulo temos 5 reuniões: às 6h30, 8, 10, 15 e 18 horas.

Para mais endereços de Paz e Vida, acesse:  https://www.pazevida.org.br/enderecos

2023 é o ano do Parakletos na sua vida e na vida de sua família!

 Por Ev. Cristiane Carvalho

Começa nesta quarta a Campanha de Oração: Os 9 benefícios do Fruto do Espírito para sua vida

Começa dia 11 de janeiro, próxima quarta-feira, a Campanha de Oração: “Os 9 Benefícios do Fruto do Espírito para sua vida”!

Quem tem o Espírito Santo precisa produzir todas as características do Fruto do Espírito. E que características são essas?

  • Amor
  • Alegria
  • Paz
  • Longanimidade
  • Benignidade
  • Bondade
  • Fidelidade
  • Mansidão
  • Domínio próprio

O apóstolo Paulo declarou: “Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne; e estes opõem-se um ao outro; para que não façais o que quereis. Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei. Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei. E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.” (Gl 5:16-25)

Você já declarou que 2023 é o ano do Parakletos em sua vida agora é hora de produzir o Fruto do Espírito!

O Fruto do Espírito santo vai transformar a sua vida e fazer de você alguém parecido com Cristo!

Por Pra. Daniela Porto

Falta de correção faz quem recebe um salário mínimo e meio pagar IR

Desde 2015, o limite da faixa de isenção da tabela é de R$ 1.903. De 2018 para cá, a defasagem é de 26,5%, segundo o Sindifisco.

Com a falta de correção da tabela do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física), o trabalhador que recebe um salário mínimo e meio passa a pagar imposto em 2023.

Como o salário mínimo aumentou de R$ 1.212 para R$ 1.320, a partir de 1º de janeiro, quem ganha 1,5 salário por mês atinge o valor de R$ 1.980, deixando de ser isento.

Desde 2015, quando o salário mínimo era de R$ 788, o limite da faixa de isenção da tabela é de R$ 1.903. Naquela época, pagava imposto quem ganhava acima de 2,4 mínimos, hoje, R$ 3.168.

Para Márcio Lério, membro do CRCSP (Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo), a maior parte dos trabalhadores está sendo prejudicada pela falta de correção da tabela do Imposto de Renda.

“Se tivesse ocorrido reajuste, hoje, as pessoas que ganham aproximadamente até R$ 3.940 teriam que ser isentas de imposto, isso considerando o IGP-M/FGV desse período em que não houve a correção”, afirma Lério, que também é diretor do escritório Lério & Silva Contabilidade.

Um estudo do Sindifisco Nacional divulgado no ano passado mostrou que, de 1996 até junho de 2022, a tabela do Imposto de Renda acumulou uma defasagem de 147,37%.

Caso a tabela fosse reajustada pela inflação, a faixa de isenção, que hoje é de R$ 1.903,98, subiria para R$ 4.670,23. Isso beneficiaria cerca de 12 milhões de pessoas, que deixariam de pagar o imposto, totalizando 24 milhões de isentos.

Não há reajuste da tabela progressiva desde 2015 e, de 2018 para cá, a defasagem é de 26,5%, de acordo com os dados do Sindifisco.

“Com essa defasagem, muitas pessoas passam a ter um rendimento líquido menor e os prejudicados são aqueles trabalhadores com renda mais baixa, de até cinco salários mínimos. Pessoas que têm renda maior acabam pagando menos imposto, porque muitas não têm rendimentos tributáveis, recebem rendimentos isentos, como dividendos, e acabam não pagando imposto de renda tanto quanto as pessoas que são assalariadas. Por isso, essa falta de correção causa um impacto social muito grande”, avalia o conselheiro do CRCSP.

No entanto, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já sinalizou nesta semana que a correção da faixa de isenção da tabela do IRPF só entrará em vigor no ano que vem.

Durante a campanha eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 por mês. Mas essa correção geraria uma perda de receita para União, estados e municípios.

“Essa foi a promessa, mas é claro que envolve uma grande discussão no Congresso. Está no plano desse governo, assim como estava no governo anterior. Mas a perspectiva é que dentro desses próximos quatro anos ocorra uma correção. A questão da reforma tributária está sendo amplamente discutida no Congresso, houve algum avanço em alguns pontos. Acredito que num médio prazo deva ocorrer essa correção”, analisa Lério.

Projetos de lei

Existem projetos de lei em discussão no Congresso Nacional que propõem faixa de isenção de R$ 2.500 a R$ 3.300, valores ainda insuficientes para corrigir a defasagem desde 2015. Parte das propostas institui fórmulas para correção anual. É o caso do PL 1.198/2022, do senador Rogério Carvalho (PT-SE).

O texto prevê isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 3.300 a partir de 2023. Além disso, determina a correção anual da tabela a partir de 2024, de acordo com a inflação. O indexador usado seria o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), calculado e divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), relativo ao ano anterior.

Já o PL 2.337/2021, do Poder Executivo, que altera várias regras do IR, foi aprovado na Câmara mas ainda não foi analisado no Senado. A proposta era parte da reforma tributária. Uma das mudanças era a faixa de isenção IR, que passaria de R$ 1.903,98 para R$ 2.500 mensais. Segundo levantamento da Inafisco (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil), cerca de 13,5 milhões de contribuintes já deixariam de pagar o imposto em 2023 se essa mudança fosse aprovada, que considera a inflação de 2018 a 2021.

*Com Agência Senado

Fonte: R7

Governo tenta antecipar mais de 7 milhões de doses para continuar vacinação infantil contra a Covid

Secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente afirmou que neste momento não há estoque disponível para bebês a partir de 6 meses e crianças até 11 anos.

A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, afirmou nesta sexta-feira (6) que a pasta negocia com a farmacêutica Pfizer a possível antecipação de pedidos de 7,7 milhões de doses de vacinas pediátricas contra a Covid-19.

“A gente herdou o contrato passado da Pfizer. Nós não temos doses agora. A previsão é de entrega no fim de janeiro. Vamos negociar para tentar antecipar”, afirmou Ethel em entrevista coletiva.

Ainda no término de 2022, o Ministério da Saúde informou detalhes da compra de mais de 60 milhões de vacinas contra a Covid-19 da Pfizer, que atingiram um total de 150 milhões, dos quais 81 milhões já foram entregues no ano passado.

Para 2023, até o segundo trimestre, 69 milhões de doses remanescentes devem ser entregues. Esse número inclui vacinas bivalentes (protegem contra a cepa original e a Ômicron), para pessoas acima de 12 anos, e imunizantes monovalentes (protegem contra a cepa original), para crianças de 6 meses a 11 anos.

Não há estoque disponível neste momento para duas faixas etárias pediátricas: de 6 meses a 4 anos e de 5 a 11 anos.

Segundo Ethel, são 3,2 milhões de doses esperadas para o primeiro grupo e 4,5 milhões para o segundo.

No fim de dezembro, o Ministério da Saúde liberou a vacinação para crianças de 6 meses a 4 anos sem comorbidades.

Já no começo da nova gestão, foi autorizada também a dose de reforço para o público de 5 a 11 anos.

Entretanto, a falta de imunizantes da Pfizer, o único utilizado para essas duas finalidades, trava o avanço da vacinação.

Está também nos planos do ministério uma campanha para que maiores de 12 anos completem o esquema vacinal, incluindo a dose de reforço.

De acordo com Ethel, cerca de 80% da população tomou as duas doses, mas o reforço não chega a 50% de cobertura.

O momento exige atenção, na avaliação do ministério, pois a variante XBB.1.5, também chamada de Kraken, já circula no Brasil. Ela foi classificada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como a mais transmissível já detectada até agora.

Todavia, ainda não há indícios de que ela provoque quadros mais graves de Covid-19 em indivíduos completamente vacinados.

Por outro lado, a preocupação ocorre justamente com aqueles que não concluíram o esquema de imunização, além de idosos e indivíduos imunossuprimidos.

Fonte: R7